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	<title>Comentários sobre: Governador defende aprofundamento do debate sobre política do Banco Central</title>
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		<title>Por: José Almeida de Souza Jr.</title>
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		<dc:creator>José Almeida de Souza Jr.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 18:11:07 +0000</pubDate>
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		<description>Às vezes é preciso falar a verdade nua e crua: o Banco Central do Brasil precisa ser estatizado. Mas como, ele já não é estatal? Só nominalmente. Na prática, ele opera como agência estatal dos interesses rentistas privados contra o interesse público. Por exemplo, os altíssimos compulsórios impostos pelo BACEN só são recolhidos se os banqueiros bobearem. Existem pelo menos cinco maneiras conhecidas para se evitar o recolhimento dos compulsórios. Na realidade, este dinheiro todo sai e entra do país com relativa facilidade e se nutre do endividamento público, nas financeiras das esquinas e nas factorings da vida. Tudo sob a competência técnica indiscutível do BACEN.  Mas é escasso (porque é tornado artificialmente caro; supostamente para se evitar a volta do bicho-papão?) para a produção de bens e serviços. Enquanto isso, o tempo passa e as oportunidades se perdem. Cui Bono, diriam os antigos romanos? É todo um sistema de mitos que precisa ser desvendado e contestado por uma massa crítica de cidadãos comuns, de tal modo que político algum possa ignorar!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes é preciso falar a verdade nua e crua: o Banco Central do Brasil precisa ser estatizado. Mas como, ele já não é estatal? Só nominalmente. Na prática, ele opera como agência estatal dos interesses rentistas privados contra o interesse público. Por exemplo, os altíssimos compulsórios impostos pelo BACEN só são recolhidos se os banqueiros bobearem. Existem pelo menos cinco maneiras conhecidas para se evitar o recolhimento dos compulsórios. Na realidade, este dinheiro todo sai e entra do país com relativa facilidade e se nutre do endividamento público, nas financeiras das esquinas e nas factorings da vida. Tudo sob a competência técnica indiscutível do BACEN.  Mas é escasso (porque é tornado artificialmente caro; supostamente para se evitar a volta do bicho-papão?) para a produção de bens e serviços. Enquanto isso, o tempo passa e as oportunidades se perdem. Cui Bono, diriam os antigos romanos? É todo um sistema de mitos que precisa ser desvendado e contestado por uma massa crítica de cidadãos comuns, de tal modo que político algum possa ignorar!</p>
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