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Blog do Desemprego Zero

Os preparativos para a guerra do câmbio

Escrito por Imprensa, postado em 6 dEurope/London novembro dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Luís Nassif

O último grande desafio do governo Lula será romper com a lógica da política monetária e cambial. Há uma série de sinais no ar, mostrando que em breve haverá um ataque mais consistente contra o encarecimento do real.

Para Lula, a lógica política sempre teve prevalência sobre a lógica econômica. Não é prerrogativa sua: com FHC também foi assim. Essa lógica fez com que, no seu governo, Lula sempre procurasse minimizar as zonas mais sensíveis de atrito, dentre as quais a principal era o mercado financeiro. Esse poder desestabilizador ficou nítido nas eleições de 2002.

Não se trata de uma conspirações, mas de circunstâncias que tornam o mercado mais sensível. Esse quadro surge sempre que aumenta a vulnerabilidade externa – isto é, quando o país passa a necessitar do mercado financeiro para fechar suas contas.

Em 2002 houve refluxo da crise internacional, o Brasil não disponha de superávits comerciais robustos, manifestou-se mais forte a crise das montadoras norte-americanas afetando o mercado internacional de crédito. Foram esses fatos, mais alguns erros de política monetária por parte do Banco Central, que criaram o clima para a explosão do dólar e a ansiedade que dominou os mercados. Mais que a eleição de Lula.

Em 2005, com as contas externas em ordem, o país atravessou a mais prolongada crise política da história – em função do mensalão -, e os mercados ficaram absolutamente tranquilos.

Aparentemente, este fato, de um lado, está finalmente tirando a resistência de Lula a não intervir na apreciação cambial.

Em cima disso, percebe-se um movimento surdo, ainda não completamente captado pela mídia, mas que leva a acreditar em mudança do modelo cambial.

Na área da Fazenda, Guido Mantega e o Secretário de Política Econômica Nelson Barbosa saíram a campo em uma defesa enfática e inédita de uma política cambial mais realista. Não teriam tanta desenvoltura, caso não fossem autorizados por Lula.

Por outro lado, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, tem prazo para sair e seguir carreira política. Esse movimento já deflagrou uma série de outros movimentos de ocupação de espaço. O presidente do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico s Social), Luciano Coutinho, por exemplo, deu longa entrevista dia desses defendendo o controle de gastos do governo, a manutenção de superávits fiscais – num claro movimento de se posicionar junto ao mercado, para eventualmente assumir o BC.

Por outro lado, o ex-Ministro de FHC Luiz Carlos Mendonça de Barros praticamente desembarcou da canoa tucana, em uma entrevista cheia de loas ao governo Lula. Em fins de 1998, Mendonça era visto como a esperança de rompimento da política cambial de Gustavo Franco. Hoje em dia, é a principal influência da área mercadista do BC. E, já há algum tempo, mudou sua posição em relação ao câmbio. Já se posicionou no mercado futuro do câmbio desvalorizado.

Certamente não conseguirá nenhuma influência sobre o novo processo. Mas sua postura é significativa para prever os futuros embates que o câmbio proporcionará.



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