<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: A Ruptura Necessária</title>
	<atom:link href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2009/10/a-ruptura-necessaria/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2009/10/a-ruptura-necessaria/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 05 Oct 2010 14:58:47 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
	<item>
		<title>Por: josé almeida de souza jr.</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2009/10/a-ruptura-necessaria/comment-page-1/#comment-15087</link>
		<dc:creator>josé almeida de souza jr.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 14:22:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2009/10/02/a-ruptura-necessaria/#comment-15087</guid>
		<description>A ruptura pode ser ainda mais profunda ainda: fazer da moeda de curso legal no país um serviço de utilidade pública, sob controle público. Em outras palavras, tirar da banca e finança privadas o privilégio exclusivo da criação do dinheiro. O Estado não precisa se endividar junto a rentistas por uma moeda que ele mesmo pode criar, na quantidade que for necessária para suprir a totalidade (assusta?) do potencial econômico de nossa sociedade. Para não causar inflação, basta retirar de circulação o excesso de moeda em relação à produção. Simples assim. Toda a sofisticação do sistema financeiro não passa de refinada empulhação, revestida de um jargão confuso e quase impenetrável, composto de conceitos exdrúxulos e que no fundo se assentam sobre um único fato: a moeda tornada artificialmente escassa. É verdade, capital podemos fazer em casa, tecnologia,em enorme medida, podemos licenciar, se preciso for e controle da economia produtiva por residentes no país é imperativo! A ventilada falta de vontade política decorre da incompreensão, por parte da sociedade, do significado objetivo do dinheiro. Poucos e louváveis são aqueles que procuram desmistificar a trapaça da finança! A propósito,recomendo a leitura do livro de Ellen H. Brown, &quot;The Web Of Debt&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A ruptura pode ser ainda mais profunda ainda: fazer da moeda de curso legal no país um serviço de utilidade pública, sob controle público. Em outras palavras, tirar da banca e finança privadas o privilégio exclusivo da criação do dinheiro. O Estado não precisa se endividar junto a rentistas por uma moeda que ele mesmo pode criar, na quantidade que for necessária para suprir a totalidade (assusta?) do potencial econômico de nossa sociedade. Para não causar inflação, basta retirar de circulação o excesso de moeda em relação à produção. Simples assim. Toda a sofisticação do sistema financeiro não passa de refinada empulhação, revestida de um jargão confuso e quase impenetrável, composto de conceitos exdrúxulos e que no fundo se assentam sobre um único fato: a moeda tornada artificialmente escassa. É verdade, capital podemos fazer em casa, tecnologia,em enorme medida, podemos licenciar, se preciso for e controle da economia produtiva por residentes no país é imperativo! A ventilada falta de vontade política decorre da incompreensão, por parte da sociedade, do significado objetivo do dinheiro. Poucos e louváveis são aqueles que procuram desmistificar a trapaça da finança! A propósito,recomendo a leitura do livro de Ellen H. Brown, &#8220;The Web Of Debt&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
