Postado em 24 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Por Leandro Fortes
Fernando Henrique Cardoso foi um presidente da República limítrofe, transformado, quase sem luta, em uma marionete das elites mais violentas e atrasadas do país. Era uma vistosa autoridade entronizada no Palácio do Planalto, cheia de diplomas e títulos honoris causa, mas condenada a ser puxada nos arreios por Antonio Carlos Magalhães e aquela sua entourage sinistra, cruel e sorridente, colocada, bem colocada, nas engrenagens do Estado. Eleito nas asas do Plano Real – idealizado, elaborado e colocado em prática pelo presidente Itamar Franco -, FHC notabilizou-se, no fim das contas, por ter sido co-partícipe do desmonte aleatório e irrecuperável desse mesmo Estado brasileiro, ao qual tratou com desprezo intelectual, para não dizer vilania, a julgá-lo um empecilho aos planos da Nova Ordem, expedida pelos americanos, os patrões de sempre.
Em nome de uma política nebulosa emanada do chamado Consenso de Washington, mas genericamente classificada, simplesmente, de “privatização”, Fernando Henrique promoveu uma ocupação privada no Estado, a tirar do estômago do doente o alimento que ainda lhe restava, em nome de uma eficiência a ser distribuída em enormes lucros, aos quais, por motivos óbvios, o eleitor nunca tem acesso. Clique aqui para ler mais o artigo.
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Postado em 24 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Fonte: Carta Capital
Por Luis Nassif
A crise de 2008 expôs de maneira ampla as vulnerabilidades do Banco Central para enfrentar o turbilhão. A entrevista do diretor de Política Monetária, Mário Torós, ao Valor Econômico detalhando as estratégias do banco e levando à sua demissão é sintomática sobre os problemas da captura de agências públicas pelo mercado.
A crise brasileira do ano passado foi fundamentalmente centrada no mercado de crédito. Da noite para o dia o crédito bancário foi suspenso, tanto nas linhas externas quanto internas. Com a suspensão do crédito externo, os clientes prime se voltaram para o mercado doméstico, expulsando pequenas e médias empresas.
O desafio maior consistia em recompor rapidamente o crédito e impedir o aprofundamento da crise. Em circunstâncias normais, as factorings poderiam suprir o mercado de médias e pequenas empresas. Mas aí os erros do BC começaram a aflorar.
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Postado em 24 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
No encontro de diretórios, em Curitiba, partido propôs pré-candidatura do governador como via alternativa à campanha de Dilma
Por Rhodrigo Deda e Gladson Angeli GAZETA DO POVO
Lideranças do PMDB de 15 diretórios estaduais lançaram neste sábado (21) o nome do governador Roberto Requião como pré-candidato à Presidência da República. A decisão foi tomada no encontro realizado no Hotel Pestana, em Curitiba, por um grupo de peemedebistas descontentes com os compromissos assumidos entre a cúpula nacional do partido e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a sucessão presidencial no próximo ano. Estiveram presentes no encontro o senador Pedro Simon, o governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira, os senadores Pedro Simon (RS) e Neuto Couto (SC) e o ex-governador Orestes Quércia (SP). O senador Renan Calheiros, que havia confirmado presença, não compareceu.
O governador Requião afirmou que a decisão dá “oxigênio ao velho MDB de guerra”. “Não podemos ter um partido acessório, que não se manifesta”, declarou. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.58, ano 2 – 17/11/2009 a 24/11/2009
Economia
Política
Internacional
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Postado em 24 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Está na hora de enfrentar a violência também no ensino privado
Fonte: Revista Época
Por ELIANE BRUM
Eu a conheci anos atrás. Conquistou-me de imediato. É cada vez mais raro encontrar uma criança bem educada, que diz por favor, obrigada e com licença. Que pede desculpas se esbarra em você sem querer. Que dá oi e dá tchau. Que pergunta se você está bem. Ela é assim. É agora, aos 11, quase 12 anos. Era aos 5, quando nos encontramos. Gostava de barbie e de desenhos animados, mas vez ou outra assistia a algum filme do expressionismo alemão com interesse. Ouvia Palavra Cantada e Chico Buarque com igual deleite. Éramos ambas – e somos até hoje – fãs quase fanáticas dos livros do Harry Potter. Filha de mãe escritora, pai economista, ela tinha, ao mesmo tempo, estímulo para voos intelectuais mais largos e respeito por seus gostos infantis, o que sempre me pareceu um jeito sábio de educar. Para mim, ela sempre foi impossível de não se gostar.
É triste não poder aqui colocar o nome desta menina tão especial. Mas seu nome não será revelado para protegê-la de seus colegas, precaução por si só chocante. Na semana passada eu soube por sua mãe que ela deixaria a escola que cursa há anos. Foi sendo expulsa pelos colegas, sem que os professores nada fizessem. Estuda numa das escolas de elite de São Paulo. Bom projeto pedagógico, turmas pequenas, inclusão de crianças com necessidades especiais. Tudo de bom e de moderno, aparentemente. O que, então, aconteceu, para que uma boa aluna, uma garota afetuosa e bem educada, tenha de partir porque a escola se tornou um filme de horror? Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Por Luís Nassif
A Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que está ocorrendo em vários estados, é uma ruptura com o modelo atual de mídia. Não será propriamente resultado da Confecom, mas das mudanças que ocorreram nos últimos anos na tecnologia e no mercado publicitário.
Desde fins dos anos 60, montou-se um modelo de cartelização no mercado publicitário que impediu o crescimento de mídias de fora do cartel – incluindo a mídia do interior. (Clique aqui para ler a matéria.)
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Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
Fonte: Folha de S. Paulo, 23.11.2009
Nas alianças de hoje, o critério da divisão de interesses são o preço da mão de obra e os investimentos das múltis
A União Européia, que, na última semana, escolheu seu primeiro presidente, vai assim se transformando em uma federação de Estados-nação. Dessa maneira, o maior projeto de engenharia política da história continua em marcha, mas essa construção política extraordinária ocorre em meio a dúvidas e ansiedades. Principalmente porque alguns de seus membros resistem à transformação da Europa em um Estado-multinação ou país multinacional.
Além de enfrentar essa questão crucial, a União Européia sente-se pouco à vontade diante da tese repetida por muitos analistas internacionais segundo a qual, com a emergência da China como potência mundial, sua condição de parceiro preferencial dos Estados Unidos teria desaparecido. Esse papel seria agora cumprido pela China, ficando a Europa em posição secundária. Leia o resto do artigo »
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Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
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