Postado em 15 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.53, ano 2 – 09/09/2009 a 15/09/2009
Economia
Política
Internacional
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Postado em 15 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Os bancos não aprenderam as lições da crise econômica, afirmou nesta terça-feira o Instituto de Pesquisa em Políticas Públicas (IPPR, na sigla em inglês), uma think tank britânica.
Segundo a organização, a rápida volta da “cultura do bônus” nos grandes bancos e instituições financeiras dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha mostra que a reforma do sistema foi “bastante limitada”.
“Deveria haver um alarme tocando, pois essas instituições já estão dando sinais de uma atitude de ‘volta aos velhos negócios’ e há poucas provas de que os governos estejam tomando medidas para assegurar que a próxima recuperação econômica seja mais equilibrada que a anterior”, disse Tony Dolphin, economista-chefe do IPPR. Leia mais na BBC Brasil
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Postado em 15 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Publicado na FSP de 14 de Setembro de 2009
A PESAR de todas as manchetes sobre a volta do Estado à economia, ele nunca se retirou, e os EUA são o maior exemplo disso, afirma Linda Weiss, especialista em desenvolvimento e professora do Departamento de Governo e Relações Internacionais da Universidade de Sydney (Austrália). Weiss cita especificamente a política de inovação tecnológica americana, organizada por meio de encomendas da área militar do governo, como exemplo do que chama de “ativismo estatal” que nunca diminuiu nas economias mais ricas.
Weiss afirma que a China está adaptando o modelo americano para começar a produzir tecnologias próprias, e sugere que o Brasil estude o exemplo.
Ela deu entrevista à Folha depois de participar, no Rio de Janeiro, de seminário no Instituto de Economia da UFRJ sobre Reposicionamentos Estratégicos, Políticas e Inovação em Tempo de Crise. Abaixo, os principais trechos.
FOLHA – A senhora diz que não é possível falar em volta do Estado à economia porque ele nunca foi embora. Pode explicar?
LINDA WEISS – A ideia predominante no debate sobre a globalização e a sua relação com as opções de política econômica é que o Estado foi posto numa camisa de força e recuou da economia.
Fez isso para atrair investimentos num mundo de capitais móveis. O melhor governo é o que reduz impostos e regulações. O Estado atua nas margens da economia, sem presença ativa e muito menos desenvolvimentista. Contesto essa ideia olhando para o que os Estados mais poderosos vêm fazendo.
FOLHA – E quais são os principais exemplos?
WEISS – O primeiro é o paradoxo de que a desregulamentação requer rerregulamentação. Por exemplo, o governo privatiza, mas acaba se tornando muito ativo na arena regulatória, criando agências.
Isso de certo modo aumentou o envolvimento do Estado, sem necessariamente passar pelas autoridades executivas, que têm que responder ao eleitorado. Leia o resto do artigo »
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