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Blog do Desemprego Zero

Archive for setembro, 2009

Injetando vida nova em modelos de negócios antigos

Postado em 25 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Fonte: Wharton Universia.net

Quando a economia passa por dificuldades, a alta gerência normalmente coloca a empresa sob a lente do microscópio na tentativa de identificar onde cortar ou controlar melhor os custos que estão corroendo o lucro. Contudo, concentrar toda a atenção nos gastos talvez não seja a melhor forma de ajudar a empresa a melhorar seu desempenho. Uma saída mais inteligente consiste em analisar a situação da empresa de modo mais abrangente.

“Analise em profundidade o modo como você faz negócios”, aconselha Raphael Amit, professor de administração da Wharton, em um novo estudo: “Inovação do modelo de negócio: criando valor em tempos de mudanças”. Amit e Christoph Zott, professor de empreendedorismo da Escola de Negócios IESE, explicam que tornar um modelo de negócio mais inovador é o segredo para o sucesso duradouro de qualquer empresa. “Em outras palavras, o que propomos é uma alternativa ao corte de custos”, diz Amit. “Em vez de cortar custos para preservar seu resultado final, você aumenta o faturamento e o resultado final descobrindo novas formas de fazer negócios.” Leia o resto do artigo »

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Keynes: The Return of the Master by Robert Skidelsky

Postado em 25 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

The Observer, Sunday 30 August 2009

The great economist’s theories have never been more relevant – and his biographer remains their most compelling advocate, says Paul Krugman.

“At research seminars, people don’t take Keynesian theorising seriously anymore; the audience starts to whisper and giggle to one another.” So declared Robert Lucas of the University of Chicago, writing in 1980. At the time, Lucas was arguably the world’s most influential macroeconomist; the influence of John Maynard Keynes, the British economist whose theory of recessions dominated economic policy for a generation after the Second World War, seemed to be virtually at an end.

But Keynes, it turns out, is having the last giggle. Lucas’s “rational expectations” theory of booms and slumps has shown itself to be completely useless in the current world crisis. Not only does it offer no guide for action, but it more or less asserts that market economies cannot possibly experience the kind of problems they are, in fact, experiencing. Keynesian economics, on the other hand, which was created precisely to make sense of times like these, looks better than ever. Leia o resto do artigo »

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As discussões sobre o pré-sal

Postado em 24 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Carlos Lessa

Artigo publicado no jornal Valor Econômico de 24/09/2009

O desempenho da economia brasileira indica, neste último trimestre, a superação das piores dimensões da crise. Parte da mídia, saudosa dos tempos de dominação neoliberal, prepara o discurso contra a neoestatização. Execra a tonalidade dominante da uma nova política petroleira, que propõe a ampliação do controle nacional sobre o Eldorado azul do pré-sal, e lista variados argumentos a favor da prevalência do regime de concessões às petroleiras mundiais. Adverte que o País deve extrair o máximo de petróleo possível, alegando preocupação de que se desenvolvam tecnologias alternativas com novas fontes energéticas e sinalizando a progressiva redução dos “desperdícios” no uso de combustíveis fósseis.

Como o petróleo é, obviamente, não-renovável, sublinham como forte preocupação sua futura desvalorização, apesar de a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) ter declarado que “até 2050 temos um bom cenário, porque os custos do pré-sal ficam abaixo de US$ 40 o barril”. O petróleo é “ouro negro”, tanto que já recuperou o patamar entre US$ 65 e US$ 75 o barril, após ter atingido mais de US$ 130 o barril, com a especulação desenfreada em 2008. Não há risco de o petróleo do pré-sal brasileiro virar um “mico” mais além do próximo meio século. É previsível que a Petrobras desenvolva tecnologia de extração e operação de campos petroleiros, reduzindo seus custos de produção, enquanto a pressão internacional dos consumidores de petróleo empurre para cima o preço do barril, principalmente se houver uma retomada do crescimento mundial. Com o petróleo são obtidos mais de 3 mil produtos, entre os quais os usos energéticos são as utilizações mais amplas e menos nobres deste recurso natural. Leia o resto do artigo »

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“América Latina é hoje o lugar mais estimulante do mundo”, diz Chomsky

Postado em 24 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Em entrevista ao La Jornada, Noam Chomsky fala sobre a América Latina, definindo-a como uma das únicas regiões do mundo onde há uma resistência real ao poder do império. “Pela primeira vez em 500 anos há movimentos rumo a uma verdadeira independência e separação do mundo imperial. Países que historicamente estiveram separados estão começando a se integrar. Esta integração é um pré-requisito para a independência. Historicamente, os EUA derrubaram um governo após outro; agora já não podem fazê-lo”, diz Chomsky.

Fonte: Carta Maior

A América Latina é hoje o lugar mais estimulante do mundo, diz Noam Chomsky. Há aqui uma resistência real ao império; não existem muitas regiões das quais se possa dizer o mesmo. Entrevistado pelo La Jornada, um dos intelectuais dissidentes mais relevantes de nossos tempos assinala que a esperança e a mudança anunciada por Barack Obama é uma ilusão, já que são as instituições e não os indivíduos que determinam o rumo da política. Em última instância, o que Obama representa, para Chomsky, é um giro da extrema direita rumo ao centro da política tradicional dos Estados Unidos. Leia o resto do artigo »

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Cisões e impasses marcam reunião do G2

Postado em 24 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Bruno Garcez

Enviado especial da BBC Brasil a Pittsburgh

A reunião do G20 começa nesta quinta-feira na cidade americana de Pittsburgh em meio a divergências que perduram desde o encontro de abril do bloco, em Londres.

A cúpula, que reune os países mais ricos do mundo e as principais economias emergentes, ocorre dias após os Estados Unidos terem imposto uma tarifa de 35% sobre pneus produzidos na China, gerando protestos por parte dos asiáticos.

E tem início horas depois de sindicatos americanos terem pedido a adoção de impostos sobre papel importado da China e da Indonésia.

Tudo isso apesar de, na última reunião, os países do G20 terem divulgado um comunicado conjunto, no qual se comprometiam a combater o protecionismo e a adotar medidas em defesa do livre comércio.

Pouco antes da realização da reunião de abril, o Banco Mundial avaliava que 17 das 20 nações do G20 haviam adotado pelo menos 47 medidas protecionistas.

E um relatório divulgado nesta semana pelo instituto World Trade Alliance, de Genebra, afirmou que, em média, um integrante do G20 quebrou sua promessa de não-protecionismo uma vez a cada três dias.

Controle financeiro

Outro ponto que pouco avançou desde o último encontro é a divergência entre americanos e europeus sobre mecanismos de controle do sistema financeiro. Leia o resto do artigo »

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Democracia ajuda a diminuir pobreza no mundo

Postado em 24 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Fonte: IPEA

Duncan Green, da Oxfam International, lança livro no Ipea e revela como cidadãos ativos podem mudar a realidade

Países onde os cidadãos são mais ativos politicamente resolvem problemas de desigualdades sociais mais facilmente e com maiores chances de se perpetuar. A afirmação foi feita pelo inglês Duncan Green, da Oxfam International, ao lançar nesta quinta-feira, 18, em Brasília, na sede do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o livro Da pobreza ao poder – Como Cidadãos Ativos e Estados Efetivos Podem Mudar o Mundo.

A Oxfam é uma associação de organizações internacionais que trabalham pelo fim da pobreza e da desigualdade no planeta. Atualmente, três instituições associadas desenvolvem projetos em parceria com instituições brasileiras: a Intermón Oxfam (Espanha), a Oxfam Grã-Bretanha e a Oxfam Novib (Holanda).

Green defende que as pessoas em situação de pobreza devem ter o direito de participar de decisões que definam seu destino. Ao Estado compete apoiar, articular, e garantir o direito dessas pessoas. O autor tem mais de 20 anos de experiência e de reflexão nos temas de desenvolvimento e de combate à pobreza e às desigualdades. Desde 2004, Green dirige a área de Estudos e Pesquisas de Oxfam Grã-Bretanha. É também professor visitante da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos. Leia o resto do artigo »

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Carta IEDI n. 381 – Sustentar a Retomada

Postado em 23 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

O Brasil logrou expansão de 1,9% no segundo trimestre, frente ao trimestre imediatamente anterior, pela série livre de efeitos sazonais. Tal incremento decorreu do aumento no consumo das famílias (2,1%), fomentado por iniciativas do governo no sentido de dirimir o impacto da crise internacional, via aquecimento do mercado interno. O resultado mostra o êxito desse esforço.

Esse ponto traz de volta a questão do papel do investimento. Se o consumo privado e mesmo o consumo do governo desempenharam papel relevante para mitigar os efeitos da crise sobre o PIB, inclusive sobre o próprio investimento fixo, por outro, a sustentação da expansão econômica exige que o foco das iniciativas públicas se volte com mais contundência para a formação bruta de capital fixo. Leia mais…

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Lula mantém índice de aprovação acima de 80%, diz pesquisa

Postado em 23 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Fonte: BBC Brasil

A aprovação dos brasileiros à maneira como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva administra o país manteve índice elevado, superior a 80%, no terceiro trimestre de 2009, segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta terça-feira.

A pesquisa indica que 81% dos entrevistados aprovam a forma como o país está sendo administrado e 17% desaprovam. No levantamento anterior, divulgado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) no final de junho, esses percentuais eram de 80% e 16%.

Esta é a 27ª pesquisa CNI/Ibope realizada desde o início do governo Lula, em janeiro de 2003. Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 142 municípios brasileiros entre os dias 11 e 14 de setembro.

Segundo os autores, o novo levantamento confirma o movimento de melhora de expectativa da população em relação à economia, já observado ao longo do ano. Leia o resto do artigo »

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