Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Brad Delong e Stephen Cohen
Fonte: O Estado de S.Paulo, 10.01.2010.
Ao longo de mais de um quarto de século, todos os países alimentaram o sonho neoliberal: tentaram restringir a influência do Estado às suas competências básicas, ou seja, a promoção da eficiência econômica, a integração econômica global e o crescimento, e reduzir ao máximo a burocracia, a busca desenfreada de lucros e a corrupção. Procuraram ainda privatizar os ativos estatais e a participação do Estado em companhias de grande porte nos principais setores da economia.
Mas agora estão despertando: o sonho neoliberal está no fim. Para compreender os motivos, teremos de voltar à metade do século passado. O advento da 2ª Guerra Mundial fez com que os recursos que ainda restavam à Grã-Bretanha se esgotassem muito rapidamente. Franklin Roosevelt governava um país isolacionista, que ele pretendia convencer a entrar na guerra contra Hitler da maneira mais rápida e completa possível. Mas parte da estratégia de Roosevelt consistia em quebrar a Grã-Bretanha antes que o dinheiro dos contribuintes americanos fosse empregado no conflito. Depois que a Grã-Bretanha quebrou, os Estados Unidos finalmente se apressaram a ajudar sua aliada. Mas enquanto nos equipávamos para resgatá-la, tiramos do povo britânico todo o dinheiro que ele tinha, e quando a guerra acabou, o dinheiro tinha passado para as mãos dos EUA. Os empréstimos feitos pelos EUA à Grã-Bretanha seriam pagos em dólares, e não em libras. E as importações britânicas tiveram de ser racionadas até meados da década de 50. Leia o resto do artigo »
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Em entrevista à Carta Maior, o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), Sepúlveda Pertence, defende o 3° Plano Nacional de Direitos Humanos e critica a ignorância de quem não leu o plano e o “propósito, mal dissimulado, de fazer da objeção global ao plano uma bandeira da campanha eleitoral que se avizinha”. Para Pertence, “o Plano é fiel à Constituição. Não apenas ao que dela já se implementou, mas principalmente, ao arrojado projeto de um Brasil futuro, que nela se delineou, e que falta muito para realizar”. Clique aqui para ler mais.
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“A perversa realidade brasileira evidencia que, embora sejamos destacáveis produtores de conhecimento, somos tímidos transmissores do mesmo via inovação acessível às empresas”
Ronaldo Mota é secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da C&T e professor titular de Física da Universidade Federal de Santa Maria. Foi secretário de Educação Superior e de Educação a Distância do Ministério da Educação. Artigo enviado ao “JC e-mail“:
Estamos tão acostumados com associar pesquisadores com universidades que a muitos pode soar estranho o título acima. No entanto, parte dos problemas que vivenciamos hoje com relação às dificuldades em transferir conhecimento para o setor produtivo, viabilizando um crescimento científico e tecnológico sustentável, passa por nos habituarmos que empresa também é lugar para nossos mestres e doutores. Leia o resto do artigo »
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“Diante dos problemas fundamentais em sua aplicação, o fracasso de Copenhague não deveria surpreender”. Clique aqui para ler mais.
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“Esperar que o TNP impeça completamente a proliferação de armas nucleares a outras nações não é uma opção muito realista”
José Goldemberg é físico, professor da Universidade de São Paulo e ex-presidente da SBPC. Artigo publicado em “O Estado de SP”:
Em 6 de agosto de 1945 um único avião lançou sobre Hiroshima, no Japão, uma bomba atômica que provocou a destruição que mil aviões de bombardeio com 50 toneladas de explosivos (e bombas incendiárias) causariam, matando cerca de 140 mil pessoas (civis, e não combatentes). Três dias depois outra bomba arrasou Nagasaki.
Os Estados Unidos, na época, acreditavam que conseguiriam manter o monopólio da posse de armas atômicas por muitos anos, o que não ocorreu. Apenas três anos depois, em 1948, a União Soviética produziu bombas com poder explosivo maior do que a bomba de Hiroshima, o que foi também conseguido logo após pela Inglaterra, pela França e, depois, pela China. Leia o resto do artigo »
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