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Blog do Desemprego Zero

Mudanças climáticas e desenvolvimento nacional

Escrito por Imprensa, postado em 1 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Eduardo Gomes e Rodrigo Medeiros

Fonte: Monitor Mercantil

Há uma desconfiança generalizada no ar quanto à capacidade do encontro de Copenhague de definir efetivos acordos políticos sobre os cortes de emissões dos países ricos. Os países emergentes, por sua vez, também precisariam apresentar ações sustentáveis.

Nesse sentido, chama atenção a proposta chinesa. Segundo informações das agências internacionais de notícias, os chineses estão propondo cortar, até 2020, de 40% a 45% na sua “intensidade de carbono” em relação aos níveis de 2005.

Por intensidade de carbono chinesa deve-se compreender o montante de dióxido de carbono emitido para cada unidade de seu Produto Interno Bruto (PIB). Não se pode deixar de notar como os chineses estão preocupados em conciliar crescimento econômico com ganhos graduais de eficiência e produtividade.

Como se pode notar na prática, o realismo político ainda vigora nas relações internacionais quando o assunto é interesse nacional. As autoridades chinesas alegam que as reduções nas emissões devem seguir condições nacionais, ou seja, necessidades internas de crescimento econômico.

Por outro lado, dificilmente os países desenvolvidos aceitarão passivamente a responsabilidade histórica pelas emissões e, portanto, uma carga muito maior de esforços pela redução das mesmas. A administração Obama enfrenta internamente uma frente múltipla de grandes desafios – desemprego, reforma do sistema de saúde e re-regulação do sistema financeiro -, fato que deverá restringir maiores esforços da parte dos EUA no momento.

Testemunharemos um impasse em Copenhague? Eis uma possibilidade, porém gostaríamos de destacar que a discussão propiciada por essa reunião já se mostra profícua. Compreendemos que esse debate alimentará a busca por sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis dos pontos de vista ambiental e social. Esse é o grande mérito do encontro de Copenhague.

Pode-se inclusive aprender com as experiências do passado recente, evitando erros e riscos morais nos novos acordos. A Declaração de Bonn, de 2001, por exemplo, que previa a transferência de fundos para lidar com as mudanças climáticas, pecou pela falta de confiança que se estabeleceu entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. Para se ter apenas uma idéia, basta dizer que não existem informações confiáveis sobre a quantia repassada para que a respectiva declaração fosse honrada.

O Brasil apresentará seus números e suas propostas em Copenhague. Fruto de um grande esforço da sociedade e que contou inclusive com a colaboração do Congresso Nacional, o país poderá se destacar no encontro internacional.

Será que as repercussões desse importante debate internacional se manifestarão efetivamente nos distintos programas de governo para a Presidência da República em 2010? Referimo-nos aos aspectos inovadores na gestão pública.

Costuma-se dizer que há basicamente dois motivos para os governos intervirem na economia, sendo eles as promoções da eficiência e da equidade social. Eis uma pauta que precisará ser enfrentada pelo próximo presidente brasileiro com inteligência, estratégia, arrojo político, criatividade e competência. Acreditamos que haverá maior espaço em 2010 para tal debate político no Brasil.

Eduardo Gomes

Deputado federal (PSDB-TO) e presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara.

Rodrigo Medeiros

Professor adjunto da Ufes.



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