Postado em 3 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Fonte: Blog do Nassif
A informação de Dora Kramer, ontem, em sua coluna, sobre a pesquisa encomendada pelo DEM no Distrito Federal e na Bahia, Rio Grande do Sul e Minas Gerais é fundamental para que possamos estabelecer um debate em torno da agenda política imediata.
Segundo a pesquisa, levada ao conhecimento do PSDB para que Serra assumisse sua candidatura ou abrisse espaço para Aécio, teve os seguintes resultados ( números não divulgados), em texto transcrito literalmente da colunista:
“Há quatro amostras: Distrito Federal, Bahia, Rio Grande do Sul e Bahia. Na capital, Ciro Gomes aparece em primeiro lugar, Dilma Rousseff em segundo e José Serra em terceiro. Em Salvador, Dilma empata com Serra e abre vantagem na região metropolitana. No Rio Grande do Sul, a candidata do presidente Lula também aparece na frente e, em Minas, diz o DEM, o quadro é de ‘aperto’.
Confrontado com os dados, o PSDB só contesta este último.”
Isso demonstra, em primeiro lugar, a total falta de conexão com a realidade das pesquisas divulgadas por IBOPE e DataFolha. O que não é novidade, mas agora é confirmada por uma fonte suspeita: o encomendante. Por isso, a preocupação com a “campanha antecipada” de Dilma, a exposição maior da Ministra está realmente dando resultados. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Fonte: CartaCapital
Espera-se que na Copa do Mundo de 2014, a ser sediada no Brasil, os craques da seleção nacional mostrem habilidade e competência para marcar gols e segurar a taça de campeão em campo natal. Até lá, entretanto, um outro time, formado por gestores públicos e agentes privados, precisa revelar talento para garantir uma realização impecável do maior evento midiático do planeta. Mais do que assegurar ótima organização do Mundial de Futebol, com o pleno atendimento das exigências da Federação Internacional de Futebol (Fifa), esses profissionais precisam fazer valer a primorosa oportunidade de o Brasil promover um salto de qualidade em sua infraestrutura, fortalecendo a capacidade competitiva do País na dinâmica econômica global, e deixar um legado importante para a qualidade de vida dos cidadãos das doze cidades-sede do torneio.
A se considerar, por enquanto, o andamento de muitos dos projetos já definidos mesmo antes do anúncio da realização da Copa do Mundo, o time tem dado mais caneladas do que feito belas jogadas. Deficiência de gestão dos projetos é a principal causa, mas ainda há tempo – pouco, é verdade – para ajustar taticamente o time. Exemplos de falhas e incorreções na execução dos projetos brotam aos montes pelo País. Em entrevista concedida há duas semanas, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do Comitê Organizador da Copa 2014, Ricardo Teixeira, foi categórico ao apontar os problemas de infraestrutura para a realização do torneio: “Temos três grandes problemas para a Copa: aeroporto, aeroporto e aeroporto”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Por LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA
Publicado na FSP de 02/11/09
A política de crescimento com poupança externa causa a elevação artificial dos salários reais e do consumo
NESTA SEMANA , deverá estar nas livrarias meu livro “Globalização e Competição”. Seu subtítulo completa o conteúdo do livro: “Por que alguns países emergentes têm sucesso e outros não”. É a síntese do meu trabalho dos últimos dez anos visando explicar o desenvolvimento econômico em um mundo em que os países competem duramente no plano econômico por maiores taxas de crescimento. É um livro de um economista keynesiano e estruturalista, pois minha visão da economia foi formada na escola de pensamento latino-americana formulada originalmente por Raul Prebisch e Celso Furtado após a Segunda Guerra. Na primeira parte, discuto a economia global em que vivemos e a estratégia correspondente: o novo desenvolvimentismo. Na segunda, procuro desenvolver uma macroeconomia estruturalista do desenvolvimento apropriada para nosso tempo.
O livro parte da tese de que a competição tornou os Estados-nação mais interdependentes, mas também mais estratégicos. Por isso, os países bem-sucedidos são os que adotam a estratégia que denomino novo desenvolvimentismo. O nacional-desenvolvimentismo que foi bem-sucedido na promoção da industrialização e em transformá-los em países de renda média entre 1930 e 1980. A crise da dívida externa nos anos 1980 e a nova hegemonia ideológica neoliberal, porém, levaram muitos países a adotar a ortodoxia convencional ou o “Consenso de Washington”, que causou as crises de balanço de pagamentos e elevou a desigualdade, em vez de promover o crescimento. Entretanto, depois das sucessivas crises financeiras dos anos 1990 e dado o êxito de diversos países asiáticos, está surgindo na América Latina o novo desenvolvimentismo, que comparo ao antigo nacional-desenvolvimentismo e à ortodoxia convencional. Leia o resto do artigo »
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