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Blog do Desemprego Zero

Ensinando impunidade

Escrito por Imprensa, postado em 1 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010 Imprimir Enviar para Amigo

Por Luís Fernando de Lima Júnior

De acordo o último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), em todo o Brasil, considerando as redes públicas estaduais, São Paulo ocupa a terceira colocação. No entanto, com um resultado de 4 como média para os ensinos fundamental e médio, não temos o que comemorar.

Desde a implantação da estrutura curricular de ciclos de quatro anos em regime de progressão continuada na rede de ensino básico do Estado de São Paulo, a realidade do cotidiano escolar aponta na direção de um aumento nos casos de indisciplina e violência dentro da escola. Talvez um dos efeitos mais nefastos desses 12 anos de uma política educacional equivocada seja a desconstrução de um dos principais valores da escola: o estudo. A necessidade de estudar para garantir a aprovação por boas notas foi substituída pela falta de perspectiva. Os alunos podem fazer o que quiserem na escola que sua aprovação está garantida.

Sem apologia ao passado, percebe-se que a pressão exercida sobre os estudantes, quanto à obrigação de se apresentar resultados, fazia os alunos demonstrarem melhor rendimento escolar, propiciando-lhes maior preparo para a competição do mercado de trabalho. Reconhecendo que essa pressão era, muitas vezes, exagerada, não se pode negar que tal necessidade desenvolvia nos alunos uma qualidade e um senso de responsabilidade que já não existem.

Com a radicalização de uma interpretação da progressão continuada, que em sua proposta original não excluía a retenção dos alunos com graves defasagens de aprendizagem, criou-se um vício que desestrutura a capacidade de aprender sozinho pelo estudo – justamente a principal habilidade requerida pela sociedade contemporânea. Clique aqui para ler mais.



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Uma Resposta para “Ensinando impunidade”

  1. Cardoso Ponte falou:

    Fator que contribui com a
    DECADÊNCIA NA EDUCAÇÃO PÚBLICA
    A História da comunidade educativa nacional, ao longo dos tempos, insiste na antiga aplicação do desprezo do desvendamento vocacional dos seus discentes, fazendo uso de uma metodologia pedagógica contraditória aos parâmetros da evolução do conceito da competitividade entre Ensino Público e Ensino Privado, onde vemos uma grande demanda de alunos sonhadores se digladiando para o ingresso ao Mercado de Trabalho, diante de uma poderosa construção que repousa no atraente mercado financeiro da educação nacional, onde os grandes conglomerados de instituições privadas se organizam e consorciam a mesma ideologia mercadológica do lucro fácil diante da visível vulnerabilidade do Ensino Público Nacional ter estacionado na precariedade.
    Hoje o domínio das maiores e mais modernas escolas e faculdades no País, estão sob um forte controle do monopólio privado, onde estatisticamente, tem demonstrado que a educação nunca deixou de ser seletiva, somente privilegia a burguesia através dos meios fajutos dos concursos públicos e de vestibulares, visando atrai maior número de matriculas a um infinito numerário de cursos que posteriormente induz o discente a ser submetido ao fogo cruzado de um intencional aplicativo pedagógico afunilado a um abismo de incertezas que dolosamente decorrer em maior tempo para se alcançar uma graduação do que o esperado. – Enquanto isso, as instituições privadas aumentam os seus elevados e obesos lucros beneficiadas com os incentivos fiscais por serem na sua maioria registradas como Instituições filantrópicas e sem fins lucrativos.
    Temos que perceber que as Instituições federalizadas deixaram a muito de seres berçários em defesa dos interesses fundamentais da cidadania nacional, se transformando em verdadeiras incubadoras da imoralidade educativa, o instituto do direito, que assenta o cumprimento da lei de extensão igualitário, prevalece de quem tem maior influência política e obesa conta bancaria, confunde, como assim, existisse lei para ricos e para pobres, a assistência médica, também, adotada esta perversa prática, ignorando o conceito humanitário, da mesma forma, os educadores públicos, os chamados professores, que proclamam abertamente que o Ensino Público tem qualidade, em verdade, nem um deles tem filhos matriculados nas escolas públicas e, o Estatuto da Criança e do Adolescente, lamentavelmente, pressupõe demagogicamente, que a prática do trabalho para jovens é uma penalidade, como se trabalho fosse crime.
    Todo este rosário de falência do Ensino Público tem sua origem agregado exatamente numa ideologia aplicada nas escolas e faculdades particulares, prorrogando a decadência no Ensino Público, para que essas sempre se mantenham em evidência negativa. Pois o maior interesse dos conglomerados particulares, não é acabar com o Ensino Público, mais manter este precário sistema educativo sempre em estado degenerativo, para ter sempre um parâmetro estatístico que revele ser o Ensino Privado de melhor qualidade.
    Cardoso Ponte

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