Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2010
Por Carlos Lessa
Li com atenção, na semana passada, o diálogo do presidente Henrique Meirelles com Wall Street. Segundo o jornalista Alex Ribeiro, a pergunta recorrente foi “porque o mercado financeiro doméstico anda tão nervoso com câmbio e juros?”.
Aparentemente, a delegação do Banco Central viajou para garantir a imagem de um processo sucessório bem tranquilo. Certamente, a presença de Henrique Meirelles e sua palavra quanto ao processo sucessório foi absolutamente tranquilizadora. Afinal de contas, há pouco tempo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, declarou que o dólar brasileiro deveria ficar a R$ 2,70. Segundo o ministro, com essa cotação o Brasil seria industrialmente competitivo com a China e com a Índia. Como nada aconteceu no mercado de câmbio, a dedução nossa e de Wall Street é que o presidente Meirelles tem controle total e completo sobre os juros e o dólar e sua presença em New York reitera a total confiança de Wall Street. Tanto é assim que banqueiros americanos afirmaram que decisões imediatas do BC sobre câmbio e juros já não afetam mais as decisões de investimentos estrangeiros no Brasil. A presença do presidente Meirelles foi a garantia de que “tudo continua como antes no Quartel de Abrantes” ou, como os ingleses em Gibraltar, o presidente Meirelles é inamovível. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2010
Por José Paulo Kupfer
Quem lê alguns dos meus textos recentes – “a inflação ainda não definiu o rumo”, “melhorar o Focus”, “você tem certeza de que já é hora de puxar o freio na economia”, “compulsório: por que voltou?” – pode ficar com a impressão de que estou entre os que acredita na hipótese de o Copom não ser obrigado, se de fato observar o rumo da conjuntura, a reiniciar tão cedo um ciclo de alta nos juros básicos. A esses, gostaria de dizer que, se dei essa impressão, ela é falsa. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2010
A produção industrial cresceu em 13 das 14 regiões investigadas pelo IBGE em janeiro de 2010, na comparação com dezembro de 2009, segundo divulgou há pouco o instituto. Nessa comparação, as regiões que registraram os principais avanços foram o Espírito Santo (5,6%), Ceará e Pernambuco (com 5,4% cada) e Paraná (4,0%). As demais altas foram observadas nos seguintes locais: região Nordeste (3,7%), Rio Grande do Sul (3,2%), São Paulo (3,0%), Pará (3,0%), Bahia (2,5%), Goiás (2,2%), Minas Gerais (1,7%), Santa Catarina (1,1%) e Rio de Janeiro (0,3%). No caso do Amazonas, houve estabilidade (0,0%). Ainda ante o mês anterior, a produção industrial nacional cresceu 1,1%, conforme divulgou o IBGE no início da semana passada. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2010
Uma pesquisa feita pela empresa americana de recursos humanos Manpower colocou o Brasil como sendo o país com a segunda maior expectativa de criação de empregos para o segundo trimestre de 2010 entre os 36 países e territórios analisados. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2010
Grupo deverá definir, aprovar e promover políticas e projetos comuns para impulsionar, a partir das mais relevantes áreas do conhecimento, a meta da integração assumida pela Unasul
Representantes dos países-membros da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) reuniram-se em Quito, nos dias 1º e 2 de março, para elaborar o estatuto e o plano de ação do Conselho de Educação, Cultura, Ciência, Tecnologia e Inovação (Coseccti) da entidade. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2010
Em razão da crise financeira na Grécia, a França e a Alemanha, maiores economias da zona do euro, estudam a criação de um Fundo Monetário Europeu, que funcionaria de forma semelhante ao Fundo Monetário Internacional (FMI), para reforçar a cooperação econômica e ajudar países endividados do bloco. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2010
Por Yoshiaki Nakano
Com a recuperação da economia brasileira, as importações estão voltando a crescer rapidamente e as previsões são de um déficit em transações correntes de mais de US$ 50 bilhões neste ano. Mantida a tendência, o déficit poderá atingir US$ 80 bilhões em 2011, com déficit na balança comercial depois de muitos anos de superávit.
Além da recuperação econômica, esse quadro deve-se à sobreapreciação do real. O aumento do compulsório dos bancos comerciais e a sinalização clara, pelo Banco Central, de que a taxa de juros sofrerá elevação, deve agravar o quadro de sobre apreciação, pois a elevação da taxa de juros neutralizará os efeitos sobre os custos de IOF dos especuladores com o real. Volto a recolocar neste artigo algumas questões de fato muito simples para desmistificar a ideia de que a taxa de câmbio flutuante responderia antecipadamente a esse déficit, fazendo o ajuste necessário. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 6 dEurope/London março dEurope/London 2010
Por Mauro Santayana
Fonte: JB (Coisas da Política)
Em debate na TV-Educativa do Paraná, que será exibido no próximo domingo, o jornalista José Augusto Ribeiro narrou um episódio que mostra a altivez de Tancredo. Na viagem que fez aos Estados Unidos, logo depois de eleito, o presidente esteve com Reagan e seu secretário de Estado, George Shultz, na Casa Branca, e, em seguida, visitou o Congresso. O presidente Reagan estava mais interessado em conversar sobre os signos do zodíaco. Com Shultz, Tancredo foi firme ao dizer-lhe que esperava dos Estados Unidos o tratamento que merecem as nações soberanas e conscientes de sua independência. No Congresso, que estava em recesso, foi recebido pela Comissão de Relações Exteriores, reunida para a ocasião. Um senador tocou no assunto da Nicarágua. Naqueles meses, a administração Reagan, diante da vitória eleitoral de Ortega e da discussão de nova Constituição, determinara o embargo contra Manágua, e medidas mais drásticas estavam sendo planejadas. Tancredo, em resposta a um senador, disse, bem devagar, a fim de favorecer a tradução: “O Brasil não permitirá a invasão militar norte-americana contra a Nicarágua”. José Augusto se lembra de que o embaixador norte-americano no Brasil, Diego Asencio, presente ao encontro, ficou lívido, mas ele não tinha razões para surpreender-se com a posição de Tancredo. Meses antes, como governador de Minas, ele o recebera nas Mangabeiras, e, depois de uma conversa amável, lhe disse que as relações de troca entre o chamado Primeiro Mundo e os países em desenvolvimento eram profundamente injustas. Lembrou-lhe que os países ricos se nutriam da miséria dos pobres, ao pagar preços baixos pelas matérias-primas e cobrar muito caro pelas máquinas, insumos industriais e remédios, sem esquecer que se negavam a transferir tecnologia. Leia o resto do artigo »
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