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29 DICAS PARA ESCREVER BEM

Posted By Gustavo On 29 fevereiro, 2008 @ 5:04 pm In | No Comments

 1. Vc. deve evitar ao máx. abrev., etc.
 
 2. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita
 demasiadamente rebuscado, segundo deve ser do
 conhecimento inexorável dos copidesques. Tal prática
 advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo
 narcisístico.
 
 3. Anule aliterações altamente abusivas.
 
 4. “não esqueça das maiúsculas”, como já dizia dona
 loreta, minha professora lá no colégio alexandre de
 gusmão, no ipiranga.
 
 5. Evite lugares-comuns assim como o diabo foge da cruz.
 
 6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é
 desnecessário.
 
 7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem
 portuguesa estão in.
 
 8. Chute o balde no emprego de gíria, mesmo que sejam
 maneiríssimas, tá ligado na fita, mano?
 
 9. Palavras de baixo calão podem transformar sua porra de
 texto numa merda.
 
 10. Nunca generalize: generalizar, em todas as situações,
 sempre é um erro.
 
 11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai
 ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai
 fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto
 onde a palavra se encontra repetida.
 
 12. Não abuse das citações. Como costuma dizer meu
 amigo: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.
 
 13. Frases incompletas podem causar
 
 14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma
 coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada
 argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique
 repetindo a mesma idéia.
 
 15. Seja mais ou menos específico.
 
 16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
 
 17. A voz passiva deve ser evitada.
 
 18. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula
 especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de
 interrogação
 
 19. Quem precisa de perguntas retóricas?
 
 20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas
 desconhecidas.
 
 21. Exagerar é cem bilhões de vezes pior do que a
 moderação.
 
 22. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-
 las-ei!”
 
 23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres
 numa galinha.
 
 24. Não abuse das exclamações! Nunca! Seu texto fica
 horrível!
 
 25. Evite frases exageradamente longas, pois estas
 dificultam a compreensão da idéia contida nelas, e,
 concomitantemente, por conterem mais de uma idéia
 central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível,
 forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-la em seus
 componentes diversos, de forma a torná-las
 compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas,
 parte do processo da leitura, hábito que devemos
 estimular através do uso de frases mais curtas.
 
 26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língüa
 portuguêza.
 
 27. Seja incisivo e coerente, ou não.
 28. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar
 deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade, com certeza você
 vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação
 de que as
 coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto,
 tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar
 repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando
 em não estar falando desta maneira irritante.

 29. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá
 agüentar já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem
 parar.

(…) Comunicado assinado conjuntamente pelo diretor de Redação, Otavio Frias Filho, e pela editora-executiva, Eleonora de Lucena, elenca as diretrizes básicas para a chamada mudança editorial.

(…) São as seguintes as diretrizes propostas pelo comando do jornal para a mudança editorial em curso:

1. Organizar a pauta selecionando mais os assuntos e priorizando as abordagens exclusivas dos fatos de relevo. Buscar o furo como prioridade máxima. Ter um planejamento de médio e longo prazo para o desenvolvimento de pautas mais abrangentes.

2. Na produção, cuidar para ampliar o número de fontes, buscar o contraditório e sempre entender o contexto e os interesses que cercam a notícia. Não hesitar em pautar histórias que revigorem o prazer da leitura.

3. Na elaboração dos textos, trabalhar com concisão e didatismo. Observar a necessidade de a redação ter: a) frases e parágrafos curtos (máximo de 10 linhas justificadas); b) uso de aspas apenas quando houver relevância ou quando a declaração for curiosa; c) emprego de números e cifras com mais critério, lembrando sempre de relacionar a parte e o todo; d) preocupação com as nuances, os matizes de argumentos e fatos, fazendo relatos com fidelidade, sem tentar enquadrá-los em categorias preconcebidas; e) a memória do caso e suas inter-relações; f) narração clara e fácil, evitando jargões; e g) conexão com a vida prática dos leitores.

4. Na edição, ter a preocupação de oferecer um produto mais compacto e integrado, sem reduzir espaço reservado a artes e fotos. É necessário reforçar a hierarquia nas páginas. Ajuste gráfico em curso auxiliará nessa tarefa. É preciso dar visibilidade ao “outro lado” e usar com mais frequência recursos como: a) “análise”; b) “perguntas e respostas” / “para entender o caso”; c) “quem ganha e quem perde”; d) “saiba mais”; e e) “e eu com isso?”.

DICAS JORNALÍSTICAS

1. Organizar a pauta selecionando mais os assuntos e priorizando as abordagens exclusivas dos fatos de relevo. Buscar o furo como prioridade máxima. Ter um planejamento de médio e longo prazo para o desenvolvimento de pautas mais abrangentes.

2. Na produção, cuidar para ampliar o número de fontes, buscar o contraditório e sempre entender o contexto e os interesses que cercam a notícia. Não hesitar em pautar histórias que revigorem o prazer da leitura.

3. Na elaboração dos textos, trabalhar com concisão e didatismo. Observar a necessidade de a redação ter: a) frases e parágrafos curtos (máximo de 10 linhas justificadas); b) uso de aspas apenas quando houver relevância ou quando a declaração for curiosa; c) emprego de números e cifras com mais critério, lembrando sempre de relacionar a parte e o todo; d) preocupação com as nuances, os matizes de argumentos e fatos, fazendo relatos com fidelidade, sem tentar enquadrá-los em categorias preconcebidas; e) a memória do caso e suas inter-relações; f) narração clara e fácil, evitando jargões; e g) conexão com a vida prática dos leitores.

4. Na edição, ter a preocupação de oferecer um produto mais compacto e integrado, sem reduzir espaço reservado a artes e fotos. É necessário reforçar a hierarquia nas páginas. Ajuste gráfico em curso auxiliará nessa tarefa. É preciso dar visibilidade ao “outro lado” e usar com mais frequência recursos como: a) “análise”; b) “perguntas e respostas” / “para entender o caso”; c) “quem ganha e quem perde”; d) “saiba mais”; e e) “e eu com isso?”.


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