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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Conjuntura':

Os reconhecimentos a FHC

Postado em 8 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Blog do Emir Sader

Que cada um expresse aqui o reconhecimento que FHC pede.

Felizmente para a oposição, FHC não se contêm, não consegue recolher-se ao fim de carreira intelectual e política melancólicos que ele merece. E cada vez que fala, o apoio ao governo e a Lula aumentam.

Agora reaparece para reclamar que não se lhe dá os reconhecimentos que ele julga merecer. Carente de apoio popular, ele vai receber aqui os reconhecimentos que conquistou.

Em primeiro lugar, o reconhecimento das elites dominantes brasileiras por ter usado sua imagem para implementar o neoliberalismo no Brasil. Por ter afirmado que ia “virar a página do getulismo”. Por ter, do alto da sua suposta sapiência, dito a milhões de brasileiros que eles são “inimpregáveis”, que ele assim não governava para eles, que não tinham lugar no país que o tinha elegido e para quem ele governava. Leia o resto do artigo »

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Menos de 2% dos doutores vão para indústria, diz estudo

Postado em 8 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Com a recente média alcançada de cerca de 10 mil doutores formados por ano, o Brasil ainda não conseguiu levar esses profissionais para dentro das empresas, mantendo a maior parte na academia. Estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que apenas 1,9% dos 26 mil doutores empregados está na indústria, enquanto 66% permaneciam na universidade. Outros 18% estão empregados no setor público. Leia mais no Estadão online…

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Para uma recessão global, uma recuperação global

Postado em 8 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Uma retração global requer uma resposta global. Mas, até agora nossas respostas – para estimular e regular a economia global – têm sido largamente estruturadas no âmbito nacional e, com frequência, tratando insuficientemente o efeito sobre os outros. O resultado é que há menos coordenação do que deveria haver. Um estímulo pobremente desenhado e insuficiente significa que a retração durará mais, que a recuperação será mais lenta e que haverá mais vítimas inocentes no mundo. A análise é de Joseph Stiglitz.

Esta não é apenas a pior retração econômica global da era pós-Segunda Guerra; é a primeira séria retração global da era moderna de globalização. Os mercados financeiros estadunidesnes fracassaram em fazer o que deveriam ter feito – administrar risco e alocar bem o capital – e esses fracassos têm tido um impacto maior ao redor do mundo. A globalização, também, não realizou aquilo que deveria. Isso ajudou a espalhar as consequências dos fracassos dos mercados financeiros no mundo. O 11 de Setembro de 2001 nos ensinou que com a globalização não apenas coisas boas viajam mais facilmente através das fronteiras; coisas ruins também. E 15 de setembro de 2008 reforçou essa lição.

Uma retração global requer uma resposta global. Mas, até agora nossas respostas – para estimular e regular a economia global – têm sido largamente estruturadas no âmbito nacional e, com frequência, tratando insuficientemente o efeito sobre os outros. O resultado é que há menos coordenação do que deveria haver, assim como um menor e menos bem desenhado estímulo em relação ao adequado. Um estímulo pobremente desenhado e insuficiente significa que a retração durará mais, que a recuperação será mais lenta e que haverá mais vítimas inocentes. Dentre essas vítimas há muitos países em desenvolvimento – inclusive aqueles que têm tido políticas regulatórias e macroeconômicas muito melhores que as dos Estados Unidos e de alguns países europeus. Nos Estados Unidos uma crise financeira transformou-se numa crise econômica; em muitos países em desenvolvimento a retração econômica está criando uma crise financeira.

O mundo tem duas escolhas: ou nos movemos para um sistema regulatório global melhor, ou perdemos alguns dos importantes benefícios que resultaram da globalização. Mas continuar a administração status quo da globalização não é mais sustentável; muitos países estão pagando um preço alto demais. A resposta do G20 à crise econômica global, costurada nos encontros de novembro em Washington e de abril em Londres foi um começo – mas só um começo. Não fez o suficiente para encaminhar soluções para problemas de curto prazo nem enfrentou o tema da reestruturação necessária, no longo prazo, para prevenir uma outra crise. Leia mais na Carta Maior…

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Falta alguém no banco dos réus ao lado de Dantas

Postado em 7 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Paulo Henrique Amorim (blog)

. A denúncia do Procurador Rodrigo De Grandis atingirá,  inevitavelmente, a Comissão de Valores Mobiliários, a CVM,  instituição governamental encarregada de vigiar as roubalheira no mercado financeiro.

. E no caso de Dantas, virou o rosto para o outro lado.

. Acompanhe, amigo navegante, o que diz a nota do Ministério Público sobre os crimes de Dantas e sua suposta quadrilha: Leia o resto do artigo »

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Dantas abasteceu caixa do mensalão, diz Procuradoria

Postado em 7 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fui alvo dos dois ataques de Diogo Mainardi pela Veja – edição que saiu com 12 páginas de publicidade de empresas de Dantas – quando comecei a apontar as ligações dele com o valerioduto.

Respondi ao ataque, recebi 50 e-mails de apoio, nenhum publicado no Painel do Leitor, nenhuma manifestação de solidariedade. E a recomendação de Otávio Frias Filho para que não prosseguisse mais com a polêmica.

O tema desapareceu do jornal nos meses seguintes. Só havia espaço para os factóides criados pelo Opportunity. Leia mais no blog do Luís Nassif…

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Produção industrial em maio de 2009: recuperação gradual

Postado em 4 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Na avaliação do IEDI, o comportamento da produção em maio confirma que a indústria reage positivamente de forma firme e mais generalizada, apoiada na demanda interna. Há sinais mais consistentes de que a indústria se ajustou, o que deve abrir caminho para uma recuperação em ritmo que poderá ser mais forte no segundo semestre deste ano se as condições da economia internacional permitirem. As medidas anticíclicas recém-anunciadas pelo governo – prorrogação da desoneração de impostos para automóveis, motos, linha branca, material de construção e caminhões, farinha de trigo e pão e a redução de imposto para bens de capital, e, sobretudo, a redução do custo dos financiamentos do BNDES para a compra de máquinas e equipamentos – devem favorecer essa reação da indústria. Leia mais…

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Inovação e desenvolvimento em tempos de crise

Postado em 4 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Eduardo Gomes e Rodrigo L. Medeiros

Fonte: Monitor Mercantil (04/07/09)

A preocupação de parcelas expressivas do empresariado brasileiro com a temática da inovação merece destaque positivo. Os debates iniciaram-se há algum tempo, porém a crise econômica presente reforça a necessidade de se passar rapidamente do discurso à prática.

Chama a atenção o fato de apenas 28% do empresariado conhecer as linhas específicas de crédito do BNDES. A pesquisa foi realizada pela Fiesp para sondar como anda o conhecimento dos empresários sobre a Lei de Inovação, de dezembro de 2004. Esta, por sua vez, ainda é muito pouco conhecida pelo empresariado.

Um arcabouço institucional capaz de estreitar a colaboração entre academia e empresariado chegou a entusiasmar no primeiro momento. No entanto, mudanças de mentalidades demandam tempo e esforços coletivos. Esse parece ser um momento oportuno para tanto, pois a crise econômica presente demanda políticas públicas mais ousadas no campo dos estímulos à inovação e ao desenvolvimento. Leia o resto do artigo »

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Juro civilizado versus usura

Postado em 3 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por João Francisco Salomão

Fonte: Monitor Mercantil (03/07/09)

A pesquisa regionalizada do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que o setor manufatureiro teve sensível evolução em março em relação a fevereiro, mas experimentou acentuada queda em relação a igual período de 2008. Corroborando este dado, o indicador de evolução da produção da Confederação Nacional da Indústria (CNI) referente ao primeiro trimestre de 2009 é o menor da série histórica desde 1999. A entidade constata que a queda da atividade industrial intensificou-se em comparação com os três últimos meses de 2008, com reflexos diretos na taxa de desemprego.

A análise atenta dessas estatísticas evidencia que a recuperação verificada no setor automotivo, estimulada pela redução de impostos, está longe de representar uma tendência generalizada de retomada mais rápida da atividade industrial. A diminuição de tributos é importante e bem-vinda, como começa a ocorrer agora com a linha branca, mas insuficiente para o enfrentamento de uma crise mundial tão grave como a atual.

É necessária ação mais ampla e firme do governo, em especial no tocante à normalização do crédito. É preciso reconhecer as boas intenções das autoridades econômicas nesse sentido, com a flexibilização dos depósitos compulsórios no Banco Central, redução das metas de superávit primário e redução da Selic nas últimas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom). São medidas que ampliam a oferta de dinheiro no sistema financeiro e, em tese, contribuem para a redução da taxa real de juros. Leia o resto do artigo »

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