Postado em 27 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Por Luís Nassif
Um dos fenômenos mais ridículos dessa longa noite de insanidade política dos últimos anos, foi a terceirização da política pelo PSDB (clique aqui para ler post sobre o tema).
Aqui analisei esse fenômeno, que é facilmente explicável:
José Serra assumiu a herança de FHC. Juntos, vieram colunistas políticos e econômicos adeptos da internacionalização, do suposto papel civilizatória dos mercados, do racionalismo vesgo contra qualquer forma de gastos sociais, tendo como tacape um iPod que repetia mantras, slogans e refrões. Jamais conseguiram entender o pais como um todo, composto de mercados eficientes, sim, mas também de políticas públicas, políticas sociais, indústria, agricultura, movimentos sociais.
As idéias de Serra não batiam com o reducionismo deles. Em vez de cumprir o papel de líder, convencendo-os de que os tempos mudaram, de que esse neoliberalismo exacerbado era coisa velha até para os mercadistas empedernidos, que política e política econômica são feitas com pragmatismo e não com ideologização de porta de banco de investimento, o neo-Serra decidiu não entrar em nenhuma dividida. E se eximiu da função básica de qualquer candidato a líder: fornecer o fio condutor das idéias capaz de organizar o discurso de seus liderados. Leia o resto do artigo »
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Postado em 27 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Por Atilio A. Boron
www.atilioboron.com
El próximo 28 de Octubre la Asamblea General de las Naciones Unidas someterá una vez más a votación una resolución requiriendo del gobierno de Estados Unidos poner fin el bloqueo decretado contra Cuba a partir de 1961. Tal como ocurriera desde 1991 hasta la fecha esa resolución será aprobada casi por unanimidad, ratificando la condena de la comunidad internacional a Estados Unidos y la tremenda soledad en que se debate Washington por causa de una política que no sólo castiga brutalmente al pueblo cubano sino que también constituye una amenaza para la humanidad en su conjunto.
Conciente de su naturaleza violatoria de las más elementales normas del derecho internacional y de los derechos humanos los publicistas del imperio y sus voceros locales han librado, como en tantas otras ocasiones, una pertinaz batalla semántica dirigida a confundir y engañar a la opinión pública mundial. Para ello recurren a un eufemismo: hablan de “embargo” y lo presentan como si fuera un asunto apenas comercial. Ocultan de ese modo que se trata de un bloqueo integral: económico, comercial, financiero y tecnológico, pero también internacional (al penalizar a las empresas de terceros países que comercien con Cuba y obstaculizar las relaciones diplomáticas de este país con el resto del mundo); informático (al impedir el acceso de los cubanos a banda ancha e Internet de alta velocidad); social (al imposibilitar o dificultar el re-encuentro de las familias cubanas separadas por la emigración) y cultural, al impedir la libre circulación de artistas, escritores, intelectuales y científicos entre Cuba y Estados Unidos. [1]
Se trata de un bloqueo no sólo ilegítimo a la luz de los más elevados valores de la civilización sino profundamente ilegal, diseñado para poner a Cuba de rodillas provocando hambre, enfermedades y desesperación en la población. En suma: se reitera la bárbara política de sitiar a una ciudad indefensa provocando entre sus pobladores toda suerte de privaciones e infortunios con la esperanza de debilitar su resistencia o precipitar una insurrección generalizada contra sus legítimas autoridades. Política cruel e inhumana, si las hay, que el imperio aplica sola y exclusivamente contra Cuba actualizando su antigua y enfermiza obsesión de querer apoderarse de esa isla, aún a costa de violar mil veces el derecho internacional y pisotear las más elevadas normas éticas que definen la convivencia civilizada de pueblos y naciones. Leia o resto do artigo »
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Postado em 27 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Raú Zibechi
O mais que provável triunfo de Jose Mujica, que será eleito presidente no primeiro ou segundo turno, ou seja, entre 25 de outubro e 29 de novembro, é de algum modo a vitória de um jeito plebeu de fazer política, em um país onde a cultura das classes médias ostenta uma potente hegemonia.
Diferentemente de países como Bolívia e Argentina, onde a cultura popular dos de baixo sempre teve uma fortíssima estampa, que marcou a fogo a história recente, no Uruguai, desde o começo do século 20, se impôs um modo pouco estridente, pacato e moderado de expressar opiniões e mobilizações dos setores populares. Alguns chamaram essa cultura de ‘institucionalizaçao’, enquanto outros apontaram o predomínio de uma cultura política ‘amortecedora’ como forma de explicar as particulares configurações de um país onde as camadas médias não só foram quantitativamente importantes como também logo se tornaram referência obrigatória para o conjunto da sociedade. Neste país, ter muito é mal visto; esbanjar pressupõe um castigo social inevitável. De modo que os de cima são, há muito tempo, tímidos na hora de alardear sua riqueza. E os de baixo, em contrapartida, sempre mostraram uma tendência a não se considerarem pobres, e sim classe média. Leia o resto do artigo »
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Postado em 27 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Fonte: Folha de S. Paulo
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
O IOF sobre ações deixa claro que o governo vai aumentar seu esforço para impedir a sobreapreciação do câmbio
ACERTARAM O presidente Lula e o ministro Guido Mantega ao decidirem pela imposição do IOF de 2% sobre as entradas de capital especulativo no Brasil. O IOF é um imposto regulatório que foi criado nos anos 1970 por um notável economista desenvolvimentista -Mário Henrique Simonsen- para, através do desestímulo à entrada de capitais especulativos, corrigir a incapacidade dos mercados financeiros de arbitrar e, portanto, eliminar as diferenças de taxa de juros interna e internacional. Leia o resto do artigo »
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Postado em 27 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Fonte: Valor
Por Danilo Fariello, de Brasília
O governo federal quer criar o Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM) e a Agência Nacional de Mineração (ANM), para que a União tenha mais ingerência sobre as prospecções minerais no território nacional. O novo código mineral, que também deverá desburocratizar o setor, é o próximo grande projeto de reformulação de marco regulatório em estudos pelo Ministério de Minas e Energia (MME), depois da estruturação dos critérios para exploração de petróleo no pré-sal. Nas últimas semanas, representantes do governo se reuniram com entidades privadas para apresentar as linhas gerais desse novo arcabouço legal.
As metas do governo são fortalecer a ação do Estado no processo regulatório e aumentar o aproveitamento das jazidas. Também se mira prevenção da saúde e segurança das minas na exploração e o controle ambiental até o encerramento das atividades profissionais. Além disso, são objetivos da União atrair mais investimentos ao setor, fomentar a agregação de valor na cadeia produtiva, promover a mineração formal e contribuir para o desenvolvimento sustentável. Leia o resto do artigo »
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Postado em 27 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.57, ano 2 – 21/10/2009 a 27/10/2009
Economia
Política
Internacional
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