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	<title>Comentários sobre: Lula desafia os golpistas de Honduras</title>
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		<title>Por: Rodrigo Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2009/09/lula-desafia-os-golpistas-de-honduras/comment-page-1/#comment-14893</link>
		<dc:creator>Rodrigo Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 13:57:08 +0000</pubDate>
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		<description>Para &#039;Time&#039;, Brasil é &#039;primeiro contrapeso real aos EUA no Ocidente&#039;

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/09/090930_pressbrasil_times_pu.shtml

Uma reportagem publicada nesta quarta-feira na edição online da revista americana Time diz que, ao mediar a crise hondurenha, o Brasil se tornou &quot;o primeiro contrapeso real&quot; à influência americana &quot;no hemisfério ocidental&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para &#8216;Time&#8217;, Brasil é &#8216;primeiro contrapeso real aos EUA no Ocidente&#8217;</p>
<p><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/09/090930_pressbrasil_times_pu.shtml" rel="nofollow">http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/09/090930_pressbrasil_times_pu.shtml</a></p>
<p>Uma reportagem publicada nesta quarta-feira na edição online da revista americana Time diz que, ao mediar a crise hondurenha, o Brasil se tornou &#8220;o primeiro contrapeso real&#8221; à influência americana &#8220;no hemisfério ocidental&#8221;.</p>
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		<title>Por: jorge d almeida oliveira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2009/09/lula-desafia-os-golpistas-de-honduras/comment-page-1/#comment-14874</link>
		<dc:creator>jorge d almeida oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 00:22:18 +0000</pubDate>
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		<description>Temos de conseguir votos com os chupins, trabalhadores (mesmo) são minoria.
Li hoje no Alexandre Garcia:

Ironia venezuelana

A diplomacia brasileira está em seu ponto mais baixo. Consegue infringir ao
mesmo tempo a constituição brasileira e a hondurenha. O artigo 4º, IV, da
nossa Constituição estabelece como princípio de nossas relações
internacionais a não-intervenção. E o artigo 239, da Constituição de
Honduras, diz que a tentativa do servidor público de alterar o sistema de
eleição presidencial implica imediata perda do cargo. O artigo 374 da
constituição hondurenha diz que são intangíveis as disposições
constitucionais sobre o período presidencial e a proibição de mais de um
mandato.
No entanto, o então presidente Manuel “Ratinho” Zelaya baixou decreto
convocando consulta popular para mudar o período presidencial e cancelar a
eleição marcada para 29 de novembro. A Justiça mandou que ele revogasse o
decreto e ele partiu para a realização da consulta, com cédulas impressas
na Venezuela. O Ministério Público acionou o Supremo, que o destituiu por
descumprimento da constituição e corrupção e emitiu uma ordem de prisão
contra ele. Em obediência ao artigo 242 da Constituição, o Congresso deu
posse ao presidente da Câmara, como interino, para entregar o poder ao
eleito em novembro.
O Brasil não reconhece nada disso, imiscuindo-se gravemente em assuntos
internos alheios, como nunca antes na história deste país. O exército
hondurenho descumpriu a Constituição. Em vez de prender Zelaya, embarcou-o
de pijama num avião para a Costa Rica. O artigo 102 da Constituição  diz
que não há expatriação. Os militares devem estar arrependidos. Se estivesse
na cadeia, a esperar julgamento, Zelaya não teria viajado a Brasília e
depois, com avião venezuelano, para Nicarágua, de onde se materializou no
interior da embaixada brasileira.
O nosso encarregado de negócios, o Katunda, confessou que os quatro
diplomatas da embaixada não controlam o lugar, que está em mãos de Zelaya e
seus seguidores. Ele converteu a embaixada no QG de mobilização para voltar
a fazer o que ele tentava: melar a eleição presidencial. O Brasil está de
tal forma envolvido, que o presidente Lula já se declarou – pasmem! –
contra a eleição presidencial, alegando que sob o “governo golpista” é
melhor não ter eleição.
O governo interino exige que ou o Brasil dê asilo ao deposto ou o entregue
à Justiça para ser julgado. Em resposta, o ministro de Relações Exteriores
de fato, Marco Aurélio Garcia, xingou as autoridades hondurenhas de
mentirosas e golpistas. Na verdade, embaixada é o lugar da representação
perante um governo. Se o Brasil não reconhece esse governo, a embaixada
perde a razão de existir. O Brasil apelou ao Conselho de Segurança da ONU,
mas tudo o que obteve foi um pedido de calma para as partes envolvidas.
Calma que reinava antes da aparição de Zelaya na embaixada. Governo e
candidatos confirmavam a eleição de novembro. Mas depois que a embaixada
virou palanque, tudo se radicalizou. E Lula chama Micheleti de golpista,
ladeado por Chavez e Khadafi. Ironia pura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Temos de conseguir votos com os chupins, trabalhadores (mesmo) são minoria.<br />
Li hoje no Alexandre Garcia:</p>
<p>Ironia venezuelana</p>
<p>A diplomacia brasileira está em seu ponto mais baixo. Consegue infringir ao<br />
mesmo tempo a constituição brasileira e a hondurenha. O artigo 4º, IV, da<br />
nossa Constituição estabelece como princípio de nossas relações<br />
internacionais a não-intervenção. E o artigo 239, da Constituição de<br />
Honduras, diz que a tentativa do servidor público de alterar o sistema de<br />
eleição presidencial implica imediata perda do cargo. O artigo 374 da<br />
constituição hondurenha diz que são intangíveis as disposições<br />
constitucionais sobre o período presidencial e a proibição de mais de um<br />
mandato.<br />
No entanto, o então presidente Manuel “Ratinho” Zelaya baixou decreto<br />
convocando consulta popular para mudar o período presidencial e cancelar a<br />
eleição marcada para 29 de novembro. A Justiça mandou que ele revogasse o<br />
decreto e ele partiu para a realização da consulta, com cédulas impressas<br />
na Venezuela. O Ministério Público acionou o Supremo, que o destituiu por<br />
descumprimento da constituição e corrupção e emitiu uma ordem de prisão<br />
contra ele. Em obediência ao artigo 242 da Constituição, o Congresso deu<br />
posse ao presidente da Câmara, como interino, para entregar o poder ao<br />
eleito em novembro.<br />
O Brasil não reconhece nada disso, imiscuindo-se gravemente em assuntos<br />
internos alheios, como nunca antes na história deste país. O exército<br />
hondurenho descumpriu a Constituição. Em vez de prender Zelaya, embarcou-o<br />
de pijama num avião para a Costa Rica. O artigo 102 da Constituição  diz<br />
que não há expatriação. Os militares devem estar arrependidos. Se estivesse<br />
na cadeia, a esperar julgamento, Zelaya não teria viajado a Brasília e<br />
depois, com avião venezuelano, para Nicarágua, de onde se materializou no<br />
interior da embaixada brasileira.<br />
O nosso encarregado de negócios, o Katunda, confessou que os quatro<br />
diplomatas da embaixada não controlam o lugar, que está em mãos de Zelaya e<br />
seus seguidores. Ele converteu a embaixada no QG de mobilização para voltar<br />
a fazer o que ele tentava: melar a eleição presidencial. O Brasil está de<br />
tal forma envolvido, que o presidente Lula já se declarou – pasmem! –<br />
contra a eleição presidencial, alegando que sob o “governo golpista” é<br />
melhor não ter eleição.<br />
O governo interino exige que ou o Brasil dê asilo ao deposto ou o entregue<br />
à Justiça para ser julgado. Em resposta, o ministro de Relações Exteriores<br />
de fato, Marco Aurélio Garcia, xingou as autoridades hondurenhas de<br />
mentirosas e golpistas. Na verdade, embaixada é o lugar da representação<br />
perante um governo. Se o Brasil não reconhece esse governo, a embaixada<br />
perde a razão de existir. O Brasil apelou ao Conselho de Segurança da ONU,<br />
mas tudo o que obteve foi um pedido de calma para as partes envolvidas.<br />
Calma que reinava antes da aparição de Zelaya na embaixada. Governo e<br />
candidatos confirmavam a eleição de novembro. Mas depois que a embaixada<br />
virou palanque, tudo se radicalizou. E Lula chama Micheleti de golpista,<br />
ladeado por Chavez e Khadafi. Ironia pura.</p>
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