Postado em 1 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Por João Sicsú
Fonte: Valor Econômico (30/09/2009)
A taxa de câmbio é um elemento-chave de um projeto de desenvolvimento. Essa constatação é fundamental: além de ser essencial para auxiliar o esforço de crescimento econômico, a administração cambial deve ser compreendida como um instrumento nevrálgico que deve fazer parte de um projeto de desenvolvimento. A macroeconomia e seus preços básicos, isto é, juros e câmbio, podem definir os rumos de uma sociedade, se esta está caminhando em direção ao progresso ou ao atraso.
Em relação à taxa de câmbio, já foi percebido que existe uma tendência forte à sua valorização nos países em desenvolvimento, devido às possibilidades econômicas que caracterizam esses países. Tais economias podem ser exportadoras de itens básicos, podem ser atrativas para o investimento direto estrangeiro ou podem ainda ter ativos financeiros atraentes. Portanto, essas economias podem sofrer de doença holandesa ou de outras enfermidades cambiais valorizativas. Leia o resto do artigo »
Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »
Postado em 1 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Por Mauro Santayana
Fonte: JB Política
Foi com constrangimento que o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, recebeu a proposta legislativa popular contra o registro de candidaturas de pessoas condenadas em primeira instância pela Justiça. Sendo assim, ele se incumbiu de declarar que dificilmente a iniciativa terá curso, tal como se pretende. Desde que existem estados, há o problema de buscar os cidadãos mais honrados para cuidar da coisa pública. Nos regimes absolutistas, o problema não se coloca. A palavra do soberano faz, de canalhas, santos, e de santos, execráveis traidores, como ocorreu na Inglaterra de Henrique II, com o assassinato em pleno altar do arcebispo de Canterbury, Thomas a Becket, em 1170, e a condenação à morte de Thomas More, por Henrique VIII, em 1535. Ambos, pelo seu martírio, foram reconhecidos como santos pela Igreja. Nas repúblicas quem faz a honra e a desonra dos homens de Estado é a opinião nacional – também nem sempre justa. Houve acusações pesadas contra César, entre elas as de enriquecer-se nos cargos que ocupou. Seu grande opositor, Catão, o jovem, quando a vitória sobre Pompeu se consolidou, para não viver sob o domínio de seu adversário, preferiu matar-se, depois de salvar seus soldados, em Útica, na África romana, onde nascera. César, como sabemos, durou pouco no poder, que ele queria ditatorial e vitalício: os punhais dos conspiradores cortaram-lhe a ambição. Leia o resto do artigo »
Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »