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Blog do Desemprego Zero

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O país na encruzilhada

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Presidente do Ipea afirma que o aprofundamento da crise econômica vai precipitar escolhas mais claras (atender ricos ou atender pobres?) para a política econômica do governo.

O núcleo de economistas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) causa urticária nos defensores das políticas monetária e fiscal restritivas, que encontram seu domínio no comando do Banco Central. Sob a presidência do professor da Unicamp Marcio Pochmann, o Ipea é um dos centros de formulação intelectual para os setores alinhados com as teses desenvolvimentistas no interior do governo Lula. Em um de seus estudos mais conhecidos, Pochmann afirma sem titubear: “Não mais do que 20 mil clãs de famílias concentram a posse dos títulos públicos. Por isso, a despesa pública com pagamento de juros representa um dos mais perversos gastos do Estado.” A contundente crítica à política monetária de Henrique Meirelles, presidente do BC, atraiu admiradores e desafetos. À VERSUS, Pochmann definiu a sua presença no Ipea. “A nossa passagem não é para organizar o consenso. Nosso papel, aqui, como funcionários públicos que recebem salários pagos pela maior parte dos pobres do país, pois são esses que pagam impostos, é organizar o dissenso.” Veja os principais trechos da entrevista a seguir.

Nós estamos defendendo de que não há razão técnica que justifique uma taxa de juros nominal superior a 7% ao ano. A maior parte dos países em frente à crise está operando com taxas de juros real negativo e nós estamos com taxa de juros 7% real. Achamos que há um espaço para a redução drástica da taxa de juros, não há problemas inflacionários de um lado, de outro lado a taxa de juros tal como ela se encontra implica custos, gastos públicos para financiá-la que poderiam perfeitamente estar atendendo a outros compromissos, como a defesa da produção e do emprego.

Nós estamos vivendo em um outro contexto em que são justamente as empresas que possuem os estados nacionais na medida em que hoje o mundo é praticamente coordenado por decisões de 500 grandes corporações transnacionais cujo faturamento anual equivale a quase 48% do PIB do conjunto dos países.

As três maiores corporações do mundo têm um faturamento que equivale ao PIB do Brasil, que é a 9ª economia do mundo. As 50 maiores corporações têm um faturamento que é maior do que o PIB de 100 países. Então há uma coordenação feita pelo setor privado, por essas grandes corporações sem regulação, sem controle e transparência democrática que está questionado pela crise. Leia o resto do artigo »

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Aumento de servidores: pecado ou virtude do governo?

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Carlos Lessa

“O Brasil é um dos países do mundo que têm menor proporção de servidores federais por mil habitantes. Alemanha, França, Inglaterra, Japão e EUA têm percentagens que vão de 6,1% a 38,5% da população; o Brasil tem apenas 5,3%”.

Fonte: Valor Econômico, 28/05/2009.

Pelas notícias e pelo tratamento dado a esta questão pela mídia brasileira e por algumas instituições formadoras de opinião, a ampliação do quadro de servidores públicos seria um erro estratégico e um pecado em relação à economia e sociedade brasileiras. Tem sido quase universal a “denúncia” de aumento dos gastos de custeio da administração federal. Neste item, a massa salarial do funcionalismo é a principal componente, sendo resíduo tudo o que é necessário para que os serviços públicos sejam executados. Por exemplo, a “Folha de S. Paulo”, em 17/05, enuncia que “Lula anula enxugamento de servidores”. A atual administração é acusada de haver cancelado o esforço de enxugamento de funcionários públicos realizado pela administração FHC, cujo governo teria reduzido o funcionalismo a 599 mil pessoas, porém Lula elevou, em 2008, para 671 mil. Este contingente, mais os servidores aposentados e militares, absorvem 5% do PIB.

Este aumento pode ser virtuoso ou pecaminoso. Em 2002, o Ministério do Meio Ambiente tinha 7.100 servidores e, em 2008, 9.500; em início de 2003, quando presidente do BNDES, ouvi de Marina Silva a declaração entusiasmada com a contratação de 73 novos analistas de meio ambiente, qualificados para o exame de RIMAs (Relatório de Impacto do Meio Ambiente) e fiquei assustado com a exiguidade do contingente. Somente no BNDES, havia 17 contratos de financiamento para novas usinas hidrelétricas paralisados por ausência de exame do MMA. É quase universal a queixa quanto à lentidão dos pareceres ambientais. Este é um dos retardadores do PAC. Como reitor da UFRJ, conheci de perto os dramas de falta de pessoal e complemento de custeio para ampliar e melhorar os programas docentes. Cursos premiados com avaliação máxima só dispunham de professores com mais de 50 anos; inexistiam jovens professores auxiliares de ensino cuja qualificação e assimilação de padrões permitiria a continuidade e preservação da qualidade e fecundidade do curso. Entre 2002 e 2008, cresceu o número de servidores na educação, com 14.100 novos quadros. Este reforço oportuno é “uma gota d’água” nas necessidades educacionais brasileiras. Leia o resto do artigo »

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Nível de inovação nas empresas brasileiras ainda é baixo.

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Falta capital de risco

Fonte: TIC Brasil Mercado 27.05.2009

O Brasil tem capacidade empreendedora e pesquisadores científicos de excelência. O problema é a falta de um ambiente que encoraje a inovação, para que o país possa transformar conhecimento em desenvolvimento econômico. Para isso, seria preciso investir mais em pesquisa e desenvolvimento e melhorar vários aspectos, como burocracia, custos de implantação de uma empresa, alta carga tributária, difícil acesso ao capital de risco, entre outros. São fatores que desmotivam a inovação nas empresas brasileiras. Prova disso é que, segundo a última edição do ranking do Índice Global de Inovação, preparado pelo braço de pesquisas da revista britânica “Economist”, o Brasil perdeu uma posição, caindo do 48º para o 49º posto, entre 82 países. Ao mesmo tempo, a China, que ocupava a 59ª posição no ranking entre 2002 e 2006, subiu cinco posições no período entre 2004 e 2008. O ranking também mostra o Brasil atrás de outros dois países latino-americanos em desenvolvimento – a Argentina, que está na 42ª posição, e o México, na 48ª. O problema se agrava quando se refere às pequenas e micro empresas, que operam com níveis de competitividade e de inovação relativamente baixos se comparados aos padrões exigidos pelo mercado globalizado. Mas, na medida em que a economia brasileira passou a experimentar níveis maiores de inserção internacional, alguns segmentos foram mais desafiados e passaram a conviver com maior competição. Como fazem parte de cadeias produtivas em que a concorrência é mais acirrada, o nível de competitividade e de inovação é mais percebido. Em entrevista exclusiva à TIC Mercado, Paulo Benetti, diretor geral da Inteligência Natural Consultoria e especialista em criatividade, inovação e estratégias, disse que a inovação no Brasil está, principalmente, nas incubadoras. Para ele, as micros e pequenas empresas dependem de capital de risco para começar e expandir, e no País não há, ainda, uma cultura de investimento de risco.

TIC – Segundo a revista britânica “Economist”, o Brasil perdeu uma posição no ranking de inovação, caindo do 48º para o 49º posto, entre 82 países. O que significa para o país perder posição nessa área, principalmente, agora, com a crise financeira, onde a inovação é fator de sobrevivência? Ou uma posição, na prática, não significa muito? Leia o resto do artigo »

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The failure of neoclassical economics

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2009

By Anatole Kaletsky

The economics profession must bear a lot of the blame for the current crisis. If it is to become useful again it must undergo an intellectual revolution-becoming both broader and more modest.

Was Adam Smith an economist? Was Keynes, Ricardo or Schumpeter? By the standards of today’s academic economists, the answer is no. Smith, Ricardo and Keynes produced no mathematical models. Their work lacked the “analytical rigour” and precise deductive logic demanded by modern economics. And none of them ever produced an econometric forecast (although Keynes and Schumpeter were able mathematicians). If any of these giants of economics applied for a university job today, they would be rejected. As for their written work, it would not have a chance of acceptance in the Economic Journal or American Economic Review. The editors, if they felt charitable, might advise Smith and Keynes to try a journal of history or sociology.

If you think I exaggerate, ask yourself what role academic economists have played in the present crisis. Granted, a few mainstream economists with practical backgrounds-like Paul Krugman and Larry Summers in the US-have been helpful explaining the crisis to the public and shaping some of the response. But in general how many academic economists have had something useful to say about the greatest upheaval in 70 years? The truth is even worse than this rhetorical question suggests: not only have economists, as a profession, failed to guide the world out of the crisis, they were also primarily responsible for leading us into it.

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A era do modelo hegemônico de capitalismo pertence ao passado

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Martin Wolf

Será a crise atual um divisor de águas, com a globalização liderada pelo mercado, o capitalismo financeiro e o predomínio ocidental de um lado e o protecionismo, regulamentação e predomínio asiático do outro? Ou será que os historiadores preferirão julgá-lo como um evento causado por tolos, significando pouco? Meu palpite pessoal é que ele ficará no meio termo. Nem é a Grande Depressão, uma vez que a resposta política tem sido tão determinada, nem é o capitalismo de 1989.

Examinemos o que sabemos e o que não sabemos a respeito do seu impacto sobre a economia, finanças, capitalismo, Estado, globalização e geopolítica.

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”Não estou preocupado com o déficit ou a dívida pública”, diz James K. Galbraith

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Para o economista, que é filho de John Kenneth Galbraith, sem gastos do governo, a economia dos EUA se desintegraria.

“As agências de rating, que falharam de modo escandaloso ao tentar entender o mercado de hipotecas subprime, não devem ser levadas a sério agora, no que se refere a entender como a dívida publica dos EUA funciona. Não há absolutamente razão, não há como os Estados Unidos, que nunca tiveram default em 50 anos, terem agora default da dívida em dólares. Enquanto houver eletricidade fazendo os computadores no Departamento do Tesouro funcionar, isso não vai acontecer. É realmente um tipo de exercício tolo de economia convencional, as agencias de rating falarem sobre rebaixamento do rating soberano dos Estados Unidos”.

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A despesa dos “Poderes autônomos”

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Marcos Mendes

Fonte: Valor Econômico, 27/05/2009.

Quem está sob uma restrição orçamentária fraca não se preocupa em minimizar seus custos e se torna leniente.

A despesa dos Poderes Judiciário e Legislativo, do Tribunal de Contas da União e do Ministério Público da União (aqui chamados de “Poderes autônomos”) tem crescido fortemente desde o início do regime. A tabela abaixo mostra que tal gasto pulou de 0,24% para 1,25% do PIB entre 1985 e 2007. A título de comparação, a tabela registra trajetória inversa da despesa do Ministério dos Transportes, que desabou de 1,93% para 0,49% do PIB, na esteira do ajuste fiscal, que sacrificou o investimento em construção e manutenção de estradas.

O fenômeno se repete nas esferas estadual e municipal. Entre 1999 e 2007, as Assembleias Legislativas aumentaram suas despesas reais em 55%, gastando R$ 7,8 bilhões neste último ano. A Justiça dos Estados e as câmaras de vereadores seguem padrão similar.

Parte desse crescimento de despesa é consequência da redemocratização: maior acesso à Justiça, estruturação do Ministério Público, novas áreas de contencioso (meio ambiente, direito do consumidor), maior atividade da Justiça Eleitoral etc.

Mas o aumento de gastos é intenso e não pode ter apenas essa explicação. Uma outra causa parece ser a discricionariedade que os Poderes autônomos adquiriram na definição de seus orçamentos. A Constituição estabelece explicitamente que o Judiciário tem autonomia administrativa e financeira (art. 99). Para os demais Poderes autônomos a Constituição usa termos mais vagos, como “autonomia funcional e administrativa” ou “competência privativa para dispor sobre sua organização e funcionamento”. Leia o resto do artigo »

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Crise Afetou Menos Setor de Alta Tecnologia, diz IEDI

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Iedi

Os setores aeroespacial, farmacêutico e de instrumentos médicos de óptica e precisão, considerados de alta intensidade tecnológica, foram os que melhor resistiram à crise econômica, segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). O estudo, que avaliou o desempenho de 19 macrossetores da indústria brasileira entre outubro de 2008 e março de 2009, avaliou que o setor de alta tecnologia conseguiu manter o nível de produção no período mais crítico da crise. Os dados referem-se à produção, e não à receita com vendas.

Segundo o Iedi, o melhor desempenho foi o do grupo de alta intensidade tecnológica, que cresceu 0,2% no período. Esse avanço ocorreu graças ao crescimento nos setores aeroespacial, farmacêutico e de instrumentos médicos de óptica e precisão. “Esse resultado se apoiou, em grande parte, na Embraer”, explica o economista Rogério César Souza, do Iedi.

Outro setor que apresentou bom desempenho em meio à crise foi o de alimentos, bebidas e fumo, considerados de baixa intensidade tecnológica.

O efeito mais intenso da crise se fez sentir nos grupos intermediários, de intensidade tecnológica média-baixa e média-alta. As maiores quedas de produção ocorreram nos setores de equipamentos para ferrovias e material de transporte (26,6%), veículos (23,1%), borracha e produtos plásticos (18,6%), máquinas e equipamentos mecânicos (17,3%) e elétricos (16,7%).

A produção total do universo avaliado caiu 10,3%, na comparação com o mesmo período em 2007/2008. O grupo de baixa intensidade tecnológica teve sua produção reduzida em apenas 4,5%. Esse resultado relativamente bom teve contribuições de alimentos, bebidas e tabaco, cuja diminuição ficou em 1,1%. Eles não apresentavam forte crescimento antes da crise (ao contrário de setores como os de máquinas e equipamentos industriais), mas também não sofreram grande impacto quando ela eclodiu. Seus resultados teriam sido afetados principalmente pelo desemprego do consumidor, diz o economista. Entre os setores ligados ao agronegócio, os piores desempenhos foram de madeira, papel e celulose (queda de 7,8%) e têxteis, couro e calçados (queda de 11,2%).

Também conseguiram se manter com recuo modesto outros setores ligados ao processamento básico de matérias-primas: petróleo refinado, outros combustíveis (queda de 2,9%) e minerais não-metálicos (queda de 1,5%).

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