Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2010
Os dados divulgados hoje pelo IBGE permitem traçar um perfil dos setores industriais regionais do País no que diz respeito à distância que cada um deles guarda com relação aos níveis de produção do período pré-crise. Ao se considerar a série dessazonalizada do índice de produção industrial, observa-se que a indústria brasileira como um todo ainda apresenta, em janeiro de 2010, um nível de produção 4,9% abaixo do registrado em setembro de 2008 – mês em que ocorreu o agravamento da crise internacional. Pode-se afirmar que esse resultado reflete muito mais particularidades regionais do que a dinâmica da indústria nacional propriamente dita. Um indicador disso é o que vem ocorrendo com a indústria mais estruturada, diversificada e encadeada do Brasil, qual seja, a indústria de São Paulo, cujo nível de produção superou, em janeiro último, o patamar pré-crise: a produção paulista é 0,6% maior do que a produção correspondente a setembro de 2008. Nesse sentido, uma análise apoiada no centro industrial do país permite afirmar que a indústria brasileira superou a crise internacional. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2010
Por Paul Krugman
Fonte: Estadão
Chegaram a mim boatos de que o Wall Street Journal teria publicado algo mais ou menos no seguinte sentido: “Krugman diz que os benefícios contra o desemprego não levam a um aumento no desemprego, mas em seu livro ele diz o contrário, nhé nhé nhé.” Será que eles são mesmo tão estúpidos assim? Provavelmente não – mas parecem pensar que você, leitor, é.
De todo modo, talvez agora seja um bom momento para explicar a diferença entre os fatores determinantes para a NAIRU – a taxa mínima de desemprego condizente com uma inflação estável – e os fatores determinantes para o desemprego num outro momento qualquer. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2010
Spin-offs nascem para fazer a intermediação entre estudos acadêmicos e as empresas
As empresas farmacêuticas brasileiras já se encontram em estágio de desenvolvimento suficiente para a fabricação de produtos farmacêuticos. E a pesquisa acadêmica na área é considerada igualmente avançada. Mas as duas não se entendem muito bem.
Pelo menos é o que afirmam especialistas, chamando a atenção para a cadeia intermediária do processo de descoberta de fármacos, que só agora começa a se desenvolver no país. Clique aqui para ler mais.
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