Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2010
Por José Paulo Kupfer
Começa, nesta terça-feira, a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que decidirá amanhã a taxa básica de juros a vigorar até o fim de abril. Entre as pitonisas do mercado financeiro, há uma divergência em relação ao momento em que o Copom decidirá dar início a um novo ciclo de elevações nos juros. Entre os analistas, a tendência dominante, mas não esmagadora, é a de que a retomada das altas não se dará agora em março, mas na próxima reunião, prevista para 27 e 28 de abril. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2010
Os EUA são o único país do mundo desenvolvido em que a saúde foi transformada em mercadoria e o seu provimento entregue ao mercado privado das seguradoras. Os resultados são assustadores. 49 milhões de cidadãos não têm seguro de saúde e 45 mil morrem por ano por falta dele. O artigo é de Boaventura de Sousa Santos. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2010
Ante a deterioração do mercado de trabalho nos anos 90, os ideólogos do PSDB culpavam os trabalhadores
Esqueçam o que eu fiz. Poderia ser essa a resposta de Fernando Henrique Cardoso sobre o tema geração de empregos. A vantagem de Lula nesse quesito é abissal.
Enquanto a economia no período de FHC criou 797 mil postos de trabalho com carteira assinada, sobretudo após a recuperação entre 2000 e 2002, quando a desvalorização do real impulsionou as exportações, na era Lula foram quase 9 milhões de empregos formais. A taxa de formalização pela primeira vez ultrapassou a marca de 50% da força de trabalho. O fenômeno recente derruba mais um dogma dos anos 90 alimentado pelos neoliberais: o de que a economia globalizada havia decretado a morte dos empregos com carteira assinada. Foi o tempo em que o ministro do Trabalho de FHC, Edward Amadeo, lançou o neologismo “inempregável”, como se a culpa da falta de vagas fosse de quem buscava uma colocação e não dos problemas da economia. Outro herói do período foi o economista José Pastore, da USP, sempre pronto a defender uma maior flexibilidade das leis trabalhistas ante a nova realidade. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2010
A Polícia Federal (PF) investiga a possibilidade da Sadia ter usado operações bancárias ligadas à exportação para fraudes cambiais, antes de se fundir à Perdigão. Clique aqui para ler mais.
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