Postado em 2 dEurope/London março dEurope/London 2010
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
Uma alternativa é financiar o aumento dos gastos do Estado nos países ricos com impostos adicionais e progressivos Nos países ricos -nos EUA, na União Européia, no Japão-, a recuperação depois da crise financeira global de 2008 é lenta e insuficiente. O desemprego continua crescendo e já está em torno de 10% da população economicamente ativa. Apenas as Bolsas se recuperaram; mas isso não decorreu da melhoria da economia real, e sim do fato que os bancos centrais baixaram os juros e inundaram seus países de liquidez.
Dessa forma, essa recuperação é antes causa de preocupação do que de alegria, porque indica novas bolhas especulativas. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 2 dEurope/London março dEurope/London 2010
A presidente do Chile, Michelle Bachelet, anunciou, nesta terça-feira, um reforço no número de soldados nas ruas das cidades mais devastadas pelos terremotos do último sábado após o grande número de saques registrados nessas regiões. Segundo Bachelet, um total de sete mil soldados adicionais foram enviados para Concepción, segunda maior cidade do Chile, a 400 km de Santiago, localizada na área mas afetada pelo tremor, de magnitude 8,8. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 2 dEurope/London março dEurope/London 2010
O bibliófilo e empresário José Mindlin, de 95 anos, morreu na manhã deste domingo (28/2), em São Paulo, vítima de falência múltipla dos órgãos, ocorrida após complicações cardíacas e pulmonares. Ele estava internado havia um mês para tratar uma pneumonia. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 2 dEurope/London março dEurope/London 2010
Roubini Global prevê que déficit em conta corrente vai dobrar este ano
Por Patrícia Campos Mello
O déficit em conta corrente do Brasil vai dobrar em 2010, deixando o País muito mais vulnerável às condições de financiamento externo. Essa é a previsão da consultoria Roubini Global Economics (RGE), do economista Nouriel Roubini, um dos poucos que previram a crise financeira mundial.Bertrand Delgado, economista da RGE responsável pela América Latina, prevê que o déficit vai passar do 1,55% atual para 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB) no fim deste ano. “Não teremos risco de problema de balanço de pagamentos, mas a economia brasileira vai ficar muito mais sensível às condições de financiamento externo e ao apetite por risco global”, disse ele ao Estado, em teleconferência com investidores. Clique aqui para ler mais.
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