Postado em 7 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Fonte: Carta Maior
Durante entrevista coletiva conjunta com a chanceler alemã Ângela Merkel, o presidente brasileiro disse que se os Estados Unidos e a Rússia quiserem de fato pressionar um país já de “forte presença internacional” como o Irã, eles devem começar por diminuir de modo significativo os próprios arsenais nucleares. Já o Brasil, continuou o presidente, pode falar de cátedra, por ter na sua Carta Magna artigo que proíbe a construção de armas nucleares. O artigo é de Flávio Aguiar.
Por Flávio Aguiar – Cobertura compartilhada: Rede Brasil Atual/Revista do Brasil – Carta Maior
“Quem tem moral para falar com o Irã é o Brasil”: essa declaração do presidente Lula, em sua visita oficial a Berlim, contem algumas das palavras-chave de sua presença na capital alemã. Ela surgiu durante a entrevista coletiva que ele e a chanceler (equivalente ao cargo de primeiro-ministro) Ângela Merkel deram no prédio da chancelaria alemã, perante quase uma centena de jornalistas. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Atual secretário de Política Econômica, Nelson Barbosa deverá ter papel importante na campanha de Dilma Rousseff, caso se viabilize sua candidatura à Presidência
O formulador
Nelson Barbosa, antiliberal pragmático, é o preferido de Dilma para coordenar o programa econômico, caso ela dispute a presidência
Fonte: Correio Braziliense
Por Ricardo Allan
Caso sua candidatura à Presidência da República se viabilize, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, não vai abrir mão de ter no núcleo de sua campanha o atual secretário de Política Econômica, Nelson Barbosa. Para alguns colegas de governo, ela já deixou claro que o quer como coordenador do programa econômico. Por enquanto, Barbosa tem repetido que prefere continuar à frente da secretaria até o fim do segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas interlocutores próximos asseguram que, apesar do cansaço, o titular da SPE aceitará o desafio caso enxergue nele uma possibilidade de garantir avanços nos resultados obtidos nos últimos sete anos.
“Nelson Barbosa gosta de encarar algo que o estimule intelectualmente. Os desafios na consolidação e aperfeiçoamento deste bom momento brasileiro no cenário pós-crise são suficientes para animá-lo a topar a parada. Com certeza, ele quer continuar influindo nos destinos do país”, diz um expoente do governo. Desde que coordenou o programa econômico na campanha de Lula pela reeleição, em 2006, Barbosa vem ganhando espaço como uma das maiores referências na área dentro do PT. Não porque o partido tenha quadros muito fracos em economia, o que de fato ocorre. Mas sim porque o secretário se destacou na posição de principal formulador da política econômica. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de S. Paulo
Pesquisa feita no Brasil mostra que 80% sentiram efeitos no clima; e 89% disseram que eles são ruins
Por Herton Escobar
O Brasil deve fazer sua parte no combate ao aquecimento global, mesmo que outros países – inclusive aqueles com muito mais responsabilidade sobre o problema – não façam nada a respeito. Essa é uma das conclusões de pesquisa realizada pelo Instituto Análise, a pedido do Estado, a respeito da percepção dos brasileiros sobre as mudanças climáticas.
Sete em cada 10 entrevistados (68%) disseram que o Brasil deve agir independentemente da postura de outras nações, enquanto que 29% afirmaram que o País só deve se movimentar à medida que outros países, como Estados Unidos e Inglaterra, também fizerem sua parte.
A pesquisa ouviu mil pessoas de todas as regiões e níveis de escolaridade. Nove em cada dez entrevistados (88%) já ouviram falar do aquecimento global. E 80% disseram ter notado alguma mudança climática nos últimos anos. Desses, 89% classificaram a mudança como ruim para a região onde mora. Quanto maior o nível de escolaridade, maior a percepção do problema. Leia o resto do artigo »
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