<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Energia no Brasil custa o mesmo que a europeia</title>
	<atom:link href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2009/09/energia-no-brasil-custa-o-mesmo-que-a-europeia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2009/09/energia-no-brasil-custa-o-mesmo-que-a-europeia/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 05 Oct 2010 14:58:47 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Roberto Pereira d'Araujo</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2009/09/energia-no-brasil-custa-o-mesmo-que-a-europeia/comment-page-1/#comment-14575</link>
		<dc:creator>Roberto Pereira d'Araujo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 19:19:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2009/09/13/energia-no-brasil-custa-o-mesmo-que-a-europeia/#comment-14575</guid>
		<description>Sobre essa reportagem, que, inclusive me consultou, quero dizer o seguinte. Se o critério para a tarifa ser cara ou barata é a comparação internacional, coteje-se esses preços com países com a mesma matriz energética. Não me venham dizer que é barata porque os italianos e japoneses pagam mais. Não há melhor sistema do que o Canadá, pois é o único que, além de ser predominantemente hidroelétrico, tem grandes reservatórios e teve as duas experiências: serviço pelo custo e mercado. 
Não sou defensor de tarifas baratas para induzir um consumo perdulário. Estou apenas defendendo a idéia de que há algo errado nas tarifas brasileiras, que estão tão absurdamente acima de suas similares, que é preciso examinar todo o processo. Na realidade, nem é preciso comparar com outro país. Basta comparar com o Brasil de 1996, já sob o mesmo modelo elétrico. 
Sobre horários de pico, tenho a dizer que no nosso caso, a grande questão não é a ponta da curva de carga, pois o parque gerador brasileiro tem máquinas suficientes para gerar essa energia. O nosso problema é o período seco, e nesse caso há enormes absurdos, pois ligam-se térmicas que não formam preço no mercado livre que, dessa maneira, fica isento de “conservadorismos” do operador. Esse custo extra é jogado para o mercado cativo que sustenta vantagens estruturais de um mercado spot sui-generis onde, só consumidores livres, comercializadores e térmicas se aproveitam do viés de preços baixos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre essa reportagem, que, inclusive me consultou, quero dizer o seguinte. Se o critério para a tarifa ser cara ou barata é a comparação internacional, coteje-se esses preços com países com a mesma matriz energética. Não me venham dizer que é barata porque os italianos e japoneses pagam mais. Não há melhor sistema do que o Canadá, pois é o único que, além de ser predominantemente hidroelétrico, tem grandes reservatórios e teve as duas experiências: serviço pelo custo e mercado.<br />
Não sou defensor de tarifas baratas para induzir um consumo perdulário. Estou apenas defendendo a idéia de que há algo errado nas tarifas brasileiras, que estão tão absurdamente acima de suas similares, que é preciso examinar todo o processo. Na realidade, nem é preciso comparar com outro país. Basta comparar com o Brasil de 1996, já sob o mesmo modelo elétrico.<br />
Sobre horários de pico, tenho a dizer que no nosso caso, a grande questão não é a ponta da curva de carga, pois o parque gerador brasileiro tem máquinas suficientes para gerar essa energia. O nosso problema é o período seco, e nesse caso há enormes absurdos, pois ligam-se térmicas que não formam preço no mercado livre que, dessa maneira, fica isento de “conservadorismos” do operador. Esse custo extra é jogado para o mercado cativo que sustenta vantagens estruturais de um mercado spot sui-generis onde, só consumidores livres, comercializadores e térmicas se aproveitam do viés de preços baixos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2009/09/energia-no-brasil-custa-o-mesmo-que-a-europeia/comment-page-1/#comment-14568</link>
		<dc:creator>Rodrigo Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 13:52:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2009/09/13/energia-no-brasil-custa-o-mesmo-que-a-europeia/#comment-14568</guid>
		<description>Recomendo os artigos do Roberto: http://desempregozero.org/category/todos-nossos-autores/roberto-daraujo/ 

Ainda em tempo, do &quot;Valor Econômico&quot; (17/09/09):

A cúpula do clima de Copenhague, em dezembro, vai tratar de dinheiro. Terá de definir como financiar a adaptação dos países em desenvolvimento às mudanças climáticas. Serão, provavelmente, centenas de bilhões de dólares em investimentos. Há, por enquanto, três propostas mais prováveis sobre a mesa e nenhum consenso.
A conferência de Copenhague, chamada de COP-15 e organizada pela ONU, reunirá quase 200 países e será o principal evento sobre mudanças climáticas do ano. Um de seus principais temas é como financiar a transição das economias em desenvolvimento para o baixo carbono.
Negociação vai definir que países poderão crescer, diz pesquisador
A remissão cinematográfica não evoca uma imagem agradável. &quot;Imagine um mundo de &#039;Guerra nas Estrelas&#039; no centro e um enorme muro que o separa da realidade árida de &#039;Mad Max&#039;&quot;, diz o inglês Duncan Green, chefe de pesquisas da Oxfam, a ONG de perfil social que trabalha pelo fim da pobreza e desigualdade social no mundo. Isto, segundo ele, é o que poderia acontecer no futuro se não se chegar a um acordo climático justo e satisfatório em breve.
Dentro do tal muro vivem as populações de um grupo de países ricos e muito tecnológicos, capazes de se proteger da destruição provocada pela mudança climática e de controlar o acesso ao carbono dos gases-estufa. Do lado de lá desta espécie de &quot;cortina de carbono&quot;, diz Green, &quot;estariam países e comunidades pobres, vivendo em uma Nova Idade Média, sujeitos a condições climáticas cada vez mais instáveis e devastadoras, incapazes de ter acesso ao carbono necessário para se unir ao grupo dos ricos.&quot;
Há outra maneira de ver o desafio enorme que o mundo tem pela frente para enfrentar a mudança do clima. Para que a temperatura do planeta não aqueça mais que 2°C no fim do século e, assim, possam ser evitadas grandes catástrofes, todas as pessoas, de todos os países, poderiam emitir apenas 1 ou 2 toneladas de carbono em 2050. Hoje os europeus emitem, em média, 10 toneladas per capita, os chineses, 5 toneladas, e os americanos, 23 toneladas.
&quot;Isto significa um choque econômico e tecnológico enorme&quot;, diz ele. Resolver esta equação, que impõe limites ao crescimento, no seu entender passa pela vertente tecnológica e pela resposta a quem terá direito ao crescimento. &quot;Mas a ciência não tem uma bala mágica, não terá todas as respostas&quot;, adverte.
Ele diz, por exemplo, que se fosse possível que o mundo inteiro tivesse acesso, hoje, às técnicas mais avançadas e limpas e todos pudessem ser tão eficientes em suas emissões de carbono como a Alemanha, o Japão, o Reino Unido e a Suíça, as emissões globais de carbono cairiam cerca de 43%. Isso daria dez anos a mais de prazo para que as emissões globais sejam reduzidas em 80% em relação aos níveis registrados em 1990, em 2050. Nada muito animador mesmo na hipótese de ficção.
&quot;O debate em torno do aquecimento global e do tratado climático coloca a seguinte questão ao mundo: quem tem direito a crescer?&quot;, questiona Duncan. &quot;Este é um tema de difícil resposta política.&quot;

Link: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=66083</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Recomendo os artigos do Roberto: <a href="http://desempregozero.org/category/todos-nossos-autores/roberto-daraujo/" rel="nofollow">http://desempregozero.org/category/todos-nossos-autores/roberto-daraujo/</a> </p>
<p>Ainda em tempo, do &#8220;Valor Econômico&#8221; (17/09/09):</p>
<p>A cúpula do clima de Copenhague, em dezembro, vai tratar de dinheiro. Terá de definir como financiar a adaptação dos países em desenvolvimento às mudanças climáticas. Serão, provavelmente, centenas de bilhões de dólares em investimentos. Há, por enquanto, três propostas mais prováveis sobre a mesa e nenhum consenso.<br />
A conferência de Copenhague, chamada de COP-15 e organizada pela ONU, reunirá quase 200 países e será o principal evento sobre mudanças climáticas do ano. Um de seus principais temas é como financiar a transição das economias em desenvolvimento para o baixo carbono.<br />
Negociação vai definir que países poderão crescer, diz pesquisador<br />
A remissão cinematográfica não evoca uma imagem agradável. &#8220;Imagine um mundo de &#8216;Guerra nas Estrelas&#8217; no centro e um enorme muro que o separa da realidade árida de &#8216;Mad Max&#8217;&#8221;, diz o inglês Duncan Green, chefe de pesquisas da Oxfam, a ONG de perfil social que trabalha pelo fim da pobreza e desigualdade social no mundo. Isto, segundo ele, é o que poderia acontecer no futuro se não se chegar a um acordo climático justo e satisfatório em breve.<br />
Dentro do tal muro vivem as populações de um grupo de países ricos e muito tecnológicos, capazes de se proteger da destruição provocada pela mudança climática e de controlar o acesso ao carbono dos gases-estufa. Do lado de lá desta espécie de &#8220;cortina de carbono&#8221;, diz Green, &#8220;estariam países e comunidades pobres, vivendo em uma Nova Idade Média, sujeitos a condições climáticas cada vez mais instáveis e devastadoras, incapazes de ter acesso ao carbono necessário para se unir ao grupo dos ricos.&#8221;<br />
Há outra maneira de ver o desafio enorme que o mundo tem pela frente para enfrentar a mudança do clima. Para que a temperatura do planeta não aqueça mais que 2°C no fim do século e, assim, possam ser evitadas grandes catástrofes, todas as pessoas, de todos os países, poderiam emitir apenas 1 ou 2 toneladas de carbono em 2050. Hoje os europeus emitem, em média, 10 toneladas per capita, os chineses, 5 toneladas, e os americanos, 23 toneladas.<br />
&#8220;Isto significa um choque econômico e tecnológico enorme&#8221;, diz ele. Resolver esta equação, que impõe limites ao crescimento, no seu entender passa pela vertente tecnológica e pela resposta a quem terá direito ao crescimento. &#8220;Mas a ciência não tem uma bala mágica, não terá todas as respostas&#8221;, adverte.<br />
Ele diz, por exemplo, que se fosse possível que o mundo inteiro tivesse acesso, hoje, às técnicas mais avançadas e limpas e todos pudessem ser tão eficientes em suas emissões de carbono como a Alemanha, o Japão, o Reino Unido e a Suíça, as emissões globais de carbono cairiam cerca de 43%. Isso daria dez anos a mais de prazo para que as emissões globais sejam reduzidas em 80% em relação aos níveis registrados em 1990, em 2050. Nada muito animador mesmo na hipótese de ficção.<br />
&#8220;O debate em torno do aquecimento global e do tratado climático coloca a seguinte questão ao mundo: quem tem direito a crescer?&#8221;, questiona Duncan. &#8220;Este é um tema de difícil resposta política.&#8221;</p>
<p>Link: <a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=66083" rel="nofollow">http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=66083</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: josé almeida de souza jr.</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2009/09/energia-no-brasil-custa-o-mesmo-que-a-europeia/comment-page-1/#comment-14567</link>
		<dc:creator>josé almeida de souza jr.</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 13:28:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2009/09/13/energia-no-brasil-custa-o-mesmo-que-a-europeia/#comment-14567</guid>
		<description>Em continuidade ao meu primeiro comentário: 

Outro motivo pelo qual as tarifas são elevadas para o setor residencial no Brasil deve-se à prática do setor elétrico de seguir a demanda do mercado sem emitir sinais mais adequados de preço. A curva de carga não é constante. Nos momentos de pico, acionam-se as termelétricas a gás, por exemplo, uma energia mais cara; fora do pico, desligam-se estas usinas, mas outros custos relacionados às mesmas devem ser ressarcidos. Por outro lado, fora dos picos, há ampla disponibilidade de energia. No passado era inviável emitir sinais de mercado mais precisos, por conta de uma impossibilidade tecnológica (medidores elétricos incapazes de registrar o consumo e o momento deste). Hoje, esta tecnologia já existe (os medidores eletrônicos &quot;inteligentes&quot;). Se fossem a partir de hoje difundidos, ao invés de uma tarifa, poderíamos ter uma gama delas de acordo com a curva de carga. Bem como a possibilidade de uma conta de eletricidade mais acessível para a maioria dos consumidores (o que é, ao fim e ao cabo, a questão relevante), além de um poderoso indutor à inovação tecnológica, traduzível, entre tantas outras coisas, em mais renda, mais empregos e possibilidade de maior preservação ambiental. Ao invés de incentivar o barramento até o último rio, o Estado também pode intervir no sentido de uma ampliação mais criativa da matriz energética brasileira. Em outras palavras, é mais sensato considerar que a questão energética não passa somente pela dogmática ampliação exponencial da oferta, como se faz ainda, em grande medida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em continuidade ao meu primeiro comentário: </p>
<p>Outro motivo pelo qual as tarifas são elevadas para o setor residencial no Brasil deve-se à prática do setor elétrico de seguir a demanda do mercado sem emitir sinais mais adequados de preço. A curva de carga não é constante. Nos momentos de pico, acionam-se as termelétricas a gás, por exemplo, uma energia mais cara; fora do pico, desligam-se estas usinas, mas outros custos relacionados às mesmas devem ser ressarcidos. Por outro lado, fora dos picos, há ampla disponibilidade de energia. No passado era inviável emitir sinais de mercado mais precisos, por conta de uma impossibilidade tecnológica (medidores elétricos incapazes de registrar o consumo e o momento deste). Hoje, esta tecnologia já existe (os medidores eletrônicos &#8220;inteligentes&#8221;). Se fossem a partir de hoje difundidos, ao invés de uma tarifa, poderíamos ter uma gama delas de acordo com a curva de carga. Bem como a possibilidade de uma conta de eletricidade mais acessível para a maioria dos consumidores (o que é, ao fim e ao cabo, a questão relevante), além de um poderoso indutor à inovação tecnológica, traduzível, entre tantas outras coisas, em mais renda, mais empregos e possibilidade de maior preservação ambiental. Ao invés de incentivar o barramento até o último rio, o Estado também pode intervir no sentido de uma ampliação mais criativa da matriz energética brasileira. Em outras palavras, é mais sensato considerar que a questão energética não passa somente pela dogmática ampliação exponencial da oferta, como se faz ainda, em grande medida.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2009/09/energia-no-brasil-custa-o-mesmo-que-a-europeia/comment-page-1/#comment-14549</link>
		<dc:creator>Rodrigo Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 16:44:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2009/09/13/energia-no-brasil-custa-o-mesmo-que-a-europeia/#comment-14549</guid>
		<description>Grandes empresas não costumam ser constrangidas pela disciplina de mercado. A última queda de Wall Street, no segundo semestre de 2008, é rica em lições. “Grandes demais para quebrar” disseram alguns analistas de mercado sobre certas organizações.

O que dizer da nacionalização da GM? Atraso?

No caso do setor energético, a competição imperfeita, com destaque para os monopólios naturais, é facilmente identificável em diversos contextos nacionais. Eficiência energética é compatível com preços administrados em ambientes de monopólio natural.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grandes empresas não costumam ser constrangidas pela disciplina de mercado. A última queda de Wall Street, no segundo semestre de 2008, é rica em lições. “Grandes demais para quebrar” disseram alguns analistas de mercado sobre certas organizações.</p>
<p>O que dizer da nacionalização da GM? Atraso?</p>
<p>No caso do setor energético, a competição imperfeita, com destaque para os monopólios naturais, é facilmente identificável em diversos contextos nacionais. Eficiência energética é compatível com preços administrados em ambientes de monopólio natural.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: josé almeida de souza jr.</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2009/09/energia-no-brasil-custa-o-mesmo-que-a-europeia/comment-page-1/#comment-14545</link>
		<dc:creator>josé almeida de souza jr.</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 15:38:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2009/09/13/energia-no-brasil-custa-o-mesmo-que-a-europeia/#comment-14545</guid>
		<description>A tarifa mais cara para o setor residencial é um excelente incentivo para a aplicação em alternativas (geladeiras mais eficientes, lâmpadas fluorescentes compactas, aquecedores solares de água, tomadas chaveadas, etc.). O importante para o consumidor residencial não é o valor da tarifa, mas sim o valor da conta final. Tarifas mais baixas só levariam a um uso ainda mais irracional de eletricidade no setor residencial; exemplo disso é a predominância do chuveiro elétrico,da lâmpada incandescente, da geladeira ineficiente, etc. apesar do elevado custo da eletricidade. Mesmo que o absurdo processo de privatização seja revertido, rebaixar as tarifas seria um retrocesso pelo fechamento objetivo que causaria à implementação de alternativas à matriz elétrica predominante, que, em sua fase de crescimento, resultou na energia &quot;barata e farta&quot; de outrora, no lugar de salários mais compatíveis para a maioria dos consumidores residenciais. O problema todo é querer fazer política distributiva através de preços administrados. Isto é atraso!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A tarifa mais cara para o setor residencial é um excelente incentivo para a aplicação em alternativas (geladeiras mais eficientes, lâmpadas fluorescentes compactas, aquecedores solares de água, tomadas chaveadas, etc.). O importante para o consumidor residencial não é o valor da tarifa, mas sim o valor da conta final. Tarifas mais baixas só levariam a um uso ainda mais irracional de eletricidade no setor residencial; exemplo disso é a predominância do chuveiro elétrico,da lâmpada incandescente, da geladeira ineficiente, etc. apesar do elevado custo da eletricidade. Mesmo que o absurdo processo de privatização seja revertido, rebaixar as tarifas seria um retrocesso pelo fechamento objetivo que causaria à implementação de alternativas à matriz elétrica predominante, que, em sua fase de crescimento, resultou na energia &#8220;barata e farta&#8221; de outrora, no lugar de salários mais compatíveis para a maioria dos consumidores residenciais. O problema todo é querer fazer política distributiva através de preços administrados. Isto é atraso!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
