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Blog do Desemprego Zero

Lula desafia os golpistas de Honduras

Escrito por Imprensa, postado em 25 dEurope/London setembro dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

“Vocês vão ter que acreditar num golpista ou em mim”, disse o presidente Lula, em Pittsburgh, pouco antes de partir rumo ao jantar oferecido pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para os chefes de Estado e de governo que participam da reunião do G20, que está sendo realizada na cidade americana. Leia mais no Conversa Afiada…



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2 Respostas para “Lula desafia os golpistas de Honduras”

  1. jorge d almeida oliveira falou:

    Temos de conseguir votos com os chupins, trabalhadores (mesmo) são minoria.
    Li hoje no Alexandre Garcia:

    Ironia venezuelana

    A diplomacia brasileira está em seu ponto mais baixo. Consegue infringir ao
    mesmo tempo a constituição brasileira e a hondurenha. O artigo 4º, IV, da
    nossa Constituição estabelece como princípio de nossas relações
    internacionais a não-intervenção. E o artigo 239, da Constituição de
    Honduras, diz que a tentativa do servidor público de alterar o sistema de
    eleição presidencial implica imediata perda do cargo. O artigo 374 da
    constituição hondurenha diz que são intangíveis as disposições
    constitucionais sobre o período presidencial e a proibição de mais de um
    mandato.
    No entanto, o então presidente Manuel “Ratinho” Zelaya baixou decreto
    convocando consulta popular para mudar o período presidencial e cancelar a
    eleição marcada para 29 de novembro. A Justiça mandou que ele revogasse o
    decreto e ele partiu para a realização da consulta, com cédulas impressas
    na Venezuela. O Ministério Público acionou o Supremo, que o destituiu por
    descumprimento da constituição e corrupção e emitiu uma ordem de prisão
    contra ele. Em obediência ao artigo 242 da Constituição, o Congresso deu
    posse ao presidente da Câmara, como interino, para entregar o poder ao
    eleito em novembro.
    O Brasil não reconhece nada disso, imiscuindo-se gravemente em assuntos
    internos alheios, como nunca antes na história deste país. O exército
    hondurenho descumpriu a Constituição. Em vez de prender Zelaya, embarcou-o
    de pijama num avião para a Costa Rica. O artigo 102 da Constituição diz
    que não há expatriação. Os militares devem estar arrependidos. Se estivesse
    na cadeia, a esperar julgamento, Zelaya não teria viajado a Brasília e
    depois, com avião venezuelano, para Nicarágua, de onde se materializou no
    interior da embaixada brasileira.
    O nosso encarregado de negócios, o Katunda, confessou que os quatro
    diplomatas da embaixada não controlam o lugar, que está em mãos de Zelaya e
    seus seguidores. Ele converteu a embaixada no QG de mobilização para voltar
    a fazer o que ele tentava: melar a eleição presidencial. O Brasil está de
    tal forma envolvido, que o presidente Lula já se declarou – pasmem! –
    contra a eleição presidencial, alegando que sob o “governo golpista” é
    melhor não ter eleição.
    O governo interino exige que ou o Brasil dê asilo ao deposto ou o entregue
    à Justiça para ser julgado. Em resposta, o ministro de Relações Exteriores
    de fato, Marco Aurélio Garcia, xingou as autoridades hondurenhas de
    mentirosas e golpistas. Na verdade, embaixada é o lugar da representação
    perante um governo. Se o Brasil não reconhece esse governo, a embaixada
    perde a razão de existir. O Brasil apelou ao Conselho de Segurança da ONU,
    mas tudo o que obteve foi um pedido de calma para as partes envolvidas.
    Calma que reinava antes da aparição de Zelaya na embaixada. Governo e
    candidatos confirmavam a eleição de novembro. Mas depois que a embaixada
    virou palanque, tudo se radicalizou. E Lula chama Micheleti de golpista,
    ladeado por Chavez e Khadafi. Ironia pura.

  2. Rodrigo Medeiros falou:

    Para ‘Time’, Brasil é ‘primeiro contrapeso real aos EUA no Ocidente’

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/09/090930_pressbrasil_times_pu.shtml

    Uma reportagem publicada nesta quarta-feira na edição online da revista americana Time diz que, ao mediar a crise hondurenha, o Brasil se tornou “o primeiro contrapeso real” à influência americana “no hemisfério ocidental”.

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