Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Em linguagem envolvente, cheia de metáforas e fabulazinhas, mas apenas em aparência acessível aos não iniciados, o laureado Paul Krugman repassa as últimas décadas da história capitalista em busca de culpados para a crise de hoje e para as anteriores. Sedução literária à parte, a história de Krugman contém lapsos formidáveis. O “lapso” maior é que Krugman dispensa em sua história certos personagens da economia política internacional, a questão do poder e da hegemonia, o caráter hierárquico do sistema monetário mundial. O artigo é de Leda Paulani, publicado no n° 4 do Jornal de Resenhas. Leia mais…
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Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Thomaz Wood Jr.
Fonte: Carta Capital
(…) “a racionalidade não vai nos salvar” (…)
Ele foi uma das muitas encarnações exemplares do homem corporativo. Robert S. McNamara nasceu em 9 de junho de 1916, em São Francisco, na Califórnia. Seu pai descendia de irlandeses que imigraram para os Estados Unidos no final do século XIX, fugindo da fome. McNamara destacou-se nos estudos e obteve seu MBA em Harvard, em 1939. Trabalhou um ano como auditor da Price Waterhouse (hoje, PricewaterhouseCoopers – PwC) e retornou a Harvard, como professor assistente. Na renomada instituição, desde sempre uma fábrica de gurus de gestão, McNamara ganhou fama pelo uso da estatística e de ferramentas analíticas. No início de 1943, entrou para as Forças Armadas, aplicando suas habilidades à análise da eficácia e da eficiência dos bombardeios norte-americanos na Ásia. Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
From The Economist print edition, Aug 13th 2009
The dragon in the backyard
Latin America is tilting towards China, Iran and the global “south”-and away from the United States
IF ALL goes to plan, by 2012 the first shipments of copper from Toromocho, a mine in the Peruvian Andes, will be sent by train and truck to a new $70m wharf in the port of Callao. From there, they will be shipped across the Pacific to China. The mine is being developed at a cost of $2.2 billion by Chinalco, a Chinese metals giant. Both it and the wharf will be the most visible symbols of the burgeoning trade and investment that are fast turning China into a leading economic partner for Peru and many other Latin American countries. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Após a palestra realizada na sede nacional do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) na cidade de São Paulo na manhã de quinta-feira (6), promovida pela Fundação Mauricio Grabois, o professor Miguel Bruno, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), concedeu a seguinte entrevista ao jornalista Osvaldo Bertolino. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Dani Rodrik
Publicado no Valor Econômico em 12/08/09:
O que atrapalhou Greenspan e Bernanke como reguladores financeiros foi sua excessiva reverência a Wall Street
A corrida para preencher o cargo de política econômica mais importante do mundo começou. O mandato do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) acaba em janeiro e o presidente do país, Barack Obama, precisa decidir antes disso: ou mantém Bernanke ou escolhe outra pessoa – os nomes mencionados com mais frequência são Larry Summers e Janet Yellen – com credenciais democratas mais sólidas.
É uma decisão de consequências cruciais não apenas para os EUA, mas também para a economia mundial. Como guardiões da base monetária do país e encarregados das taxas de juros de curto prazo, as autoridades monetárias sempre desempenham papel crítico. Reduza demais os juros e o resultado será inflação e instabilidade monetária. Eleve-os demais e a economia deslizará em recessão e desemprego.
A política monetária dificilmente é uma ciência, portanto um bom banqueiro central precisa ser humilde. Precisa reconhecer os limites de seu poder de compreensão e da eficácia das ferramentas a sua disposição. Não pode, entretanto, ser visto como indeciso, algo que apenas seria um convite para uma especulação financeira desestabilizadora. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Havia grande esperança na América Latina quando o presidente Obama foi eleito. A posição dos Estados Unidos na região tinha atingido um ponto baixo sob George W. Bush e todos os governos de esquerda exprimiram otimismo de que Obama daria à política de Washington uma nova direção.
Essa esperança se desfez. O presidente Obama continuou as políticas de Bush e em alguns casos fez pior. Leia mais…
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Postado em 13 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Se as utopias de esquerda levaram – em muitos casos – ao totalitarismo, a utopia liberal e sua permanente negação do papel do poder e da preparação para a guerra, na história do capitalismo e das relações internacionais, leva, com freqüência, os intelectuais e dirigentes destes países mais fracos, à uma posição de servilismo internacional.
Por José Luís Fiori
Neste tipo de sistema mundial, por outro lado, é muito difícil acreditar na possibilidade do “fim do imperialismo”, e ainda menos, neste início do século XXI, em que as grandes potências – velhas e novas – se lançam sobre a África, e sobre a América Latina, disputando palmo a palmo o controle monopólico dos seus mercados e das fontes de energia e matérias primas estratégicas. E soa quase ingênua a crença liberal nos “mercados abertos”, num mundo em que todas as grandes potências impedem o acesso às tecnologias de ponta, não aceitam a venda de suas empresas estratégicas, e protegem de forma cada vez mais sofisticada seus produtores industriais e seus mercados agrícolas.
Neste ponto, chama atenção a facilidade com que os economistas liberais confundem os mercados de petróleo, armas e moedas, por exemplo, com os mercados de chuchu, queijos e vinhos. Leia mais em Carta Maior…
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Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Gustavo A. G. dos Santos e Rodrigo Medeiros
Fonte: Valor Econômico (12/08/2009)
Carro elétrico terá impacto profundo nas exportações brasileiras, muito dependentes de uma em breve anacrônica cadeia metal-mecânica
A crise financeira levou a GM à concordata, desmembramento e nacionalização. A estatização sempre foi tabu nos EUA. Para entendê-la, é preciso compreender a importância do setor.
Os setores metal-mecânico, químico e eletroeletrônico respondem por algo entre 55% e 75% das exportações dos países desenvolvidos e tigres asiáticos e mais de dois terços das patentes industriais. Chamamos esses setores de indústrias centrais em artigo recente publicado na revista “Custo Brasil”, em março.
As indústrias centrais constituem a base das inovações e da competitividade das nações desenvolvidas, cujos gastos em P&D respondem por 70% dos globais. Quem deseja se tornar desenvolvido, precisa estar presente competitivamente nessas indústrias. Leia o resto do artigo »
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