Postado em 2 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Fonte: A Gazeta online
É impossível prever quais serão os maiores atletas do planeta daqui a sete anos. Possível, sim, é saber em que palco eles vão brilhar: o Rio de Janeiro. Em uma sexta-feira histórica para o esporte brasileiro, os cariocas conquistaram em Copenhague o direito de sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Até a cerimônia de abertura no Maracanã, serão mais de 2.400 dias. Tempo de sobra para viver intensamente cada modalidade, moldar novos ídolos e, acima de tudo, deixar a cidade ainda mais maravilhosa. Superadas as rivais Madri, Tóquio e Chicago, finalmente dá para dizer com todas as letras: a bola está com o Rio. Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Fonte: Valor
Por Marcio Pochmann
Neste mês de outubro, mais precisamente no dia 24, registra-se 80 anos de ocorrência da mais grave crise do capitalismo de todo o século 20. O capitalismo que emergiu após a grande crise de 1929 jamais foi o mesmo.
Por um lado, o radical abandono dos pressupostos liberais de condução das políticas econômicas e sociais. Diante da clara incapacidade da economia de mercado andar por si mesma, sem o aporte, a vigilância e a politização das forças extramercados, tornou-se evidente a ascensão da mão visível do Estado. Para as nações mais industrializadas, a saída da crise foi longa e diferenciada. Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
POR PEDRO FIORI ARANTES
Não é verdade que a esquerda apenas critica e não sabe o que propor. A história da luta por moradia no Brasil já produziu diversos exemplos do que poderia ser uma política habitacional diferente da que está sendo promovida pelo programa “Minha Casa, Minha Vida” (MCMV). Isto é, intervenções realizadas com a participação dos movimentos populares, que promoveram ações de reforma urbana, espaços com qualidade arquitetônica e a progressiva desmercantilização da moradia. O próprio PT, em inúmeras administrações municipais na década de 1990, colaborou para que políticas habitacionais fossem parte da transformação urbana e social e não apenas um balcão de negócios para os empresários da construção civil.
A experiência mais importante, sem dúvida, foi a da administração Luiza Erundina em São Paulo, entre 1989 e 1992. Erundina, assistente social que atuava em favelas apoiando os movimentos de luta por moradia, foi especialmente dedicada ao assunto, junto com a nova equipe da Secretaria de Habitação, coordenada por Ermínia Maricato, uma professora da USP e militante nas periferias da zona sul da cidade. Pela primeira vez em São Paulo, a política habitacional não estava nas mãos do capital da construção e do setor imobiliário. Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Por Paulo Passarinho
Estive recentemente em uma conhecida universidade carioca, integrando uma mesa de discussão sobre o Brasil e a nossa reconhecida desigualdade.
O tema está na ordem do dia. A partir dos dados divulgados anualmente pelo IBGE, de acordo com a PNAD – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, já há alguns anos ganham intenso destaque as informações que atestam que estamos em um acelerado processo de desconcentração de renda.
De fato, e de acordo com as informações captadas nessa pesquisa do IBGE – que sabidamente não incorpora a participação dos ganhos típicos do mundo do capital (juros, lucros e aluguéis) – desde os anos 1990 é identificado um processo lento, mas contínuo, de melhor distribuição dos rendimentos entre os que vivem do trabalho assalariado, autônomo ou informal. Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Shai Oster, The Wall Street Journal, de Hangzhou, China
Fonte: Valor Econômico (30/09/09)
Quando um jovem rico atropelou e matou outro de origem modesta num racha, em maio, o incidente detonou um inflamado conflito de classe nesta próspera cidade do leste da China.
O motorista de 20 anos, Hu Bin, foi criado como o mimado filho de uma família de comerciantes rica o suficiente para comprar vários carros e apartamentos ao longo das avenidas arborizadas de Hangzhou. A vítima, Tan Zhuo, um engenheiro de telecomunicações de 25 anos, veio de um vilarejo no interior onde seus pais desempregados lutaram para arrumar dinheiro e realizar o sonho do filho de fazer faculdade em Hangzhou, uma das cidades mais ricas da China.
“Garotos ricos em carros de luxo transformam as ruas da cidade em pista de F1″, gritava a manchete de um tablóide da cidade no dia seguinte ao do acidente, detonando uma onda de indignação. Fotos do motorista em seu Mitsubishi vermelho perto do corpo da vítima foram distribuídas de forma viral na internet, transformando mais uma das 70 mil mortes ao ano por acidentes de trânsito na China numa parábola sobre injustiça social que ganhou eco entre milhões de chineses. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Por João Sicsú
Fonte: Valor Econômico (30/09/2009)
A taxa de câmbio é um elemento-chave de um projeto de desenvolvimento. Essa constatação é fundamental: além de ser essencial para auxiliar o esforço de crescimento econômico, a administração cambial deve ser compreendida como um instrumento nevrálgico que deve fazer parte de um projeto de desenvolvimento. A macroeconomia e seus preços básicos, isto é, juros e câmbio, podem definir os rumos de uma sociedade, se esta está caminhando em direção ao progresso ou ao atraso.
Em relação à taxa de câmbio, já foi percebido que existe uma tendência forte à sua valorização nos países em desenvolvimento, devido às possibilidades econômicas que caracterizam esses países. Tais economias podem ser exportadoras de itens básicos, podem ser atrativas para o investimento direto estrangeiro ou podem ainda ter ativos financeiros atraentes. Portanto, essas economias podem sofrer de doença holandesa ou de outras enfermidades cambiais valorizativas. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Por Mauro Santayana
Fonte: JB Política
Foi com constrangimento que o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, recebeu a proposta legislativa popular contra o registro de candidaturas de pessoas condenadas em primeira instância pela Justiça. Sendo assim, ele se incumbiu de declarar que dificilmente a iniciativa terá curso, tal como se pretende. Desde que existem estados, há o problema de buscar os cidadãos mais honrados para cuidar da coisa pública. Nos regimes absolutistas, o problema não se coloca. A palavra do soberano faz, de canalhas, santos, e de santos, execráveis traidores, como ocorreu na Inglaterra de Henrique II, com o assassinato em pleno altar do arcebispo de Canterbury, Thomas a Becket, em 1170, e a condenação à morte de Thomas More, por Henrique VIII, em 1535. Ambos, pelo seu martírio, foram reconhecidos como santos pela Igreja. Nas repúblicas quem faz a honra e a desonra dos homens de Estado é a opinião nacional – também nem sempre justa. Houve acusações pesadas contra César, entre elas as de enriquecer-se nos cargos que ocupou. Seu grande opositor, Catão, o jovem, quando a vitória sobre Pompeu se consolidou, para não viver sob o domínio de seu adversário, preferiu matar-se, depois de salvar seus soldados, em Útica, na África romana, onde nascera. César, como sabemos, durou pouco no poder, que ele queria ditatorial e vitalício: os punhais dos conspiradores cortaram-lhe a ambição. Leia o resto do artigo »
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