Postado em 3 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
By Thomas Palley
Project Syndicate
WASHINGTON, DC – President Barack Obama’s nomination of Ben Bernanke to a second term as Chairman of the United States Federal Reserve represents a sensible and pragmatic decision, but it is nothing to celebrate. Instead, it should be an occasion for reflection on the role of ideological groupthink among economists, including Bernanke, in contributing to the global economic and financial crisis.
The decision to nominate Bernanke is sensible on two counts. First, the US and global economies remain mired in recession. Though the crisis may be over in the sense that outright collapse has been avoided, the economy remains vulnerable. As such, it makes sense not to risk a shock to confidence that could trigger a renewed downturn. Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Nouriel Roubini
Nos últimos meses, a economia mundial foi salva de uma quase depressão. O feito se deveu a um conjunto de extraordinárias medidas de estímulo governamentais: nos EUA e na China, e com menor extensão na Europa, Japão e outros países, governos elevaram a liquidez, cortaram juros, impostos, alimentaram a demanda e protegeram o sistema financeiro. Tudo funcionou, mas com um custo. Os governos gastaram e contraíram empréstimos como nunca. A questão agora é: como parar? Leia mais…
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Postado em 2 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por PH Amorim
A ironia é que quando FHC resolveu privatizar a Telebrás e propôs o modelo ao Congresso, em 1997, no projeto da Lei Geral de Telecomunicações, também optou pelo regime de urgência, com os mesmos 90 dias e também não deu a menor bola para a choradeira da oposição. A diferença é que a Telebrás foi parar nas mãos do brilhante Daniel Dantas. Leia mais…
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Postado em 2 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Luís Nassif
Um estudo da Booz & Company provavelmente foi a peça central para a definição das regras do pré-sal pela equipe responsável – coordenada pela Casa Civil. Trata-se do trabalho “Pré-Sal: A Produção de Petróleo como Base para um Novo Ciclo de Desenvolvimento”.
O resumo do trabalho é um documento de vinte páginas que destrincha os principais pontos a serem contemplados na regulação do pré-sal, assim como as alternativas a serem estudadas. A mensagem principal é que para dar certo, em vez de seguir mitos, a exploração deve se subordinar a uma lógica clara de governo.
Existem basicamente três modelos de exploração: concessão, partilha e prestação de serviços.
As últimas descobertas relevantes – Angola, Rússia e Cazaquistão – adotaram o modelo de partilha, mais adequado em bacias com menor risco exploratório. Mas pode haver um mix de modelos. Na Rússia, adota-se um tipo de modelo para cada contrato, dependendo do tipo da jazida. Leia mais…
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Postado em 1 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de S. Paulo
Governador precisou ser contido
Por Christiane Samarco e João Domingos
Momentos de forte tensão e alguns de grande descontração, com gargalhadas e até juras de amizade eterna, marcaram a reunião dos governadores Sérgio Cabral (RJ), José Serra (SP) e Paulo Hartung (ES) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros de Minas e Energia, Edison Lobão, e da Defesa, Nelson Jobim, na noite do domingo, no Palácio da Alvorada.
Cabral alterou momentos de nervosismo e risos. Em dado momento, chegou a elevar o tom de tal forma que o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), se viu obrigado a retirá-lo da mesa. Indagado na cerimônia de lançamento do marco regulatório do pré-sal, ontem, se havia perdido a linha no jantar, Cabral comentou: “Só fiquei nervoso na sexta-feira, quando o Vasco perdeu por 2 a 0 para o Ceará”.
Depois, disse que o resultado foi bom para os Estados produtores. “Foi bom, foi bom. Não mexeu com o pagamento dos royalties nem com a cobrança das participações especiais (PEs) das empresas”. Essas participações são cobradas das companhias que exploram poços altamente produtivos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Luís Nassif
Pontos relevantes na discussão sobre o pré-sal:
1. Controle do Estado sobre a exploração.
Esse neoliberalimo oco da mídia não consegue distinguir as diversas formas de atuação do Estado, não sabendo separar áreas estratégicas de áreas convencionais. Petróleo é estratégico. Nenhum país do mundo deixa de manter o controle estrito sobre áreas estratégicas. E procurar se apropriar o máximo possível dos lucros da exploração.
2. A definição de políticas que privilegiem fornecedores brasileiros, dentro de uma política industrial de capacitação das empresas. Foi o que fez a Inglaterra com o Mar do Norte e a Noruega. Leia mais…
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Postado em 1 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.52, ano 2 – 26/08/2009 a 02/09/2009
Economia
Política
Internacional
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Postado em 1 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
Comemorou-s recentemente o centenário da morte de Euclydes da Cunha. Entre as muitas perguntas que a obra do grande escritor sugere, uma questão básica foi a de saber por que esse autor se tornou tão importante para o Brasil, por que a única obra sobre o Brasil que rivaliza em importância com “Os Sertões” é “Casa Grande e Senzala”, de Gilberto Freyre. Dois ensaios publicados em “O Estado de S. Paulo” (12/8) ofereceram pistas importantes para responder a essa questão. Dão a “Os Sertões” um papel-chave na formação da identidade nacional. Leia mais…
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