Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Peer Steinbrück
Fonte: Valor
O ministro alemão sugere um imposto para pagar a crise que não onere os países mais pobres
O que deu errado nos mercados financeiros mundiais? Em poucas palavras: a implosão do admirável mundo novo das finanças modernas e a consequente crise econômica tiveram raízes na ideia de que os mercados de capitais livres e sem regulamentação sempre funcionam em prol do bem público e são suficientes para a prosperidade econômica. O prólogo para a crise foi a combinação do custo barato do dinheiro, da desregulamentação e de uma corrida dos executivos por retornos cada vez maiores, sem levar em conta os riscos associados.
Quando a bolha imobiliária estourou e os mercados financeiros desmoronaram, o crescimento caiu por todo o mundo, como não se via desde a Grande Depressão. O Produto Interno Bruto (PIB) nas economias avançadas deverá encolher cerca de 4% neste ano. As perdas do setor financeiro nesses países giram em torno de US$ 1,6 trilhão e o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que perdas superiores ao dobro disso ainda estão por vir. Os cortes de empregos continuarão. As gerações futuras estão sendo sobrecarregadas com a explosão das dívidas públicas. Levará anos até nos recuperarmos totalmente. Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Sergio Lamucci, de São Paulo
Fonte: Valor
O governo federal vai responder por quase metade do aumento da renda neste ano, proporção que deve se manter também em 2010. Do crescimento esperado para 2009 – R$ 56,2 bilhões – da massa de rendimentos, já descontada a inflação, 49,7% se devem a impulsos oficiais, como o impacto do reajuste do salário mínimo sobre os gastos federais, o aumento da remuneração dos funcionários públicos e o avanço do Bolsa Família, segundo aMB Associados. Para 2010, a expectativa da MB é de que a fatia do governo fique em 49,4%, respondendo por R$ 35,9 bilhões da alta de R$ 72,7 bilhões projetada para a massa de renda. Em 2008, a proporção foi bem menor – 27%.
Para o economista-chefe da MB, Sérgio Vale, os números mostram que o governo foi “um dos atores principais” para segurar a renda em 2009, “no que isso tem de bom e de ruim”. O lado positivo é que o governo ajudou a estimular o consumo, amenizando os efeitos da crise global sobre a atividade econômica. O bom desempenho da massa de rendimentos foi decisivo para manter em alta as vendas do comércio varejista. De janeiro a julho, elas cresceram 4,7% em relação ao mesmo período do ano passado. No segmento de supermercados e hipermercados, a alta foi ainda mais forte, atingindo 7,1%. Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Raul Marcelo
Fonte: Correio da Cidadania
Recentemente a ALESP aprovou o Projeto de Lei Complementar 62/2008, de autoria do governador do estado José Serra (PSDB), que possibilita a entrega da gestão de qualquer unidade de saúde – hospitais, laboratórios etc. – em funcionamento antes do ano de 1998 para as chamadas OSs (Organizações Sociais).
Este PLC alterou a Lei 846/1998, aprovada no governo Covas (PSDB), que entregava os hospitais inaugurados a partir da promulgação da mesma às OSs. Agora, todo e qualquer equipamento público de saúde do estado de São Paulo pode ser entregue às chamadas organizações sociais, que, segundo a definição legal, são “pessoas jurídicas de direito privado cujas atividades sejam dirigidas à saúde…, e qualificadas pelo Poder Executivo…”.
A Lei 846/08 dispõe também, em seu artigo 6°, “a dispensa de licitação” para a celebração dos contratos, bem como que os mesmos serão realizados entre as OSs e a Secretaria Estadual da Saúde.
Pois bem, todo o discurso construído pelo governo e reforçado pelos partidos que lhe dão sustentação – entre os quais o Estadão, a Folha, a Globo, a Editora Abril etc. – está calcado na necessidade de melhorar a “gestão” dos hospitais e dotá-los de maior “eficiência”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.55, ano 2 – 23/09/2009 a 29/09/2009
Economia
Política
Internacional
Keynes: The Return of the Master by Robert Skidelsky
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Postado em 29 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Do quadro das profecias auto-realizáveis:
“O mercado financeiro elevou, na última semana, a sua estimativa para a inflação em 2010, ao mesmo tempo, também passou a prever um aumento maior na taxa básica de juros no ano que vem, segundo o relatório de mercado, documento divulgado pelo Banco Central que traz as projeções dos economistas das instituições financeiras.”
O BC já deu a senha ao “prever”, com extraordinário tirocínio, que a inflação do próximo ano será maior por conta do aumento dos gastos públicos.
Clique aqui
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