Postado em 20 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
A produtividade industrial apresentou queda de 8,0% no primeiro semestre de 2009, seguindo a contração de 13,4% na produção física e de 5,8% nas horas pagas. O resultado bastante negativo no semestre mostra que houve uma pequena recuperação ao longo dos primeiros meses do ano, pois no primeiro trimestre o recuo na produtividade foi de 10,0%. Em termos de tendência da produtividade observa-se que o ajuste para minorar os impactos da crise pelas empresas tem sido na direção de reduzir o emprego e as horas pagas.
Como a interrupção da trajetória de crescimento no último trimestre de 2008 implicou também a interrupção do ciclo expansivo de investimentos produtivos, e a correlação entre investimento e produtividade é positiva, a expectativa é a de que uma retomada do crescimento da produtividade a taxas sustentáveis dependerá da retomada dos investimentos, o que não está claro de ocorrer em futuro próximo. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 20 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
O governo decidiu taxar com uma alíquota de 2% o capital estrangeiro que entrar no País para aplicações em renda fixa e ações. O intuito é evitar uma valorização exagerada do real e a criação de uma bolha decorrente do excesso de liquidez internacional. Para o conselheiro informal do presidente Lula para assuntos econômicos, Luiz Gonzaga Belluzzo, a medida poderia até ser mais radical. Ele defende, há muito tempo, maior intervenção do Banco Central no câmbio.
- Na verdade, quem está contra a taxação quer cuidar dos próprios investimentos, dos interesses próprios. O governo tomou uma medida que, na minha opinião, deveria ser mais radical. Deveria ter alterado a forma de atuação do Banco Central no mercado de câmbio – avalia Belluzzo, ex-secretário do Ministério da Fazenda.
Clique aqui para ler o resto da entrevista.
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Postado em 5 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Por Nouriel Roubini
Nos dez meses desde que George W. Bush saiu de cena, o governo Obama retratou as tarefas que enfrenta como uma série de desafios decorrentes basicamente de uma péssima herança presidencial. Da economia à saúde, da Rússia à Coreia do Norte e ao Irã, palavras como “resgate”, “reforma”, “redefinição” e “reengajamento” se destinam a salientar que o problema foi criado no plantão de outra pessoa. Isto é particularmente verdadeiro na arena geopolítica, um dos poucos lugares em que um presidente tem ampla margem de manobra para agir independentemente do Congresso.
Para a maioria dos presidentes, o prazo de vencimento dessa abordagem retórica é, aproximadamente, de dois anos – o período entre a posse e a primeira eleição de meio de mandato. Depois disso, a regra geralmente é “quebrou, comprou”. Mas, para Barack Obama, os acontecimentos conspiraram para encurtar muito essa lua de mel. Clique aqui para ler o artigo na íntegra.
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Postado em 1 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Por João Sicsú
Fonte: Valor Econômico (30/09/2009)
A taxa de câmbio é um elemento-chave de um projeto de desenvolvimento. Essa constatação é fundamental: além de ser essencial para auxiliar o esforço de crescimento econômico, a administração cambial deve ser compreendida como um instrumento nevrálgico que deve fazer parte de um projeto de desenvolvimento. A macroeconomia e seus preços básicos, isto é, juros e câmbio, podem definir os rumos de uma sociedade, se esta está caminhando em direção ao progresso ou ao atraso.
Em relação à taxa de câmbio, já foi percebido que existe uma tendência forte à sua valorização nos países em desenvolvimento, devido às possibilidades econômicas que caracterizam esses países. Tais economias podem ser exportadoras de itens básicos, podem ser atrativas para o investimento direto estrangeiro ou podem ainda ter ativos financeiros atraentes. Portanto, essas economias podem sofrer de doença holandesa ou de outras enfermidades cambiais valorizativas. Leia o resto do artigo »
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Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Da BBC Brasil
Uma reportagem publicada nesta quarta-feira na edição online da revista americana Time diz que, ao mediar a crise hondurenha, o Brasil se tornou “o primeiro contrapeso real” à influência americana “no hemisfério ocidental”.
Considerando que o Brasil foi “trazido” para o coração do imbróglio pelos vizinhos, mais especificamente pela Venezuela do presidente Hugo Chávez, a revista diz que “Brasília se vê no tipo de centro das atenções diplomático do qual no passado procurou se afastar”.
Entretanto, diz a Time, o país “não deveria se surpreender” com o fato de ser chamado a assumir tal responsabilidade. Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Do quadro das profecias auto-realizáveis:
“O mercado financeiro elevou, na última semana, a sua estimativa para a inflação em 2010, ao mesmo tempo, também passou a prever um aumento maior na taxa básica de juros no ano que vem, segundo o relatório de mercado, documento divulgado pelo Banco Central que traz as projeções dos economistas das instituições financeiras.”
O BC já deu a senha ao “prever”, com extraordinário tirocínio, que a inflação do próximo ano será maior por conta do aumento dos gastos públicos.
Clique aqui
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Postado em 25 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
“Vocês vão ter que acreditar num golpista ou em mim”, disse o presidente Lula, em Pittsburgh, pouco antes de partir rumo ao jantar oferecido pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para os chefes de Estado e de governo que participam da reunião do G20, que está sendo realizada na cidade americana. Leia mais no Conversa Afiada…
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Postado em 25 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Fonte: Wharton Universia.net
Quando a economia passa por dificuldades, a alta gerência normalmente coloca a empresa sob a lente do microscópio na tentativa de identificar onde cortar ou controlar melhor os custos que estão corroendo o lucro. Contudo, concentrar toda a atenção nos gastos talvez não seja a melhor forma de ajudar a empresa a melhorar seu desempenho. Uma saída mais inteligente consiste em analisar a situação da empresa de modo mais abrangente.
“Analise em profundidade o modo como você faz negócios”, aconselha Raphael Amit, professor de administração da Wharton, em um novo estudo: “Inovação do modelo de negócio: criando valor em tempos de mudanças”. Amit e Christoph Zott, professor de empreendedorismo da Escola de Negócios IESE, explicam que tornar um modelo de negócio mais inovador é o segredo para o sucesso duradouro de qualquer empresa. “Em outras palavras, o que propomos é uma alternativa ao corte de custos”, diz Amit. “Em vez de cortar custos para preservar seu resultado final, você aumenta o faturamento e o resultado final descobrindo novas formas de fazer negócios.” Leia o resto do artigo »
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