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Blog do Desemprego Zero

A agenda lotada do G-20

Escrito por Imprensa, postado em 28 dEurope/London setembro dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Por Nouriel Roubini

Fonte: CartaCapital

As ações políticas coordenadas e unilaterais adotadas pelos líderes do G-20 – incluindo estímulos monetário e fiscal agressivos, aumento das verbas do FMI e o apoio global aos sistemas financeiros – ajudaram a conter a queda livre econômica. O cenário melhorou desde a última reunião em abril, mas o desafio de navegar para o crescimento sustentável é igualmente difícil e o próximo período traz o risco de erros políticos, enquanto os países começam a planejar suas estratégias de saída. Na véspera da reunião do G-20, em Pittsburgh, permanecem divisões importantes sobre o momento e o âmbito das estratégias de saída da acomodação monetária, o caminho para a consolidação fiscal e o impulso das reformas financeiras.

A regulamentação continuará sendo uma peça-chave da discussão entre os líderes. Novas exigências de capital parecem mais prováveis, na linha das sugestões levantadas pelo Banco de Compensação Internacional (BIS, em inglês) e o Conselho de Estabilidade Financeira. A recente reunião dos ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais do G-20 apoiou essas medidas. Mas a reunião terminou sem um acordo sobre as mudanças na forma de remunerar os agentes do mercado, de modo a evitar o enfoque nos retornos a curto prazo, uma política defendida pela União Europeia.

Todos os países do G-20 prometeram manter a adaptação fiscal e monetária, enquanto for necessário, para garantir uma recuperação estável. Com isso, os países e os bancos centrais adotarão diferentes ritmos. Alguns países começaram a remover os excessos de acomodação monetária (Israel e China talvez sejam os mais notáveis), e outros provavelmente os seguirão através de aumentos de juros ou outras medidas ainda este ano e em 2010. O crescimento recorde da dívida interna vai obrigar alguns países a uma consolidação fiscal em um futuro não muito distante, embora os aumentos de impostos possam enfraquecer a recuperação da demanda privada.

Enquanto os líderes do G-20 provavelmente repetirão sua promessa de apoiar a Rodada de Doha de negociações multilaterais sobre comércio, o movimento real para remover as barreiras comerciais não deverá ocorrer nos próximos meses, já que o comércio continua fraco. Alguns países, como o Canadá, removeram unilateralmente barreiras em setores que beneficiam o investimento interno, mas, de um modo geral, o comércio mais lento vai aumentar o incentivo às barreiras comerciais. Na verdade, as disputas comerciais estão crescendo, especialmente entre os Estados Unidos e a China. Em setembro, os EUA aumentaram as tarifas sobre pneus chineses, medida que foi retaliada por investigações pela China das práticas comerciais americanas. Embora essas disputas possam não aumentar e se espalhar, parece improvável uma decisão sobre o comércio.

Os EUA querem enfocar a redução dos desequilíbrios globais e promover o tipo de reformas estruturais que aumentariam a demanda interna em economias voltadas para exportações, como a China. Os desequilíbrios diminuíram desde o início da crise financeira, com o déficit de conta corrente dos EUA caindo para 98 bilhões de dólares no segundo trimestre de 2009, mas resta ver se essa redução será sustentável quando o consumo começar a crescer novamente.

Mesmo que os desequilíbrios globais sejam um problema, ainda não está claro se o G-20 é o melhor fórum para abordá-los. Talvez seja um grupo grande e diversificado demais para isso. Os EUA e a China concordam que os EUA precisam poupar mais e a China precisa consumir mais; mas eles diferem sobre o momento dessa mudança e como realizá-la.

Apesar de quase todos os grandes países darem passos para promover a energia renovável – em parte por conta da esperança na geração de empregos -, eles continuam divididos sobre o momento e o âmbito dos cortes das emissões. A maioria dos líderes do G-20 participou da cúpula sobre o clima da ONU na terça-feira 22, patrocinada pelo secretário-geral da entidade, Ban Ki-moon, que tentou reduzir os obstáculos no caminho para a cúpula de Copenhague, em dezembro.

Enquanto os países concordam com as metas de cortes de emissões a longo prazo, duvidam da sinceridade ou capacidade de seus parceiros de fazerem os sacrifícios a curto e médio prazo. Em particular, as economias em desenvolvimento relutam em aceitar limites de emissões que possam conter seus crescimentos, e os líderes europeus estão cansados dos atrasos na aprovação da lei de mudança climática nos EUA. No entanto, a redução das emissões globais em 2008, com a queda do consumo e da produção industrial, cria algum espaço para se respirar. Embora pareça difícil alcançar um acordo abrangente, as políticas internas estão mudando – mesmo nos EUA e na China, os maiores poluidores.



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2 Respostas para “A agenda lotada do G-20”

  1. www.marketingnutricional.com.br falou:

    Prezados Senhores
    de Indústrias de Alimentos,

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