prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Archive for outubro, 2009

Carta IEDI n. 385 – Produtividade na Indústria no Primeiro Semestre de 2009

Postado em 20 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

A produtividade industrial apresentou queda de 8,0% no primeiro semestre de 2009, seguindo a contração de 13,4% na produção física e de 5,8% nas horas pagas. O resultado bastante negativo no semestre mostra que houve uma pequena recuperação ao longo dos primeiros meses do ano, pois no primeiro trimestre o recuo na produtividade foi de 10,0%. Em termos de tendência da produtividade observa-se que o ajuste para minorar os impactos da crise pelas empresas tem sido na direção de reduzir o emprego e as horas pagas.

Como a interrupção da trajetória de crescimento no último trimestre de 2008 implicou também a interrupção do ciclo expansivo de investimentos produtivos, e a correlação entre investimento e produtividade é positiva, a expectativa é a de que uma retomada do crescimento da produtividade a taxas sustentáveis dependerá da retomada dos investimentos, o que não está claro de ocorrer em futuro próximo. Clique aqui para ler mais.

Postado em Conjuntura | Sem Comentários »

Belluzzo: Taxação é boa, mas poderia ser mais radical

Postado em 20 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

O governo decidiu taxar com uma alíquota de 2% o capital estrangeiro que entrar no País para aplicações em renda fixa e ações. O intuito é evitar uma valorização exagerada do real e a criação de uma bolha decorrente do excesso de liquidez internacional. Para o conselheiro informal do presidente Lula para assuntos econômicos, Luiz Gonzaga Belluzzo, a medida poderia até ser mais radical. Ele defende, há muito tempo, maior intervenção do Banco Central no câmbio.

- Na verdade, quem está contra a taxação quer cuidar dos próprios investimentos, dos interesses próprios. O governo tomou uma medida que, na minha opinião, deveria ser mais radical. Deveria ter alterado a forma de atuação do Banco Central no mercado de câmbio – avalia Belluzzo, ex-secretário do Ministério da Fazenda.

Clique aqui para ler o resto da entrevista.

Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | 1 Comentário »

Depois do oba-oba

Postado em 10 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Por Cynara Menezes

Fonte: CartaCapital

Sentado na primeira fila na cerimônia em Copenhague, na Dinamarca, ao lado dos nervosíssimos Eduardo Paes, prefeito do Rio, do governador Sérgio Cabral e do presidente Lula, o ministro do Esporte, Orlando Silva, parecia paralisado em uma espécie de transe zen, ansioso de que o desfecho da tortura viesse logo. “Eu tinha certeza que íamos ganhar. Até disse pro Cabral, que estava desesperado: ‘Esquece, compadre, essa nós ganhamos’. Mas a demora me deixou apreensivo. Para que aquele ritual todo? Pega o papel e abre, ué. Não, tem de botar o envelope numa bacia, levar a bacia até o presidente do comitê olímpico internacional…” O presidente do COI, Jacques Rogge, finalmente anuncia o nome do Rio de Janeiro como cidade-sede das Olimpíadas de 2016.

Lembranças de uma noite de festa. Depois, porém, dos abraços da vitória, começaram as divergências entre o presidente da Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, também presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), e o governo. A preocupação é que não se repitam os quase 800% de estouro do orçamento dos Jogos Pan-Americanos de 2007, organizados porr Nuzman, mas também que se aproveite o evento para mudar o perfil do esporte no País. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

Vencendo a crise e apostando no Brasil

Postado em 10 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Por Eduardo Gomes e Rodrigo L. Medeiros

Fonte: Monitor Mercantil (08/10/2009)

Sinais de que o Brasil vencerá a crise são visíveis. O FMI prevê uma queda de 0,7% no PIB brasileiro neste ano e um aumento de 3,5% para 2010. Novamente na história brasileira a força do seu povo mostrou-se ímpar. Sua justaposição à contraditória acomodação da política econômica ao ambiente de crise foi importante para espantar o pior dos mundos.

Estamos ainda bem longe do “melhor dos mundos”. Medidas de ordem keynesiana foram adotadas por diversos países. A condução da política monetária brasileira, por sua vez, demorou a acompanhar o que se passava em outros países afetados pela crise originada em Wall Street.

Enquanto a política fiscal apontava num sentido expansionista, a política monetária elevou os custos de oportunidade para os investimentos produtivos na economia brasileira e dificultou o giro das operações de muitas pequenas e médias empresas. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social, Rodrigo Medeiros | Sem Comentários »

Rio 2016 é emblemático da nova geopolítica no Esporte

Postado em 9 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

por Gabriel Brito    

Na semana que passou, o país voltou a viver momentos de euforia que levaram a cidade do Rio de Janeiro a um novo carnaval, desta vez em celebração à bem sucedida candidatura da capital carioca para os Jogos Olímpicos de 2016. De acordo com o presidente Lula, comovido na cerimônia que oficializou a sede em Copenhagen, o Brasil conquistou definitivamente sua ‘cidadania internacional’, pois eventos como esse firmam o país no grupo dos mais respeitáveis da comunidade das nações.  

Comandada pelos homens que conduziram o Pan 2007, no mesmo Rio, a postulação dividiu opiniões no país, colocando em lados opostos aqueles que a vêem como boa oportunidade de crescimento e outros que acreditam que se deu a chave do cofre para as pessoas erradas, haja vista a exorbitância e obscuridade dos 3,6 bilhões de reais gastos com os jogos regionais – cujo orçamento inicial estava por volta de 400 milhões.   Leia o resto do artigo »

Postado em Política Brasileira | Sem Comentários »

Governo estuda fim do IOF e mudanças em IR de fundos

Postado em 9 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Fonte: Valor

Por Claudia Safatle, de Brasília

Eliminar o IOF cobrado nas aplicações de títulos privados de curto prazo; dividir entre vendedores e compradores o imposto de renda que incide sobre o cupom pago pelos títulos públicos; e acabar com a tributação semestral dos fundos de investimentos, o come-cotas, são algumas das medidas que o governo estuda para desonerar as aplicações financeiras. Mas só serão adotadas quando a arrecadação de impostos voltar aos padrões pré-crise global. Não há, nesse momento, espaço fiscal para abrir mão de um centavo de receitas. Muito provavelmente, esse conjunto de medidas só poderá ser aprovado em meados de 2010.

Essas medidas foram discutidas pelo grupo de mercado de capitais, criado ainda no primeiro mandato do governo Lula, em reunião na terça-feira, no Ministério da Fazenda. Do grupo, encarregado de propor reformas para o aperfeiçoamento do mercado, fazem parte representantes da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Susep (Superintendência de Seguros privados), Banco Central, Fazenda e representantes do mercado. As medidas citadas acima foram propostas pelo setor privado, tiveram a concordância de mérito do governo, mas não serão implementadas este ano. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Econômica | Sem Comentários »

Sim, uma outra política cambial é possível

Postado em 9 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Fonte: Valor

José Luis Oreiro e Luiz F. de Paula

A implantação de uma nova política cambial requer a combinação de desenvolvimentismo com fiscalismo

Alguns economistas ortodoxos ficaram desconfortáveis com as declarações de representantes do setor produtivo sobre o caráter desastroso da política cambial brasileira. Para os ortodoxos brasileiros essa afirmação seria desprovida de fundamentação científica, estando mais ancorada nas paixões do que na razão. Além disso, afirmam eles que a adoção de uma política de administração da taxa de câmbio teria o efeito de solapar o regime de metas de inflação brasileiro, pondo em risco a estabilidade de preços duramente obtida nos últimos 15 anos.

Em artigos anteriores, publicados no Valor e em outros veículos, já tivemos a oportunidade de argumentar que a tendência à apreciação da taxa real de câmbio ocorrida desde 2005 tem produzido efeitos fortemente negativos sobre a economia brasileira. Com efeito, a participação dos manufaturados na pauta de exportações brasileira tem se reduzido, assim como a participação da produção doméstica no consumo aparente de produtos manufaturados. Trata-se de sinais inequívocos de desindustrialização da economia brasileira, com efeitos negativos sobre as perspectivas de crescimento de longo prazo, dado que a fonte de retornos crescentes de escala se encontra nas atividades manufatureiras, não nas atividades primárias exportadoras. Leia o resto do artigo »

Postado em Política Econômica | 1 Comentário »

Solidariedade

Postado em 8 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Fonte: Folha de são paulo

Por Antonio Delfim Netto:

SE HÁ UM PAÍS responsável pela preservação de condições básicas de alguma vida saudável em nosso planeta este país é o Brasil. Não obstante, continuamos a ser o alvo preferencial de críticas de um grande número de organismos supranacionais exatamente quanto aos métodos que utilizamos na exploração dos recursos naturais. Uma das mais recentes, totalmente precipitada e sem nenhuma demonstração empírica, foi a de que “a expansão do plantio de cana é responsável pelo desmatamento do cerrado brasileiro”. 
Trata-se de rematada tolice, pois é sabido que a cana-de-açúcar se expande em áreas do cerrado que já eram exploradas por outras atividades, como a pecuária. O Brasil construiu a matriz energética mais limpa do planeta Terra e hoje utiliza 40% de energia renovável. Os demais países usam 10% razoavelmente limpos, e 90% sujam. Continuamos investindo na ampliação da oferta da hidroenergia e somos dos mais eficientes do mundo na substituição por energia que gera menos emissões de CO2 e, portanto, produz menor efeito sobre o aquecimento global.  Leia o resto do artigo »

Postado em Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »