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Blog do Desemprego Zero

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Carta IEDI n. 368 – A Relevância de São Paulo na Indústria Regional e a Melhora do Emprego

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Produção Industrial Regional. Segundo dados divulgados pelo IBGE, na passagem de março para abril de 2009, sete das catorze regiões do País pesquisadas apresentaram aumento do nível de produção, na série livres de efeitos sazonais. Para o crescimento de 1,1% da indústria nacional podemos destacar o desempenho Espírito Santo (7,1%), seguido por Goiás e Rio Grande do Sul (ambos com 2,3%) e Ceará (1,7%). São Paulo (1,0%), Minas Gerais (0,6%) e Santa Catarina (0,5%) apresentaram também taxas positivas, entretanto, abaixo da média nacional. Por outro lado, Bahia (-11,0%), região Nordeste (-5,1%) e Amazonas (-5,0%) apresentaram os maiores recuos.

Na comparação mensal (mês/mesmo mês do ano anterior), todas as localidades pesquisadas apresentaram recuos. As quedas mais acentuadas foram registradas no Espírito Santo (-26,7%), Minas Gerais (-21,6%), Amazonas (-21,1%) e Bahia (-20,4%). Com recuo menos intenso que a média nacional (-14,8%), aparecem os seguintes estados: Paraná (-2,8%), Ceará (-2,9%), Rio de Janeiro (-3,9%) e Goiás (-4,2%). No acumulado no primeiro quadrimestre, frente o mesmo período de 2008, todas as regiões novamente apresentam taxas negativas de variação. Com perdas acima da média brasileira (-14,7%), estão: Espírito Santo (-30,3%), Minas Gerais (-23,5%), Amazonas (-19,8%), Rio Grande do Sul (-16,4%), São Paulo (-15,4%) e Santa Catarina (-15,0%). Na variação acumulada nos últimos 12 meses (com média nacional de -3,9%), o destaque foi novamente o Espírito Santo (-9,7%), seguido por Minas Gerais (-8,3%). Por outro lado, Paraná (4,8%) e Goiás (2,9%) registraram as duas únicas ampliações da produção industrial nesse período. Leia mais…

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É hora de sair da casca

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Por David Kupfer

Fonte: Valor Econômico (24/06/09)

Enquanto os bebês concebidos em 15 de setembro de 2008, data da quebra do Lehman Brothers e que simbolicamente marca o início do crash financeiro mundial, já nasceram, os especialistas ainda não conseguiram concluir se a crise será um V, um U com a curva direita muito ou pouco suave, um L com o segmento vertical mais ou menos inclinado ou até mesmo um W, como aventado mais recentemente. Porém, debates sobre caligrafia à parte, virando a lente para um futuro um pouco mais distante do que o próximo trimestre, já é possível vislumbrar grandes inflexões ou mesmo mudanças de paradigma que a economia mundial irá experimentar após a digestão da fase aguda da crise, dure ela mais seis meses ou dois anos e, mais importante, avançar no debate sobre os meios e modos de enfrentar os desafios que essas mudanças estão trazendo.

Uma das dimensões na qual a ruptura da antiga ordem econômica mundial já provoca e continuará provocando uma importante inflexão é a relacionada aos fluxos de capitais privados entre os países. A julgar pelos números recém-divulgados no relatório Desenvolvimento Financeiro Global 2009 do Banco Mundial, esses fluxos estão experimentando uma grande retração que dificilmente será revertida nos anos vindouros. Segundo o documento, a perda de valor de mercado das empresas cotadas nas bolsas de valores mundo afora atingiu a incrível marca de US$ 17 trilhões. Na medida em que os excedentes de capital, em grande parte estacionados nos mercados financeiros dos EUA, União Europeia e Japão, vão sendo erodidos pela deflação no valor dos ativos, e que as fontes de incerteza que rondam os negócios não são revertidas, mais crítica para assegurar a retomada do crescimento será a habilidade dos países em desenvolvimento em criar mecanismos de financiamento alternativos que permitam ocupar esses espaços vazios. Leia o resto do artigo »

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Lula, modernidade e atraso

Postado em 25 dEurope/London junho dEurope/London 2009

A política tradicional e Lula, o pragmático

Por Maria Inês Nassif

Fonte: Valor Econômico

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem grande senso prático, como registrou essa semana o presidente americano, Barack Obama. O excesso de pragmatismo, no entanto, incorporou como normalidade ceder (e muito) em negociações – públicas, legislativas – que incluem claros e notórios interesses privados e expor-se constante e publicamente para manter o status quo de setores e personagens ligadas à política tradicional. O senso prático do governo petista acabou resultando numa soma de movimentos contraditórios que em algum momento forçarão Lula a escolhas que tenta evitar.

O resultado dos programas de distribuição de renda foi a surpresa do primeiro mandato. A injeção de recursos em comunidades muito pobres, que tradicionalmente mantiveram as oligarquias regionais com seus votos, provocou uma mudança estrutural. Os ganhos de cidadania nessas regiões, em especial nas de fraca urbanização, minaram o poder da política tradicional. Está se formando uma geração de políticos apartada das lideranças locais e com forte apoio comunitário, ligada a partidos com maior preocupação social. Essa mudança começa a se delinear e se firma numa relação político-eleitoral da qual foi eliminada a mediação dos chefes políticos locais.

O movimento é outro na política institucional. O pragmatismo de Lula evita o confronto direto com os políticos de sua base de apoio. Assim, o mesmo presidente que viabiliza uma revitalização política nas regiões antes dominadas pela política tradicional, retirando o poder de intermediação do seus chefes, reinventa esses políticos quando eles são parceiros na política nacional. Uma vez acomodados na base de apoio parlamentar do governo, os políticos em declínio nas suas bases voltam a elas pelas mãos do presidente. Leia o resto do artigo »

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O BC, câmbio e juros

Postado em 24 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Dois preços fundamentais da economia são os juros e o câmbio. Ambos interferem em quase toda a atividade produtiva. Um aumento nos juros, por exemplo, pode inviabilizar totalmente planos de investimento. Ou inviabilizar negócios, depois de iniciados. Alterações bruscas no câmbio mudam completamente o cenário de uma empresa. Da noite para o dia pode tornar seu produto mais caro que o importado ou mais barato. Se mais barato, a empresa não avançará em projetos de investimento e ampliação se não tiver a garantia de que a relação de preços se manterá inalterada.

Por isso mesmo, é papel de qualquer Banco Central competente não apenas manter juros e câmbio em um nível que estimule a produção e o emprego (sem descuidar da inflação) mas, principalmente, impedir a volatilidade – isto é, a variação excessiva desses preços.

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O câmbio e os fundamentos

Postado em 23 dEurope/London junho dEurope/London 2009

“A melhor explicação para a valorização do real é a liberdade de movimento de capitais (para funcionar exige que a taxa de juros interna seja igual à externa) que, simultaneamente, valoriza o câmbio e a Bovespa. Se tomarmos como base 2 de janeiro de 2009 e calcularmos a taxa líquida de retorno em dólares da Bovespa, vamos verificar que um dólar entrado naquele dia, teria rendido, no dia 16 de junho, nada menos do que 52% bruto e 36% líquido, ou seja, quase 6% ao mês contra menos de 2% ao ano no mercado internacional! A “super” valorização do real não é, certamente, apenas resultado das virtudes de nossa economia (…)”

Antonio Delfim Netto é professor emérito da FEA-USP, ex-ministro da Fazenda, Agricultura e Planejamento, in Valor Econômico, 23/06/2009.<-->

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Crises são intrínsecas à lógica das economias monetárias

Postado em 22 dEurope/London junho dEurope/London 2009

A reestruturação do sistema monetário internacional

Por Fernando Ferrari Filho e Luiz Fernando de Paula

Fonte: Valor Econômico (22/06/2009)

O resgate das ideias de Keynes acerca de políticas fiscal e monetária ativas são essenciais atualmente

A presente crise financeira internacional – diga-se de passagem, inicialmente restrita às instituições financeiras americanas que se envolveram com créditos hipotecários de alto risco (subprime) e posteriormente dinamizada globalmente, uma vez que grande parte dessas hipotecas foi securitizada e distribuída a investidores do mercado financeiro -, cujo desdobramento acabou afetando profundamente a atividade econômica tanto dos países desenvolvidos, em maior escala, quanto dos países emergentes, tem gerado um consenso acerca da necessidade de se reestruturar o sistema monetário internacional (SMI), condição imprescindível para que a economia mundial volte a experimentar períodos de estabilidade e de crescimento dos níveis de produto e emprego.

Indo nessa direção, em abril passado o presidente do Banco Popular da China e os países membros do G-20 apresentaram algumas propostas que visam reestruturar o SMI. O presidente do banco chinês sugeriu a substituição do dólar como moeda de conversibilidade internacional por uma moeda universal, soberana e independente das decisões dos bancos centrais nacionais. De outro lado, o G-20 propôs, além da criação de uma linha de crédito emergencial de cerca de US$ 1,1 trilhão para aumentar o volume de funding do Fundo Monetário Internacional e dos bancos de desenvolvimento multilaterais e para financiar o comércio mundial, marcos regulatórios para o sistema financeiro – principalmente dos hedge funds -, reforma das instituições financeiras e restrições aos paraísos fiscais, entre outras medidas. Leia o resto do artigo »

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O estado das coisas

Postado em 22 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Por Luiz Carlos Bresser-Pereira

Fonte: Folha de SP (22/06/09).

Ninguém pode assegurar que as políticas adotadas serão suficientes para tirar a economia mundial da crise

AINDA estamos em plena crise financeira global. A previsão de crescimento para os países ricos é negativa; para os países em desenvolvimento, excluídos a China e a Índia, deverá estar próxima de zero. O Brasil, ainda que menos atingido, não é exceção: ficará também sem crescimento do PIB em 2009.

Em toda parte o desemprego continua a aumentar. Para os países ricos, a previsão é que em meados de 2010 suas economias começarão a reagir, mas só saberemos se isso é verdade no último quartil do ano. É consenso que esta é a crise econômica mais grave que o mundo enfrenta desde a Grande Depressão de 1930.

Existe também razoável consenso em relação a sua principal causa. Não se limitam apenas ao fato de que os sistemas financeiros são inerentemente instáveis, de que os mercados financeiros são opacos facilitando a especulação e o surgimento de euforias ou de bolhas seguidas por pânico e recessão. Leia o resto do artigo »

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As mensagens tóxicas de Wall Street

Postado em 21 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Um dos legados desta crise será uma batalha de alcance global em torno de idéias. Ou melhor, em torno de que tipo de sistema econômico será capaz de trazer o máximo de benefício para a maior quantidade de pessoas. É possível que a crise atual não tenha ganhadores. Mas sem dúvida produziu perdedores e, entre esses, os defensores do tipo de capitalismo praticado nos EUA ocupam lugar de destaque. A análise é de Joseph Stiglitz.

Fonte: Carta Maior (16/06/2009)

Toda crise tem um fim, e ainda que hoje as coisas pareçam obscuras, esta crise econômica também passará. O certo em todo caso é que nenhuma crise, e muito menos uma tão grave como a atual vai-se sem deixar um legado. Um dos legados desta crise será uma batalha de alcance global em torno de idéias. Ou melhor, em torno de que tipo de sistema econômico será capaz de trazer o máximo de benefício para a maior quantidade de pessoas. Em lugar algum essa batalha é mais inflamada do que no chamado Terceiro Mundo. Algo como 80% da população mundial vive na Ásia, na América Latina e na África. Dentre esses, uns 1,4 bilhões subsistem com menos de 1,25 dólares por dia. Nos Estados Unidos, chamar alguém de socialista pode não ser mais que uma desqualificação exagerada. Em boa parte do mundo, contudo, a batalha entre capitalismo e socialismo – ou ao menos entre o que muitos estadunidenses consideram socialismo – segue na ordem do dia. É possível que a crise atual não tenha ganhadores. Mas sem dúvida produziu perdedores e, entre esses, os defensores do tipo de capitalismo praticado nos EUA ocupam lugar de destaque. No futuro, de fato, viveremos as consequências dessa constatação.

A queda do Muro de Berlim em 1989 marcou o fim do comunismo como uma idéia viável. Certamente, o comunismo se arrastava com problemas manifestos há décadas. Porém, depois de 1989 tornou-se muito difícil sair em sua defesa de maneira convincente. Durante um certo período parecia que a derrota do comunismo supunha a vitória segura do capitalismo, particularmente do capitalismo de tipo estadunidense. Francis Fukuyama chegou a proclamar “o fim da história”, definiu o capitalismo de mercado democrático como a última etapa de desenvolvimento social e declarou que a humanidade toda avançaria nessa direção. A rigor, os historiadores registrarão os 20 anos seguintes a 1989 como o breve período do triunfalismo estadunidense. O colapso dos grandes bancos e das entidades financeiras, o descontrole econômico subsequente e terminou com as tentativas caóticas de resgate. E também com o debate acerca do “fundamentalismo de mercado”, com a idéia de que os mercados, sem qualquer controle e restrição, podem por si sós assegurar prosperidade econômica e crescimento. Hoje, só o auto-engano poderia levar alguém a afirmar que os mercados podem auto-regular-se, ou que basta confiar no auto-interesse dos participantes no mercado para garantir que as coisas funcionem corretamente e de forma honesta. Leia o resto do artigo »

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