Postado em 20 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Um artigo publicado na edição desta terça-feira do jornal Financial Times afirma que “o Brasil é a potência do século 21 a se observar”.
Fonte: BBC Brasil
Assinado pelo comentarista Michael Skapinker, o artigo compara duas visões antagônicas do país – uma negativa, na qual se sobressaem problemas de violência e desigualdade social, e uma positiva, que ressalta uma economia pujante e plena de recursos naturais.
Sem tomar partido por uma das visões, o comentarista diz que o país será “a grande história do próximo ano”.
Os fundamentos de sua avaliação foram apresentados por ele em um recente encontro que reuniu jornalistas de diferentes publicações internacionais. Leia o resto do artigo »
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Postado em 20 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
A produtividade industrial apresentou queda de 8,0% no primeiro semestre de 2009, seguindo a contração de 13,4% na produção física e de 5,8% nas horas pagas. O resultado bastante negativo no semestre mostra que houve uma pequena recuperação ao longo dos primeiros meses do ano, pois no primeiro trimestre o recuo na produtividade foi de 10,0%. Em termos de tendência da produtividade observa-se que o ajuste para minorar os impactos da crise pelas empresas tem sido na direção de reduzir o emprego e as horas pagas.
Como a interrupção da trajetória de crescimento no último trimestre de 2008 implicou também a interrupção do ciclo expansivo de investimentos produtivos, e a correlação entre investimento e produtividade é positiva, a expectativa é a de que uma retomada do crescimento da produtividade a taxas sustentáveis dependerá da retomada dos investimentos, o que não está claro de ocorrer em futuro próximo. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 20 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
O governo decidiu taxar com uma alíquota de 2% o capital estrangeiro que entrar no País para aplicações em renda fixa e ações. O intuito é evitar uma valorização exagerada do real e a criação de uma bolha decorrente do excesso de liquidez internacional. Para o conselheiro informal do presidente Lula para assuntos econômicos, Luiz Gonzaga Belluzzo, a medida poderia até ser mais radical. Ele defende, há muito tempo, maior intervenção do Banco Central no câmbio.
- Na verdade, quem está contra a taxação quer cuidar dos próprios investimentos, dos interesses próprios. O governo tomou uma medida que, na minha opinião, deveria ser mais radical. Deveria ter alterado a forma de atuação do Banco Central no mercado de câmbio – avalia Belluzzo, ex-secretário do Ministério da Fazenda.
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