Postado em 1 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de S. Paulo
Governador precisou ser contido
Por Christiane Samarco e João Domingos
Momentos de forte tensão e alguns de grande descontração, com gargalhadas e até juras de amizade eterna, marcaram a reunião dos governadores Sérgio Cabral (RJ), José Serra (SP) e Paulo Hartung (ES) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros de Minas e Energia, Edison Lobão, e da Defesa, Nelson Jobim, na noite do domingo, no Palácio da Alvorada.
Cabral alterou momentos de nervosismo e risos. Em dado momento, chegou a elevar o tom de tal forma que o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), se viu obrigado a retirá-lo da mesa. Indagado na cerimônia de lançamento do marco regulatório do pré-sal, ontem, se havia perdido a linha no jantar, Cabral comentou: “Só fiquei nervoso na sexta-feira, quando o Vasco perdeu por 2 a 0 para o Ceará”.
Depois, disse que o resultado foi bom para os Estados produtores. “Foi bom, foi bom. Não mexeu com o pagamento dos royalties nem com a cobrança das participações especiais (PEs) das empresas”. Essas participações são cobradas das companhias que exploram poços altamente produtivos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Luís Nassif
Pontos relevantes na discussão sobre o pré-sal:
1. Controle do Estado sobre a exploração.
Esse neoliberalimo oco da mídia não consegue distinguir as diversas formas de atuação do Estado, não sabendo separar áreas estratégicas de áreas convencionais. Petróleo é estratégico. Nenhum país do mundo deixa de manter o controle estrito sobre áreas estratégicas. E procurar se apropriar o máximo possível dos lucros da exploração.
2. A definição de políticas que privilegiem fornecedores brasileiros, dentro de uma política industrial de capacitação das empresas. Foi o que fez a Inglaterra com o Mar do Norte e a Noruega. Leia mais…
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Postado em 1 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
Comemorou-s recentemente o centenário da morte de Euclydes da Cunha. Entre as muitas perguntas que a obra do grande escritor sugere, uma questão básica foi a de saber por que esse autor se tornou tão importante para o Brasil, por que a única obra sobre o Brasil que rivaliza em importância com “Os Sertões” é “Casa Grande e Senzala”, de Gilberto Freyre. Dois ensaios publicados em “O Estado de S. Paulo” (12/8) ofereceram pistas importantes para responder a essa questão. Dão a “Os Sertões” um papel-chave na formação da identidade nacional. Leia mais…
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Postado em 1 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
A Carta IEDI de hoje apresenta uma resenha de um estudo recém-elaborado por três pesquisadores do Fundo Monetário Internacional – Mark Horton; Manmohan Kumar & Paolo Mauro, The State of Public Finances: A Cross-Country Fiscal Monitor, disponível em www.imf.org -, o qual avalia o impacto fiscal e a efetividade dos pacotes de estímulo para reativação das economias dos países do G-20 atingidos pela crise global.
Os autores estimam que os impactos das medidas fiscais discricionárias relacionadas à crise irão corresponder a 2,0% do PIB em 2009 e 1,6% em 2010. A expansão fiscal total nos países avançados do G20 será muito maior do que nas economias emergentes, em reflexo dos maiores estabilizadores automáticos. Não obstante as incertezas que cercam a mensuração dos multiplicadores fiscais, o estudo considera que o impacto das medidas de estímulo fiscal para o crescimento deverá ser significativo. As estimativas do Fundo indicam impacto sobre o crescimento entre 1,2 a 4,7 pontos percentuais em 2009 e entre 0,1 a 1,0 pontos percentuais em 2010, ambos em comparação com o ano anterior. Essas estimativas consideram os efeitos de transbordamento de um país a outro, mediante o canal do comércio, elemento-chave da crise global e dos esforços de uma ação coordenada global.
De acordo com os autores, o impacto da crise global no resultado fiscal dos países do G-20 está sendo significativo. As estimativas indicam que o déficit orçamentário nesses países deverá, em média, aumentar 5,5 pontos percentuais superar em 2009 e 2010 em comparação com o nível pré-crise de 2007, em particular nas economias avançadas, em razão da combinação de menor arrecadação tributária com adoção de pacotes de estímulo fiscal para incentivar a reativação da demanda agregada. Dentre os países avançados do G-20, em 2009, os maiores déficits são projetados para os Estados Unidos (13,5% do PIB), para Reino Unido (11,6%), Japão (10,3%) e França (7,4% do PIB). Já entre as economias emergentes, o maior déficit projetado é o da Índia (9,8% do PIB). Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Central Bank Current Interest Rate
Bank of Canada 0.25%
Bank of England 0.5%
Bank of Japan 0.1%
European Central Bank 1%
Federal Reserve 0.25%
Swiss National Bank 0.25%
The Reserve Bank of Australia 3%
Brazil 8.75%
China 5.31%
Korea, Republic of 3.%
Iceland 12.%
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