Postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Os Estados Unidos parecem não ter aprendido nada com os seus erros do passado em matéria de política externa. A principal jogada geopolítica de Obama até aqui foi converter a reunião do G-8 em uma reunião de um G-20. O grupo crucial que foi adicionado à reunião é o formado pelos chamados países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). O que os EUA oferecem ao Brasil é “associar-se” (na condição de sócio menor), a mesma oferta feita à Europa Ocidental e ao Japão no início dos anos 70. Desta vez, não se passarão 20 anos para que esse intento se mostre fracassado. O artigo é de Immanuel Wallerstein. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Continua a queda de braço entre o Ministério da Fazenda e os bancos em torno do juro. O lance mais recente da disputa retórica veio com a ata da reunião de janeiro do Comitê de Política Monetária, divulgada na quinta-feira 4. Trata-se de um documento pleno de imagens nebulosas, de modo a dar margem a interpretações díspares, como bem notou o ministro Guido Mantega. Dizendo-se em sintonia com
o BC, Mantega garante que o crescimento previsto de 5,2% em 2010 não resultará em inflação acima da meta. Já os bancos encontraram no texto a confirmação de que a taxa básica de 8,75% ao ano – a maior do mundo – subirá ainda no primeiro semestre. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
O professor Wanderley Guilherme dos Santos publica na Carta Capital desta semana artigo magistral.
A tese central é “decida Serra o que decidir, o PSDB e seus aliados sairão perdedores”.
E a oposição vai para o golpe.
“Aos poucos, as pesquisas eleitorais conduzirão o candidato a candidato (Serra) a seu devido lugar”.
E aí reside o perigo, segundo Wanderley.
“A súbita consciência de que a excitação em torno do governador de São Paulo não corresponde à opinião pública nacional pode empurrar os admiradores de Serra, sobretudo os ex-esquerdistas, ao extremismo institucional. Gosto para isso não lhes falta, há muito.”
“O sucesso do governo Lula, não seu antecipado fracasso, é o que faz com que a intensidade oposicionista aumente exponencialmente.”
“Justificar o fracasso como consequência de atos ilegítimos do governo é tradição antiga entre nós.”
” … o mais provável é que a oposição acuse o governo de sufocá-la e de fraudar o processo competitivo. As solicitações ao Judiciário e as insinuações de ‘chavismo’ se multiplicarão. As manchetes se tornarão assustadoras em busca dos milhões de ‘Reginas Duartes’ que compensem a ausência de votos na urnas. Outra oportunidade para que se manifeste o poder desestabilizador dos meios de comunicação.” Clique aqui para ler mais.
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