Postado em 8 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Fonte: Carta Maior
É possível conceber formas de acumulação de poder e riqueza que não passem pelos ataques territoriais, Mas com certeza, este não foi o caminho seguido pela Inglaterra e pelos Estados Unidos, as duas grandes potências ganhadoras que conseguiram transformar a sua “dívida pública” num instrumento do seu poder.
Por José Luís Fiori
“Entre 1650 e 1950, a Inglaterra participou de 110 guerras aproximadamente, dentro e fora da Europa, ou seja, em média, uma à cada três anos E entre 1783 e 1991, os Estados Unidos participaram de cerca de 80 guerras, dentro e fora da América, ou seja, em média, também, uma a cada três anos.”
J.L.F. , ” A Guerra”, O Valor Econômico, 09/09/2009
O economista inglês, Wiliam Petty (1623-1687), escreveu dois pequenos textos que revolucionaram o pensamento econômico do século XVII, e que estão na origem da economia política clássica: o “Tratado sobre Impostos e Contribuições”, publicado em 1662, e a “Aritmética Política”, publicado em 1690, depois da sua morte. Nestes dois textos, William Petty desenvolve uma teoria econômica que dá importância central ao papel do Estado e das guerras, no funcionamento das sociedades. A teoria de Petty, parte da definição dos principais “encargos públicos”, e depois propõe uma estratégia econômica de multiplicação dos recursos necessários para o cumprimento destas funções. Para Petty, a primeira obrigação do Estado é a “defesa por terra e mar, da sua paz interna e externa, como também a vindicação honrosa das ofensas de outros estados” , e a forma de obter os recursos indispensáveis é através dos tributos. Mas segundo Petty, o aumento da tributação depende do aumento da produtividade e do “excedente econômico” nacional. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de São Paulo
Elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2009 registra alguns importantes avanços do Brasil, com relação ao ano anterior. Embora o País tenha perdido cinco posições no ranking do IDH de 182 nações, passando da 70ª posição, em 2008, para o 75º lugar, o levantamento mostra que o País vem conseguindo manter um ritmo de crescimento consistente e que é, hoje, o mais acelerado em toda a América Latina.
Liderado no levantamento deste ano pela Noruega, pela Austrália e pela Islândia, ficando a França, o Japão e os EUA na 9ª, 10ª e 13ª posições, o IDH é calculado pelo Pnud com base no cruzamento de informações relacionadas à riqueza, nível de escolaridade, saúde e esperança média de vida. Como o Pnud também leva em conta as taxas de expansão da economia de cada país, as posições no ranking do IDH flutuam ou mudam, conforme o aumento ou a redução do PIB per capita de cada uma das 182 nações. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Petrobras fará até ilha artificial para explorar o pré-sal
Fonte: Valor
Por Danilo Fariello, de Brasília
A exploração e produção do pré-sal vai exigir uma revolução logística da Petrobras. Os principais campos da empresa, atualmente na Bacia de Campos, estão localizados a uma distância entre 120 e 150 quilômetros da costa, e os poços de exploração do pré-sal estarão, em geral, a uma distância ente 200 e 300 quilômetros. Por isso, serão necessários novos investimentos em infraestrutura para que a operação no mar tenha o máximo de autonomia possível.
“Estamos diante de circunstâncias totalmente diferentes das conhecidas”, diz o gerente-geral da unidade de serviços de transporte e armazenagem do setor de Exploração e Produção da Petrobras, Ricardo Albuquerque. “Como os campos são gigantes e distantes, isso leva a um planejamento distinto daquele já conhecido.”
Apesar das muitas incertezas, há dados preliminares suficientes para planejar. Já está definido, por exemplo, que a estratégia envolverá o modelo de “hub” (termo em inglês que significa ponto de conexão) para três itens específicos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Rodrigo Mendes, colaborou Valéria Nader
Um golpe de estado em um país da América Latina, região com bagagem de golpes e ditaduras, colocou Honduras na pauta do jornalismo internacional. O presidente eleito democraticamente, Manuel Zelaya, foi tirado à força do poder, com o aval de diversas instituições do país.
Roberto Micheletti foi alçado à posição de presidente. Seguiu-se intensa polêmica na interpretação da Constituição do país, onde especialistas favoráveis, contrários e também em posição de neutralidade relativamente ao golpe têm se manifestado de diferentes maneiras na análise quanto ao respaldo que as leis do país dão à deposição de Zelaya. Condenações a esse processo têm vindo, no entanto, de todas as partes do mundo e, principalmente, do povo hondurenho, que foi às ruas protestar contra o golpe e o atentado à democracia.
Por vários dias, Honduras foi o principal destaque dos noticiários. Mas a engrenagem precisa rodar, o jornalismo é um negócio como outro qualquer. Portanto, aos poucos, Honduras foi desaparecendo das principais manchetes e parecia seguir seu rumo inevitável em direção às pequenas notas de pé de página. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Governo transferiu ao banco R$ 4,4 bilhões em ações de grandes empresas, como Eletrobrás, Petrobrás e Vale
Fonte: O Estado de São Paulo
Por Adriana Fernandes e Nicola Pamplona, BRASÍLIA e RIO
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) quer intensificar ainda mais sua participação no financiamento a investimentos privados e, para isso, estuda o lançamento de um lote de debêntures, títulos de renda fixa, no mercado financeiro. Se confirmada a operação, os papéis serão emitidos pela BNDESPar, subsidiária do BNDES que concentra as participações acionárias do banco em outras empresas. A intenção é fazer o lançamento ainda este ano.
Além de captar recursos para aumentar investimentos em empresas consideradas importantes para o desenvolvimento econômico, a operação faz parte da estratégia de política econômica traçada pelo governo de estímulo à poupança interna. A estratégia é financiar novos projetos de investimentos de longo prazo aproveitando um cenário de aceleração do crescimento. Procurado pela Agência Estado, o BNDES não quis comentar o assunto.
Com a perspectiva de retomada dos investimentos após o período de “pé no freio” da crise, há preocupação no governo com a sustentação da oferta de crédito de longo prazo, concentrada hoje no BNDES. “Voltar a depender de poupança externa para financiamento não é a melhor estratégia”, disse uma fonte do BNDES. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.56, ano 2 – 30/09/2009 a 06/10/2009
Economia
Política
Internacional
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Postado em 5 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Publicado na FSP de 15/09/2009.
Historiador marxista volta a defender-se com relação a ataques às suas convicções ideológicas “me recuso a dizer que perdi a esperança”
FOLHA – O que mais deveria ser discutido no aniversário de 20 anos da queda do Muro de Berlim?
ERIC HOBSBAWM – A celebração é oportuna porque o capitalismo agora chegou a seu limite. A crise econômica mundial é o fim de um ciclo, que começou a ruir quando caiu o Muro em Berlim. No Leste Europeu, vejo dificuldade em rompimento com o legado comunista. Mas é o Ocidente quem deve refletir mais sobre o que ocorreu na Guerra Fria e o que pode ser feito para evitar um novo colapso.
FOLHA – As “Eras” são consideradas um exemplo de boa análise histórica dedicada a um amplo período. O sr. acha que falta ambição a historiadores hoje?
HOBSBAWM – Para fazer história com uma perspectiva maior, é preciso ser um intelectual maduro. Hoje, os jovens historiadores gastam muito mais tempo em suas especializações. Quando estão aptos a dar um passo maior, hesitam. A história equivocadamente se afastou da “história total” que fazia Fernand Braudel [1902-1985].
FOLHA – O sr. começa “A Era dos Impérios” contando uma história autobiográfica (a do encontro de seus pais no Egito) e então propõe uma reflexão sobre história e memória. Quão diferente foi escrever este volume, que se refere a passagens mais próximas do seu olhar no tempo, do que os anteriores? Leia o resto do artigo »
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