Postado em 19 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Revista Custo Brasil
Por Gustavo dos Santos e Rodrigo Medeiros
O Brasil está diante de uma oportunidade única: a criação de uma indústria automobilística nacional. Não exatamente de uma montadora convencional. O País deve aproveitar seu potencial para a produção de um veículo híbrido ou elétrico. A vocação natural do Brasil aponta para a produção de veículos movidos a células a combustível. Elas substituem as baterias nos carros elétricos e podem ser abastecidas com combustíveis líquidos, em particular metanol e etanol. O espelho a ser seguido é o da montadora chinesa Byd, que pretende produzir oito milhões de carros elétricos até 2025.
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Postado em 19 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Entre 9 e 11 de setembro, a Associação Keynesiana Brasileira (AKB) realiza, em Porto Alegre, seu II Encontro Internacional. Na abertura, haverá sessão especial sobre A crise financeira e os rumos do keynesianismo, com Jan Kregel, Fernando Cardim de Carvalho e Luiz Carlos Bresser-Pereira. Participarão também do encontro os economistas Marc Lavoie, Mário Possas e Gary Dimsky. O site da programação é www.ppge.ufrgs.br/akb.
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Postado em 19 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.50, ano 2 – 12/08/2009 a 18/08/2009
Economia
Política
Internacional
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Postado em 18 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Blog do Velho Comunista
Traduzido por J.A. Pina/R.Maciel
Na América Latina, alguns grupos e famílias poderosas controlam a mídia, fechando e bloqueando o espaço político e democrático. Uma hegemonia que os governos progressistas eleitos democraticamente querem atacar em profundidade.
No continente latino-americano começou uma mudança política que tenta romper com um passado de submissão às regras impostas por Washington e pelo FMI. Os novos governos têm dado um giro progressista, com moderação, conforme falamos de um grupo mais radical que inclui a Venezuela, Equador, Bolívia, Nicarágua ou países como Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai ou inclusive Honduras. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Amigas e amigos,
Para ver o filme, clique aqui: http://www.apn.org.br/apn/index.php?option=com_content&task=view&id=1215&Itemid=71
A Campanha “O Petróleo é Nosso” dos anos 40 e 50, resultou na aprovação, em 1953, da Lei n° 2.004, que instituiu o monopólio estatal do petróleo e criou a Petrobrás, através do substitutivo do Deputado Euzébio Rocha ao projeto de lei entreguista que tramitava no Congresso à época. Segundo a Dra. Maria Augusta Tibiriçá, uma das lideranças desta Campanha, hoje com 92 anos, este movimento foi a mais importante página da História do Brasil escrita, realmente, pelo povo. Assim, pode ser dito que o monopólio e a Petrobrás foram uma criação direta do nosso povo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Revista Época
A revista Época publicou uma brilhante e elucidativa entrevista sobre como agem e o que buscam as indústrias farmacêuticas. Isto é o que está por trás de muitos ataques que a Homeopatia e as farmácias de manipulação recebem através da grande imprensa e do órgão governamental (ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que deveria zelar pela sua saúde antes de zelar pelos interesses financeiros dos gigantes da indústria farmacêutica. Leia com muita atenção esta entrevista, pois cada parágrafo mostra detalhes que o público em geral deveria desconhecer.
A entrevista foi concedida a Suzane Frutuoso:
Escritor sueco Peter Rost tornou-se o pesadelo da indústria farmacêutica. Ele foi demitido do cargo de vice-presidente de Marketing da Pfizer em dezembro de 2005, depois de acusar a companhia de promover de forma ilegal o uso de genotropin, um hormônio do crescimento. A substância era vendida como um potente remédio contra rugas. A empresa teria faturado US$ 50 milhões com o produto em 2002. No fim da década de 90, quando era diretor da Wyeth na Suécia, Rost denunciou também uma fraude na companhia: sonegação de impostos. Ele diz que agora se dedica a escrever o que sabe contra a indústria em seu blog e em livros. No começo do ano que vem, ele lançará Killer Drug (Remédio Assassino), história de ficção em que um laboratório desenvolve armas biológicas e contrata assassinos para atingir seus objetivos. “Mas eu diria que boa parte é baseada em fatos reais”, afirma. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Geraldo Serathiuk
Atravessamos mais um momento de profunda de crise e decepção com o sistema político. Decepção da população como um todo e daqueles que lutaram contra o arbítrio, indignados com o fato de ver o presidente, governadores e prefeitos progressistas, em nome da chamada governabilidade se aliarem com pessoas que eram inimigos de ontem, aos quais denunciavam por imoralidades e outras coisas mais. E ainda para piorar não conseguem efetivar políticas fundamentais que prometeram para se eleger. Em razão disso, mostro a causa principal deste fato acontecer. Isto é a realização de um projeto dos estrategistas do poder econômico, em especial, o financeiro. Ora vejam porque.
O governo federal acaba de encaminhar uma proposta de reforma política ao Congresso Nacional propondo lista fechada, financiamento público exclusivo, fidelidade partidária, inelegibilidade, fim das coligações proporcionais e cláusula de barreira. Tal proposta partiu do diagnóstico do atual sistema que rege o processo político brasileiro, é “balizado por um presidencialismo de coalizão incrustado em um quadro partidário multifragmentado e volátil, que condiciona os governos à montagem de composições partidárias amplas, com vistas à garantia mínima de governabilidade”. E que num quadro desses, os sucessivos mandatários, eleitos pela via democrática, tiveram dificuldades para governar, pois a montagem do governo e de sua sustentação no parlamento nunca se deu em bases programáticas. Pelo contrário. As coligações são apenas para atender às demandas paroquiais, há exacerbação de personalismo, prevalência do poder econômico e fragilização dos partidos, inviabilizando um projeto nacional. Com reflexos nos demais poderes e nas esferas estadual e municipal. Leia o resto do artigo »
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Postado em 17 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
O Brasil só alcançou altas taxas de crescimento enquanto administrava sua taxa de câmbio. Só voltará a alcançá-las quando voltar a fazê-lo. O Brasil só terá novamente altas taxas de crescimento econômico quando voltar a administrar taxas de câmbio. Leia mais…
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