Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
Fonte: Folha de S. Paulo, 23.11.2009
Nas alianças de hoje, o critério da divisão de interesses são o preço da mão de obra e os investimentos das múltis
A União Européia, que, na última semana, escolheu seu primeiro presidente, vai assim se transformando em uma federação de Estados-nação. Dessa maneira, o maior projeto de engenharia política da história continua em marcha, mas essa construção política extraordinária ocorre em meio a dúvidas e ansiedades. Principalmente porque alguns de seus membros resistem à transformação da Europa em um Estado-multinação ou país multinacional.
Além de enfrentar essa questão crucial, a União Européia sente-se pouco à vontade diante da tese repetida por muitos analistas internacionais segundo a qual, com a emergência da China como potência mundial, sua condição de parceiro preferencial dos Estados Unidos teria desaparecido. Esse papel seria agora cumprido pela China, ficando a Europa em posição secundária. Leia o resto do artigo »
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Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
No site você encontra:
- emissões carbono ( de gás carbônico ou CO2 ) por país e do planeta mundo;
- emissões per capita de carbono ( de gás carbônico ou CO2 ) por país e do planeta mundo;
- emissões por segundo minuto na atmosfera.
Tem também:
- crescimento populacional vegetativo e população por país e do planeta mundo;
- nascimentos e mortes por segundo e minuto.
Consumo de energia per capita, matriz energética, manejo agrícola, desmatamento e crescimento populacional são os principais fatores que determinam as emissões de carbono e metano.
o site é:
http://www.breathingearth.net/
esse é um site legal para entendermos os dilemas do encontro de Copenhagen.
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Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Os proprietários dos grandes meios de comunicação no Brasil defendem, entre seus ideais, a liberdade de expressão, a pluralidade, a competição e o livre mercado. No entanto, o poder midiático no Brasil está concentrado nas mãos de um pequeno grupo de famílias e suas respectivas empresas, que dominam o sistema de produção e difusão de informações e detém a imensa maioria dos recursos de publicidade. Se fossem coerentes deveriam defender uma revolução capitalista na comunicação brasileira, com mais proprietários, mais veículos, mais produtores de comunicação, produtos de melhor qualidade, consumidores mais exigentes e descentralização dos centros produtores. O artigo é de Joaquim Ernesto Palhares.
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Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Por Thomaz Wood Jr.
Na edição de outubro da revista McKinsey Quarterly, Suzanne Heywood, Dennis Layton e Risto Penttinen propõem uma dieta alternativa. Segundo os autores, uma pesquisa mostrou que 79% das companhias cortaram custos em resposta à recente crise econômica, mas apenas 53% dos executivos acreditam que as reduções ajudaram as empresas. O problema, argumentam os consultores, é que os cortes são feitos de forma linear, sem considerar as necessidades estratégicas.
Em lugar dessa dieta atrapalhada, Heywood, Layton e Penttinen apresentam três alternativas. A primeira é “reestruturar olhando para o futuro”, ou seja, considerar a visão de longo prazo da empresa e dar prioridade para os negócios que poderão sustentar essa visão, desfazendo-se ou reduzindo o peso dos demais. A segunda alternativa é “cortar a gordura”: criar uma base de custos e identificar ganhos potenciais a partir dessa base. Na mira, a redução de níveis hierárquicos, a eliminação de funções redundantes, o enxugamento das áreas corporativas e a busca de ganhos de produtividade. A terceira alternativa é “desenvolver capacidades específicas”: identificar os pontos fracos da organização, aqueles que impedem uma melhoria do desempenho, e concentrar esforços para melhorá-los. (Clique aqui para ler mais.)
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