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Blog do Desemprego Zero

Brasil entra na rota para ser o principal mercado de caminhões

Escrito por beatriz, postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Brasil Econômico 
O Brasil não é mais uma promessa para o mercado de caminhões: já se tornou o maior mercado para muitas montadoras. Este deverá ser o segundo melhor ano da história da indústria no país, com vendas entre 105 mil a 110 mil veículos, como já adiantara o Brasil Econômico.

A unidade brasileira da Volvo, por exemplo, será sede este ano da maior operação da empresa sueca no mundo, ultrapassando inclusive os Estados Unidos. A montadora está preparando o lançamento de caminhões leves e médios no mercado brasileiro, produzidos pela Renault Truck, comprada pela companhia.

A Volkswagen Caminhões e Ônibus também tinha o Brasil como seu maior mercado. Este ano ela foi comprada pela Man e passou a se chamar Man Latin America, e agora o país entrou na briga pelo primeiro lugar do ranking contra a Europa.

A estratégia da Man é crescer nos mercados emergentes. Por isso optou por comprar a operação de caminhões da Volks, que em agosto se tornou líder de vendas na América Latina. “Estamos presentes em 120 países, mas o Brasil não conhecia a nossa marca”, afirma o presidente mundial, Hakan Samuelsson. A melhor forma de entrar nesse mercado era uma parceria com a maior montadora de caminhões do país, que tem todo o know-how para produzir para países emergentes. “Com toda certeza, essa operação será a primeira no ranking do grupo”, diz.

A Man na Europa possui 16% de participação de mercado, o que lhe confere o segundo lugar na região. A montadora deve comercializar este ano 150 mil caminhões no mundo, vendas que superam todo o mercado brasileiro.

Concorrência acirrada
Na América Latina, a Man é líder em vendas, ultrapassando a Ford Caminhões, e atua na maioria dos segmentos. O presidente da companhia no Brasil, Roberto Cortes, ressaltou o crescimento da empresa na América Latina. “Que me desculpem os concorrentes, mas 2009 e 2010 serão da Man Latin America. Temos estrutura para manter a liderança conquistada desde que começamos nossas atividades em Resende (RJ). E, com o novo parceiro, vamos atuar em um segmento que ainda não tínhamos produtos, cobrindo assim todos os setores no Brasil”, declarou Cortes.

A entrada da Man no mercado brasileiro promove um movimento dos concorrentes. A Ford Caminhões anunciou investimentos de R$ 370 milhões para produção, novos produtos e reestruturação da rede de concessionárias. Isso em função da expectativa de crescimento de até 10% do mercado, alavancado por grandes obras de infraestrutura com os eventos esportivos e do ciclo de crescimento econômico no próximo ano.

O diretor de caminhões da Ford,Oswaldo Jardim, disse que em 2010 as vendas de caminhões devem se equiparar com a comercialização de 2008, que foi o melhor ano da história da indústria de veículos comerciais no Brasil. “As grandes obras que estão por vir e a expectativa do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) acima de 5% vão com toda certeza impulsionar as vendas de caminhões no próximo ano. Temos de estar preparados para a alta na demanda”, aponta Jardim.

Prova da recuperação do mercado depois de um período de retração são as vendas em outubro, que, segundo Jardim, devem ser semelhantes à comercialização de outubro de 2008, quando a crise ainda não havia chegado ao setor. “O último trimestre deste ano deverá ter o mesmo comportamento de vendas que os meses de julho, agosto e setembro de 2008, o melhor trimestre do setor”, ressaltou o executivo.

Outro que está otimista com o mercado brasileiro é o presidente da Scania Latin America, Suen Antonsson. Segundo ele, a montadora está se adaptando para a retomada da demanda no país. A Scania este ano se voltou para as vendas no Brasil e a participação de mercado da companhia passou de 17% para 24%. “Com a queda de até 70% nas exportações, o mercado brasileiro se tornou mais importante para a companhia. Em função disso estamos adaptando a nossa produção.”



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Uma Resposta para “Brasil entra na rota para ser o principal mercado de caminhões”

  1. josé almeida de souza jr. falou:

    Cegueira total, diriam aqueles que conseguem enxergar um pouco mais à frente, entre os quais, seguramente, o Professor Carlos Lessa. A continuação desse oba-oba rodoviarista joga para as calendas a proposição de uma matriz de transportes mais racional. Onde vão caber as propostas de diversificação ferroviária e aquaviária no contexto dos interesses da presentes e futuros da Nação? Não vão. O Brasil está simplesmente sendo usado por estas empresas automobilísticas.

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