Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
A insistência da Coréia do Norte em avançar com seu programa de rearmamento, inclusive nuclear, tornou-se um dos principais focos de crise na Ásia Oriental e um dos elementos de pressão na política externa de Obama. O artigo é de Francisco Carlos Teixeira. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Fonte: Blog.planalto.gov.br
Tornar o produto brasileiro mais competitivo nos mercados interno e externo. Este foi o desafio lançado pelo presidente Lula em discurso para empresários do setor de comércio exterior. Num jantar de confraternização promovido pela Apex-Brasil, Lula explicou que o governo do DF adquiriu vagões para o metrô junto a uma indústria em São Paulo ao custo de R$ 5 milhões. O mesmo produto – inclusive com ar condicionado – foi adquirido pelo metrô Rio pela metade do preço de uma indústria chinesa.
O presidente valeu-se deste caso para enfatizar que as indústrias brasileiras precisam ser mais competitivas para enfrentarem o comércio global. Ele pediu que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e o BNDES promovam um estudo que permita achar soluções para inserir mais empresas no mercado externo. Lula cobrou também maior presença do Banco do Brasil em outros países. “Não podemos ficar esperando que alguém faça por nós disse. Ele também explicou que algumas potências, como por exemplo os Estados Unidos, não têm tanto peso na economia mundial como tinham no passado. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
Folha de S.Paulo, 11.01.2010
Um presidente eleito segundo todas as boas regras da democracia cria um fundo fiscal usando para isso uma parte modesta das reservas do país no banco central. O presidente desse banco, em nome da “independência do BC”, opõe-se ao uso das reservas do país depositadas no banco para constituir o fundo porque o governo teria outros recursos fiscais para pagar as dívidas. A presidente do país demite o presidente do banco por decreto. Indignação geral – indignação da direita e da esquerda: dos que querem que se pague a dívida do Estado e dos que não querem. Esse país é a Argentina. A presidente é Cristina Kirchner, que, como seu marido, embora fiel à democracia, tem um estilo de governo autoritário que foi fundamental para que o país lograsse sair muito bem da grande crise de 2001. Agora, porém, em nome da democracia, da lei, e do princípio da independência do BC, a oposição de direita, que nunca se conformou com o êxito da redução da dívida externa lograda pelos Kirchner, e a oposição de uma esquerda que está sempre em busca do governo perfeito, apoiam o presidente do BC e criam uma grave crise política no país. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Ao receber o Nobel da Paz, Obama recorreu às idéias de São Agostinho e de Santo Tomás de Aquino sobre a legitimidade moral das “guerras justas”. Ao fazer isso, retomou a tese medieval de que existiria uma única moral internacional, situada acima de todas as culturas e civilizações. O artigo é de José Luís Fiori. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 13 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
O presidente Barack Obama distanciou os EUA de quase toda América Latina e Europa ao aceitar o golpe militar que derrubou a democracia hondurenha em junho passado. O apoio ao processo eleitoral garantiu para os EUA o uso da base aérea de Palmerola, em território hondurenho, cujo valor para o exército estadunidense aumenta na medida em que está sendo expulso da maior parte da América Latina. Obama abriu a brecha ao apoiar um golpe militar, repetindo uma prática dos EUA bem conhecida na América Latina. O artigo é de Noam Chomsky. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 12 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Para dirigente do Todos pela Educação, Brasil superou descontinuidade no setor
Em maio deste ano, educadores e autoridades se reunirão em Brasília para definir o Plano Nacional de Educação, documento que vai renovar as diretrizes da política pública de educação para os próximos dez anos.
O químico Mozart Neves Ramos, presidente-executivo do Todos pela Educação, movimento educacional patrocinado, entre outras empresas, por Banco Real, Itaú Unibanco, Gerdau, Suzano e Odebrecht, elegeu a Conferência Nacional de Educação (Conae) como um dos acontecimentos mais relevantes do ano para o setor, porque o resultado do evento deverá “enterrar de vez o mal da descontinuidade” na área, justamente em um período eleitoral.
“É importante considerar os avanços, a sociedade não comporta mais descontinuidade”, afirma Mozart, que, entre 1996 e 2003, foi reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e secretário de Educação do Estado nordestino. Além de defender a manutenção dos avanços, como os modelos de financiamento e de avaliação, Mozart espera que o plano dê prioridade a grandes metas, como a universalização do ensino médio e a melhor formação no fundamental. Ele diz ainda que o investimento brasileiro em educação é baixo e que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva perdeu a chance de liderar uma transformação do setor. “Uma lacuna do governo Lula foi ele não ter, como o grande líder que é, conclamado a sociedade para a causa da educação”, lamenta. A seguir, a entrevista com o dirigente do Todos pela Educação:
- Como o sr. avalia o que tem sido feito na área educacional? Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Fonte: Jornal da Ciência
Faltam engenheiros no país. O diagnóstico não é novo, mas torna-se cada vez mais preocupante diante dos próximos eventos que o Brasil irá sediar, como a Copa do Mundo de 2014, a Olimpíada de 2016, além de projetos como a exploração da camada pré-sal.
Diante desse cenário, a Federação Nacional de Engenheiros (FNE) vai promover uma campanha durante o ano letivo de 2010 para despertar o interesse de estudantes do ensino médio pela carreira.
A entidade produziu um vídeo que explica quais são as áreas de atuação da profissão e as oportunidades no mercado de trabalho. “Também faremos palestras para conversar com o estudantes”, explica o presidente da FNE, Murilo Pinheiro. Leia o resto do artigo »
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Postado em 10 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
“Para vencer o grande desafio de formar engenheiros, um conjunto complexo de tarefas e atores deve estar articulado”
Alan Barbiero, engenheiro agrônomo, é presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes); Flávio Antônio dos Santos, engenheiro elétrico, é vice-presidente da Andifes; Gustavo Balduino, engenheiro mecânico, é secretário-executivo da Andifes. Artigo publicado na “Folha de SP”:
Com o crescimento e o desenvolvimento do Brasil, que aumenta sua inserção internacional entre as potências emergentes, a educação, a ciência, a tecnologia e a inovação -e, em particular, a capacidade de fazer engenharia- tornam-se ferramentas estratégicas.
Sendo assim, o deficit na formação de recursos humanos na área de engenharia tem preocupado. Essa defasagem se apresenta com o crescimento do PIB, com o necessário aumento da infraestrutura e com os avanços da indústria. Logo, é uma questão estratégica. Para aumentar o número de engenheiros no Brasil, é preciso intensificar as ações dos governos, das universidades, do setor produtivo e do Congresso. Leia o resto do artigo »
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