Postado em 8 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Fonte: Folha de são paulo
Por Antonio Delfim Netto:
SE HÁ UM PAÍS responsável pela preservação de condições básicas de alguma vida saudável em nosso planeta este país é o Brasil. Não obstante, continuamos a ser o alvo preferencial de críticas de um grande número de organismos supranacionais exatamente quanto aos métodos que utilizamos na exploração dos recursos naturais. Uma das mais recentes, totalmente precipitada e sem nenhuma demonstração empírica, foi a de que “a expansão do plantio de cana é responsável pelo desmatamento do cerrado brasileiro”.
Trata-se de rematada tolice, pois é sabido que a cana-de-açúcar se expande em áreas do cerrado que já eram exploradas por outras atividades, como a pecuária. O Brasil construiu a matriz energética mais limpa do planeta Terra e hoje utiliza 40% de energia renovável. Os demais países usam 10% razoavelmente limpos, e 90% sujam. Continuamos investindo na ampliação da oferta da hidroenergia e somos dos mais eficientes do mundo na substituição por energia que gera menos emissões de CO2 e, portanto, produz menor efeito sobre o aquecimento global. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Fonte: Carta Maior
É possível conceber formas de acumulação de poder e riqueza que não passem pelos ataques territoriais, Mas com certeza, este não foi o caminho seguido pela Inglaterra e pelos Estados Unidos, as duas grandes potências ganhadoras que conseguiram transformar a sua “dívida pública” num instrumento do seu poder.
Por José Luís Fiori
“Entre 1650 e 1950, a Inglaterra participou de 110 guerras aproximadamente, dentro e fora da Europa, ou seja, em média, uma à cada três anos E entre 1783 e 1991, os Estados Unidos participaram de cerca de 80 guerras, dentro e fora da América, ou seja, em média, também, uma a cada três anos.”
J.L.F. , ” A Guerra”, O Valor Econômico, 09/09/2009
O economista inglês, Wiliam Petty (1623-1687), escreveu dois pequenos textos que revolucionaram o pensamento econômico do século XVII, e que estão na origem da economia política clássica: o “Tratado sobre Impostos e Contribuições”, publicado em 1662, e a “Aritmética Política”, publicado em 1690, depois da sua morte. Nestes dois textos, William Petty desenvolve uma teoria econômica que dá importância central ao papel do Estado e das guerras, no funcionamento das sociedades. A teoria de Petty, parte da definição dos principais “encargos públicos”, e depois propõe uma estratégia econômica de multiplicação dos recursos necessários para o cumprimento destas funções. Para Petty, a primeira obrigação do Estado é a “defesa por terra e mar, da sua paz interna e externa, como também a vindicação honrosa das ofensas de outros estados” , e a forma de obter os recursos indispensáveis é através dos tributos. Mas segundo Petty, o aumento da tributação depende do aumento da produtividade e do “excedente econômico” nacional. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de São Paulo
Elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2009 registra alguns importantes avanços do Brasil, com relação ao ano anterior. Embora o País tenha perdido cinco posições no ranking do IDH de 182 nações, passando da 70ª posição, em 2008, para o 75º lugar, o levantamento mostra que o País vem conseguindo manter um ritmo de crescimento consistente e que é, hoje, o mais acelerado em toda a América Latina.
Liderado no levantamento deste ano pela Noruega, pela Austrália e pela Islândia, ficando a França, o Japão e os EUA na 9ª, 10ª e 13ª posições, o IDH é calculado pelo Pnud com base no cruzamento de informações relacionadas à riqueza, nível de escolaridade, saúde e esperança média de vida. Como o Pnud também leva em conta as taxas de expansão da economia de cada país, as posições no ranking do IDH flutuam ou mudam, conforme o aumento ou a redução do PIB per capita de cada uma das 182 nações. Leia o resto do artigo »
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