Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
By Thomas I. Palley
In this paper the author argues that the interpretation of the financial crisis as a Minsky crisis is misleading, as the processes identified in Minsky’s financial instability hypothesis, even when playing a critical role in the crisis, are part of a larger economic drama involving the neoliberal growth model. Interpretation of the financial crisis as a purely financial crisis–in the spirit of a pure Minsky crisis–and the attendant policy prescription of simply fixing the financial system may, in fact, worsen stagnation.
Link: http://www.networkideas.org/featart/dec2009/Minsky.pdf
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Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Em uma co-edição da Boitempo e da Editora da Fundação Perseu Abramo, o livro “Brasil, entre o passado e o futuro” busca contribuir com o debate sobre o que virá após o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para tanto, contou com a colaboração de alguns intelectuais – integrantes do governo ou não – que nunca deixaram de pensar e sistematizar ideias sobre o processo em curso no país: Marco Aurélio Garcia, Emir Sader, Marcio Pochmann, Guilherme Dias, Luiz Dulci, Nelson Barbosa, José Antonio Pereira de Souza e Jorge Mattoso. Além dos artigos, completa o volume uma entrevista com a ministra Dilma Rousseff, feita por Garcia, Sader e Mattoso. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
DEU NA REVISTA ÉPOCA
Para o ex-porta-voz de Lula, a conquista dos eleitores pobres levará o PT à hegemonia política
Autor de um artigo que causou grande repercussão nos meios acadêmicos e políticos, o cientista político e ex-porta-voz da Presidência André Singer diz que as eleições presidenciais de 2010 serão o grande teste de força do lulismo. Para Singer, o lulismo alia um projeto de redistribuição de renda à manutenção da ordem social, o que atraiu eleitores conservadores e de baixa renda historicamente avessos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Singer acompanhou Lula ao longo do primeiro mandato e estudou o comportamento eleitoral brasileiro nas cinco últimas eleições para presidente. Segundo ele, o lulismo reorganizou o eleitorado brasileiro e poderá virar uma força política hegemônica por décadas.
ÉPOCA – Como o senhor define o lulismo?
André Singer – O lulismo é a execução de um projeto político de redistribuição de renda focado no setor mais pobre da população, mas sem ameaça de ruptura da ordem, sem confrontação política, sem radicalização, sem os componentes clássicos das propostas de mudanças mais à esquerda. Foi o que o governo Lula fez. A manutenção de uma conduta de política macroeconômica mais conservadora, com juros elevados, austeridade fiscal e câmbio flutuante, foi o preço a pagar pela manutenção da ordem. Diante desse projeto, a camada de baixa renda, cerca de metade do eleitorado, começou a se realinhar em direção ao presidente.
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