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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Conjuntura':

As opções muito limitadas de Obama

Postado em 3 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Obama tem sofrido pressões consideráveis, principalmente das forças conservadoras dentro dos Estados Unidos, para assumir uma posição “mais dura” sobre as eleições iranianas e em outros temas. O que pode um presidente fazer? Refugiar-se na famosa citação de John F. Kennedy, uma citação que Obama fez mais que uma vez: “Não devemos nunca negociar por medo, mas nunca devemos ter medo de negociar.” Isto não quer dizer que o presidente dos EUA seja impotente. Significa apenas que o melhor que pode fazer é negociar, ao mesmo tempo que se esquiva das críticas em casa. A análise é de Immanuel Wallerstein.

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Governadores acham que Reforma do Estado é fundamental para melhorar gestão pública

Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Durante 7º Congresso Internacional Brasil Competitivo, governadores ressaltam a importância de desburocratizar para melhorar a gestão pública. Leia mais…

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A supremacia dos superbacharéis

Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Wilson José Vieira, Engenheiro Nuclear, Ph.D.

Fonte: Democracia e Transparência em C&T

A pós-graduação no Brasil é um sucesso inquestionável. Exibimos com legítimo orgulho a formação de quase 10.000 doutores por ano, mais de 2% da produção científica mundial, a 13ª posição no ranking de número de artigos científicos publicados, Petrobrás, Embraer, Embrapa e outros exemplos de nossa grandeza em Ciência e Tecnologia (C&T). Muito bom. Mas, podemos fazer melhor?

Somos um país enorme. O Brasil possui inúmeros professores e pesquisadores excelentes que o engrandecem mundialmente. Temos milhares de excelentes alunos que vão contribuir decisivamente para nosso desenvolvimento. Temos milhares de homens e mulheres altamente qualificados formados para ajudar no desenvolvimento de nossa sociedade e especializados nas várias subáreas de subáreas de subáreas do conhecimento científico. No entanto, também temos inúmeros professores e pesquisadores doutores que orientam dezenas de teses semelhantes, que publicam centenas de artigos semelhantes, que muitas vezes têm muito pouco a contribuir para o desenvolvimento em C&T e para a solução dos problemas reais do País.

O problema se agrava quando são escolhidas linhas de pesquisa de interesse dos países tecnologicamente dominantes e de suas grandes editoras de periódicos internacionais. Nesse caso, é possível que ciência, feita e paga aqui, possa eventualmente se transformar em tecnologia lá fora e, eventualmente, poderíamos importar produtos com essa tecnologia, pagando caro, muito caro. No entanto, esses trabalhos interessam muito mais aos próprios autores, cuja motivação principal é pertencer à “Casta dos Superbacharéis” (CB, Opinião, 7/2/09). Leia o resto do artigo »

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An Incoherent Truth

Postado em 30 dEurope/London julho dEurope/London 2009

By Paul Krugman

Right now the fate of health care reform seems to rest in the hands of relatively conservative Democrats – mainly members of the Blue Dog Coalition, created in 1995. And you might be tempted to say that President Obama needs to give those Democrats what they want. Op-Ed Columnist

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O combate à lavagem de dinheiro

Postado em 26 dEurope/London julho dEurope/London 2009

A partir dos anos 90, o Banco Central e órgãos reguladores, como a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), foram cúmplices de processos de lavagem de dinheiro no país. Não só fecharam os olhos para crimes ostensivos – como o de brasileiros residentes aplicando em fundos instalados em paraísos fiscais e que retornavam ao país na forma de capital externo – como estimularam esse jogo, como no episódio do Banco Araucária atuando em Foz do Iguaçu. Leia mais em Luís Nassif…

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Celso Furtado não merecia isso

Postado em 26 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Promessa de campanha do presidente Lula, a Sudene foi recriada, mas, na prática, sobrevive sem força política e recursos

Fonte: JORNAL DO COMÉRCIO, Recife (25/07/2009).

Bem diferente da obra do seu principal idealizador, o economista paraibano Celso Furtado (1920-2004), a Sudene parece a cada dia mais dissociada dos ventos que empurram a economia do Nordeste para um crescimento acima da média nacional. Promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a recriação da autarquia de fato aconteceu. Mas não há motivo para festa. Na prática, a Sudene sobrevive sem força política, sem recursos e quase sem pessoal. Pode-se até dizer que a recriação não adiantou de nada. No ano do cinquentenário do clássico Formação Econômica do Brasil (leia matéria vinculada), de Celso Furtado, a Sudene nada mais é do que um monumento a uma fracassada e quase inexistente política de desenvolvimento regional. Definitivamente, um dos mais destacados intelectuais do Brasil não merecia isso.

A Sudene ocupa hoje apenas parte da Ala Norte do edifício de 13 andares que já abrigou seus mais de 3 mil funcionários, nos tempos áureos, e que foi tomado por varas da Justiça do Trabalho. Tem um quadro de 140 funcionários e já recusa cartas-consultas para concessão de incentivos fiscais do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) porque o seu orçamento de 2009, da ordem de R$ 1,4 bilhão, está praticamente todo comprometido com o projeto da Ferrovia Transnordestina, da Transnordestina Logística (antiga Companhia Ferroviária do Nordeste, CFN), que absorve R$ 1,3 bilhão, a ser liberado com a execução da obra. Mesmo que isso não ocorra, os recursos estão empenhados e não podem ser destinados a outros projetos privados. Leia o resto do artigo »

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Os barões da mídia

Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Mauricio Dias

Depois de muita hesitação, o presidente Lula abriu caminho para a realização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação, marcada para dezembro. Entra em pauta, pela primeira vez no Brasil, a discussão sobre a imprensa, suas virtudes e vícios.

Dois livros, lançados recentemente, ajudam na reflexão sobre o papel da mídia no Brasil e em toda a América Latina e põem foco em uma questão crucial para a democracia: o monopólio da informação.

A Batalha da Mídia (Editora Pão e Rosas) é de Dênis de Moraes, jornalista e doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ. A Ditadura da Mídia (Editora Anita Garibaldi) é do jornalista e secretário de comunicação do PCdoB, Altamiro Borges.

Os dois textos abaixo, escritos pelos dois autores a pedido do colunista, iluminam melhor a compreensão dos livros que escreveram. Leia mais em Carta Capital…

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Sobre o caso Sarney

Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Luís Nassif

Um minuto depois de jurar que jamais colocaria “um alfinete para atrapalhar uma investigação” [do Ministério Público], o presidente Luiz Inácio Lula da Silva jogou um caminhão inteiro de mísseis, não de alfinetes, no caminho dos procuradores.

Disse o presidente, na posse do procurador-geral da República: “Um dia vai aparecer alguém que vai achar que vocês são demais e vai propor mudanças no Congresso Nacional. Sabemos que a mudança nunca será por mais liberdade e sim por mais castramento”.

Lula sabe perfeitamente que o Congresso Nacional está discutindo limites à atuação dos procuradores, ou seja, que já apareceu alguém que quer “castrar” esse pessoal que, descontados alguns abusos, tem sido de extraordinária valia para a República.

A frase de Lula roça até na ameaça, ainda mais que ela está claramente vinculada à descabelada tese segundo a qual nem todos são iguais perante a lei, posto que um político como José Sarney não pode ser tratado como “pessoa comum”.

Ante os procuradores, Lula insistiu nessa rematada tolice, ao dizer que o investigador “tem que pensar não apenas na biografia de quem está investigando, mas na de quem também está sendo investigado” (a reprodução é literal de uma frase algo pedregosa).

Não, presidente, quem tem que pensar na biografia é o próprio biografado, que não pode cometer crimes, trambiques ou imoralidades. É correto, presidente, o investigador inocentar um assassino só porque, nos 50 anos anteriores, sua biografia era exemplar?

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