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Blog do Desemprego Zero

Aumentam as contradições entre PT e PMDB para 2010

Escrito por beatriz, postado em 17 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Está cada vez mais difícil a relação do PT com o PMDB com vista à aliança nacional para as eleições presidenciais de 2010. A exigência da lista tríplice por parte do presidente Lula para indicação do vice de Dilma Rousseff azedou a relação. E as principais lideranças peemedebistas – Michel Temer, Orestes Quércia, Pedro Simon, Luiz Henrique – falam abertamente em candidatura própria e apontam para o nome do governador do Paraná, Roberto Requião, como candidato do PMDB na disputa.

As contradições entre os dois partidos não são de agora. Vem de longe e os problemas ganham amplidão nos Estados. O PMDB, por exemplo, já tem candidato próprio no Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Nesses estados, o PT troca cotoveladas – é governo na Bahia – e adianta que vai compor com adversários do PMDB ou mesmo disputar as eleições.

Outro problema que provocou revolta na base peemedebista é o acerto por cima, de cúpula, em relação às eleições presidenciais. Essa decisão, segundo os governadores do PMDB, não se sustentam na convenção nacional e foi o estopim da candidatura e da mobilização – desde 21 de novembro – em torno do nome de Requião.

Desde então, Requião vem participando das convenções estaduais do PMDB – de Santa Catarina e São Paulo – e nesses encontros tem garantido apoios pela candidatura própria. Na agenda de Requião estão marcadas ainda as convenções de Goiás nesta quinta-feira (17) em Goiânia. E diversos outros encontros, a começar em janeiro no Rio Grande do Sul.

A movimentação do PMDB e de Requião assustou o PT e os petistas. No Paraná, provocou ciúmes e no campo nacional, ataques do coringa no jogo presidencial petista, o deputado Ciro Gomes (PSB). Lula, por sua vez, não arreda o pé. Não vai acenar a concórdia e nem retirar a exigência da lista tríplice. O PMDB só enxerga um viés na intenção de Lula: escolher o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, um neopeemedebista, como vice de Dilma. 

Nessa condição, a pré-candidatura de Requião ganha corpo e sua inserção na base do partido poderá ser medida já em março quando o PMDB se reúne em Brasília para escolher o novo diretório, a nova executiva e o novo presidente. Pedro Simon já foi lançado candidato a presidente da sigla pelos PMDB’s do Sul (PR, SC e RS). Requião até lá espera visitar pelo menos a metade dos 27 diretórios estaduais. O round final, pelo PMDB, se dará na convenção nacional marcada para junho de 2010.



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