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	<title>Comentários sobre: Sim, uma outra política cambial é possível</title>
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		<title>Por: josé almeida de souza jr.</title>
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		<dc:creator>josé almeida de souza jr.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 13:27:22 +0000</pubDate>
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		<description>A convergência das políticas monetária, fiscal e cambial só se sustenta quando se crê no mito da escassez do dinheiro. Este, na realidade, é simplesmente tornado escasso para benefício de seus controladores privados. Tem sido cada vez mais assim desde a criação da mãe dos bancos centrais, o Banco da Inglaterra, em 1694. Desde então a banca privada vem capturando os Estados em sua teia de falácias e causando deflação e inflação, conforme seus interesses privados. A saída? O Estado voltar a exercer sua SOBERANIA de criar quanta moeda for necessária ao desenvolvimento das potencialidades econômicas de sua sociedade. Para tanto, é preciso vontade política da sociedade, no sentido transformar o dinheiro num serviço de utilidade pública, sob o controle público. Entretato, uma sociedade somente pode ser capaz de tomar tal decisão quando possui um entendimento muito claro sobre o papel da moeda. Enquanto o dinheiro for um quase mistério, expresso em jargões ininteligíveis à maioria das pessoas comuns, a banca privada pode dormir descansada que seus privilégios de criar dinheiro a partir do nada e emprestá-lo ao Estado estarão devidamente assegurados. É nisto que se assenta a propalada sofisticação do sistema financeiro brasileiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A convergência das políticas monetária, fiscal e cambial só se sustenta quando se crê no mito da escassez do dinheiro. Este, na realidade, é simplesmente tornado escasso para benefício de seus controladores privados. Tem sido cada vez mais assim desde a criação da mãe dos bancos centrais, o Banco da Inglaterra, em 1694. Desde então a banca privada vem capturando os Estados em sua teia de falácias e causando deflação e inflação, conforme seus interesses privados. A saída? O Estado voltar a exercer sua SOBERANIA de criar quanta moeda for necessária ao desenvolvimento das potencialidades econômicas de sua sociedade. Para tanto, é preciso vontade política da sociedade, no sentido transformar o dinheiro num serviço de utilidade pública, sob o controle público. Entretato, uma sociedade somente pode ser capaz de tomar tal decisão quando possui um entendimento muito claro sobre o papel da moeda. Enquanto o dinheiro for um quase mistério, expresso em jargões ininteligíveis à maioria das pessoas comuns, a banca privada pode dormir descansada que seus privilégios de criar dinheiro a partir do nada e emprestá-lo ao Estado estarão devidamente assegurados. É nisto que se assenta a propalada sofisticação do sistema financeiro brasileiro.</p>
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