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Blog do Desemprego Zero

Archive for setembro, 2009

Kirchner x Clarín

Postado em 13 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

O grupo de comunicação Clarín, que se insurgiu contra uma operação da Receita Federal argentina, realizada ontem na sede da empresa, é diretamente afetado pelo projeto que regula as comunicações, enviado ao Congresso daquele país pela presidente Cristina Kirchner.

Desde o envio do projeto, nos últimos dias, aumentou a temperatura do confronto entre os principais conglomerados da mídia, como o Clárin, e o governo Cristina Kirchner. “Esse confronto já era previsível”, afirma o jornalista Dênis de Moares, professor do Departamento de Estudos Culturais e Mídia da Universidade Federal Fluminense (UFF). Leia mais no Conversa Afiada…

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Energia no Brasil custa o mesmo que a europeia

Postado em 13 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Publicado na FSP de 12/09/2009

Tarifa para consumidor residencial do país  é mais cara que a cobrada na Suíça

Em abril houve aumento de mais de 20% na tarifa de consumidores residenciais; câmbio, chuvas e modelo de privatização explicam custo

Os brasileiros pagam pela energia elétrica tarifas semelhantes às dos principais países europeus. Em ranking feito com base em dados divulgados pela Agência Internacional de Energia, o Brasil fica no meio, em 11º lugar em uma lista com 23 países. Os consumidores residenciais da Suíça, por exemplo, pagam menos pela energia do que os brasileiros.

Segundo a lista feita pela AIE (Agência Internacional de Energia), a tarifa mais cara é cobrada pelos consumidores residenciais da Dinamarca e a mais barata é a que vigora em Taiwan. A diferença entre a mais cara e a mais barata é de quase cinco vezes. Leia o resto do artigo »

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Muito cedo para tirar estímulos

Postado em 12 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Martin Wolf

Publicado no Valor Econômico de 11/09/2009

Os países ricos discutem qual será o momento ideal para retirar o estímulos dados para a recuperação da economia.

Nossa política de ação coordenada, decisiva e sem precedentes ajudou a deter a queda e a estimular a demanda global. Dessa forma, os ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais das principais economias de alta renda e emergentes que compõem o G20 se deram tapinhas nas costas durante o fim de semana. Eles estavam certos em fazê-lo. A resposta à crise foi essencial e também bem-sucedida. Mas é cedo demais para cantar vitória.

Ben Bernanke, recentemente nomeado por Barack Obama para um segundo mandato como presidente do Federal Reserve, reforçou o argumento no simpósio monetário Jackson Hole deste ano: “Sem estas ações prontas e contundentes, o pânico de outubro provavelmente teria se intensificado, mais firmas financeiras importantes teriam falido e o sistema financeiro global como um todo teria ficado em grave risco. O que sabemos sobre os efeitos de crises financeiras sugere que a recessão global resultante teria sido extraordinariamente profunda e prolongada”.

Dois grupos de pensadores rejeitam esse ponto de vista. Um deles sustenta que a economia está sempre em equilíbrio. Se a taxa de desemprego explodiu para cima, só pode ser porque, depois que o Lehman implodiu, os trabalhadores resolveram tirar férias. Uma opinião alternativa é que depressões são conseqüência natural de excessos. Tanto o culpado como o inocente devem sofrer, à medida que os erros do passado são expurgados. Essas opiniões foram rejeitadas. As economias não estão sempre em equilíbrio e, apesar de uma correção dos excessos em preços de ativos, mercados financeiros e consumo ter se tornado inescapável, uma espiral decrescente cumulativa não era inevitável. Leia o resto do artigo »

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A Petrobras e a Federação

Postado em 12 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Mauro Santayana

Fonte: JB online

Quando, em outubro de 1953, o presidente Vargas sancionou a Lei 2.004, criando a Petrobras, o Brasil importava 95,6% de todos os derivados do petróleo que consumia: gasolina, querosene, óleo diesel, óleo combustível, gás liquefeito, aguarrás, óleo lubrificante – e outros produtos. As refinarias, que eram privadas, só tinham capacidade de transformar 2.300 barris de petróleo bruto por dia – que equivaliam a 3% de nossas importações totais do combustível. Produzíamos, em poços pioneiros, apenas 2% de petróleo bruto. Naquele momento, a prioridade era construir grandes refinarias no país – a fim de comprar mais petróleo bruto do que derivados e, assim, aliviar o peso das importações de energia. Conforme relata o general Arthur Levy – o segundo presidente da Petrobras (Juracy Magalhães foi o primeiro) – em seu livro Energia não se importa, as compras de derivados eram crescentes, e absolutamente necessárias ao desenvolvimento do país. Não tínhamos outra saída que não fosse a do endividamento. Chegaria o momento em que o país se tornaria inviável, pela impossibilidade de gerar recursos para a administração dos compromissos internacionais. A Petrobras foi, assim, uma imposição da necessidade.

O projeto enviado pelo governo ao Congresso, para a exploração do petróleo do pré-sal autoriza a continuação dos leilões de áreas, também para o pré-sal. Isso significa que as empresas petrolíferas internacionais aumentarão a sua presença na exploração do óleo, com a consequente exploração intensiva dos lençóis do pré-sal. Essa situação trará outro efeito colateral perigoso para o futuro estratégico do país. Haverá entrada brusca de divisas e, conforme quem ocupar o governo, esse dinheiro, não sendo absorvido pelas necessidades de investimento, acabará aplicado em títulos do Tesouro dos Estados Unidos ou em bancos europeus. Haverá, ainda, outra sangria de divisas, com a remessa de lucros. A velha sabedoria aconselha não ir tão depressa ao poço. Leia o resto do artigo »

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UM OLHAR SOBRE NOSSA IMPRENSA

Postado em 11 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Luís Gonzaga Belluzzo, economista da UNICAMP

Eu estava na ante-sala de uma médica, em Salvador. Sábado, dia 29 de agosto. E apenas por essa contingência, dei-me de cara com uma chamada de primeira página – uma manchetinha – da revista Época, já antiga, de março deste ano de 2009: “A moda de pegar rico” – as prisões da dona da Daslu e dos diretores da Camargo Corrêa.
 
Alguém já imaginou uma manchete diferente, e verdadeira como por exemplo, A moda de prender pobres? Ou A moda de prender negros? Não, mas aí não. A revolta é porque se prende rico. Rico, mesmo que cometendo crimes, não deveria ser preso.
 
Lembro isso apenas para acentuar aquilo que poderíamos denominar de espírito de classe da maioria da imprensa brasileira. Ela não se acomoda – isso é preciso registrar. Não se acomoda na sua militância a favor de privilégios para os mais ricos. E não cansa de defender o seu projeto de Brasil sempre a favor dos privilegiados e a favor da volta das políticas neoliberais. Tenho dito com certa insistência que a imprensa brasileira tem partido, tem lado, tem programa para o País. Leia o resto do artigo »

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Ainda o Pré-sal

Postado em 11 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Paulo Passarinho 

O presidente Lula acaba de retirar o seu pedido de urgência para a tramitação dos projetos do pré-sal. Por força de uma negociação conduzida por Michel Temer, presidente da Câmara, os deputados terão um pouco mais de tempo para uma discussão considerada por todos, formalmente, como de extrema importância para o país.

Formalmente, pois, na prática, e de acordo com o que foi combinado entre o governo e a oposição, a votação das propostas começará no dia dez de novembro e o prazo de apresentação de emendas – que iria ter fim no dia em que escrevo essas linhas (isso mesmo: hoje, dia dez de setembro!) – ficou estendido até o próximo dia 18. Leia o resto do artigo »

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Estados Unidos fascistas: Já chegamos lá?

Postado em 11 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

As elites conservadoras dos Estados Unidos jogaram abertamente seu futuro com o das legiões de descontentes da extrema-direita. Elas deram apoio explícito e poder às legiões para que ajam como um braço político nas ruas americanas, apoiando ameaças físicas e a intimidação de trabalhadores, liberais e autoridades que se neguem a defender seus [das elites] interesses políticos e econômicos. Chegamos. Estamos estacionados exatamente no lugar onde nossos melhores especialistas dizem que o fascismo nasce. O artigo é de Sara Robinson, do blog For Our Future. Leia mais…

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A volta do pêndulo na economia

Postado em 11 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Ontem, o PSDB mudou sua posição em relação ao pré-sal. Decidiu não mais fazer oposição sistemática ao projeto do governo. Antes, havia desistido da oposição sistemática ao Bolsa Família.

Nos dois momentos, a radicalização foi pautada pelo noticiário, ainda bastante apegado a slogans do período fernandista. O ajuste de rumos foi motivado pelo reconhecimento de que esses dois temas se incorporaram definitivamente na agenda política brasileira. Leia mais…

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