Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Para De Sanctis, medidas sugeridas pela ONU, como o estabelecimento de crime de enriquecimento ilícito, são mais eficazes. Segundo magistrado, o país se ressente de mecanismos para investigar corrupção, e as pessoas são acovardadas pela ineficácia do sistema.
O juiz federal Fausto Martin de Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de SP, diz que o projeto de lei do governo para combater a corrupção é válido, mas “totalmente insuficiente” quando comparado a mecanismos propostos pela ONU (Organização das Nações Unidas) em convenções internacionais.
Juiz de casos rumorosos como os do banqueiro Daniel Dantas e da Camargo Corrêa, ele diz que duas das medidas preconizadas pela ONU seriam mais eficazes: a criação do crime de enriquecimento ilícito e a possibilidade de se processar criminalmente uma empresa. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por José Dirceu – dvogado e ex-ministro da Casa Civil
A divulgação da ata da reunião da semana passada do Copom e do relatório Focus do Banco Central fizeram crescer no mercado a avaliação de que haverá em breve aumento da Selic de 8,75% em março ou abril.
Tal raciocínio rentista é velho. A partir das projeções de inflação de 4,78% para 2010, distante somente 0,28 ponto do centro da meta de 4,5%, alardeiam a necessidade de conter as pressões inflacionárias usando o remédio dos juros altos. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 10 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira (web site)
A grande crise de 2008 foi também a crise da teoria econômica ortodoxa ou neoclássica, dominante desde os anos 1980 foi a crise da teoria do equilíbrio geral e da macroeconomia neoclássica baseada nas expectativas racionais. Esse fracasso não foi surpreendente. Essas duas teorias ensinadas nos cursos de pós-graduação das grandes universidades têm aparência científica, porque o método hipotético-dedutivo empregado para desenvolvê-las permite o uso abusivo da matemática.
Na verdade, são castelos no ar que possuem alguma coerência lógica, mas não têm base na realidade dos sistemas econômicos reais. Além de não terem utilidade prática, essas teorias apresentam alta periculosidade. Foram essas construções matemáticas que legitimaram a principal causa da crise financeira global: a desregulação dos mercados. Leia o resto do artigo »
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Postado em 10 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Luiz Sérgio Guimarães
O mercado financeiro prefere Serra ou Dilma? A austeridade fiscal defendida e posta em prática pelo governador de São Paulo, José Serra, sempre conquistou a simpatia de instituições e investidores. Mas a facilidade com que o mercado ampliou seus lucros ao longo dos dois mandatos de Lula introduz um elemento novo capaz de balançar as convicções. E os analistas não descartam uma opção mercadista pela candidatura da ministra Dilma Rousseff. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 8 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Não é possível conceber uma política externa progressista e inovadora que não questione e enfrente os consensos éticos e estratégicos das potências que controlam o núcleo central do poder mundial. O artigo é de José Luís Fiori. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 8 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Pré-candidato à Presidência da República pelo PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, 79 anos, é intelectual católico próximo de uma corrente que na França produziu figuras como François Mauriac. Iniciou-se na política ao lado do governador paulista Carvalho Pinto, foi deputado federal pelo PDC e despertou as iras dos latifundiários ao criar durante o governo de João Goulart a Comissão Especial da Reforma Agrária. Com o golpe de 1964 foi um dos primeiros cem brasileiros que sofreram a cassação dos direitos políticos. Por seis anos viveu exilado no Chile. De volta, lecionou na FGV e militou no MDB. Em 1980, passou-se para o PT e foi autor do estatuto do partido. Voltou à Câmara Federal em 1986. Desde 2005 liderança do PSOL, aqui expõe suas decepções, esperanças e aspirações.
CartaCapital: É o senhor o candidato do PSOL à Presidência?
Plínio de Arruda Sampaio: Há uma certa disputa de correntes internas que se resolve em março. Eu acho que nós precisamos ter uma candidatura alternativa com capacidade de propor o outro lado, caso contrário será um lado só. A verdade é que entre o Serra e a Dilma há diferenças de nuances aqui, nuances ali, mas não tem uma diferença substancial. Ninguém propõe a solução necessária. Aliás, eu noto o seguinte, o domínio da burguesia é uma hegemonia completa, então o que eles não querem é que se levantem as soluções reais. Discutem-se os problemas através de um artifício: o País amadureceu, as ideologias estão superadas e vamos para as soluções técnicas. Por exemplo: como explorar o pré-sal? Com a Petrobras ou por meio de uma empresa nova? Este não é o problema e esta solução é acidental. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 8 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Marcos Coimbra
Existe exemplo maior que Aécio ser apresentado como vice de Serra a toda hora? Apenas para que ele o desminta? Apenas para que Serra se fragilize, seja percebido como alguém que só tem chance se Aécio for seu vice?
Estamos vivendo, neste começo de ano, um período de inquietação dentro das oposições. Seja em seus representantes políticos e nas lideranças da sociedade civil que se alinham com elas, seja na parcela da opinião pública que não gosta do governo, é nítida a perplexidade. As coisas não estão acontecendo como esperavam. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Os Estados Unidos parecem não ter aprendido nada com os seus erros do passado em matéria de política externa. A principal jogada geopolítica de Obama até aqui foi converter a reunião do G-8 em uma reunião de um G-20. O grupo crucial que foi adicionado à reunião é o formado pelos chamados países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). O que os EUA oferecem ao Brasil é “associar-se” (na condição de sócio menor), a mesma oferta feita à Europa Ocidental e ao Japão no início dos anos 70. Desta vez, não se passarão 20 anos para que esse intento se mostre fracassado. O artigo é de Immanuel Wallerstein. Clique aqui para ler mais.
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