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Blog do Desemprego Zero

Análise incompleta

Escrito por beatriz, postado em 21 dEurope/London agosto dEurope/London 2009 Imprimir Enviar para Amigo

Publicado no Jornal do Brasil de 21/08/09 

Por Paulo Metri – conselheiro da FEBRAE  

Lendo o artigo sobre o pré-sal do The New York Times de 17/08/09, constata-se a busca da manipulação da informação, através de análise incompleta e tendenciosa. Antes de qualquer outro comentário, os Estados Unidos são um dos países mais protecionistas do mundo. Por que o Brasil não consegue colocar álcool e outros produtos agrícolas no mercado americano? Por que os Estados Unidos só lutam pela queda das barreiras protecionistas dos produtos e serviços em que são competitivos? Por que o petróleo produzido nos EUA não pode ser exportado? Por que é proibido perfurar na plataforma da Costa Leste americana?

Os brasileiros devem exportar o petróleo do pré-sal, após o abastecimento interno, mas desde que seja produzido pela Petrobrás e deixe muitos tributos nos Tesouros federal, estaduais e municipais. A Petrobrás compra mais localmente, desenvolve tecnologia aqui, emprega mais brasileiros e investe mais no país. Ela conseguirá os financiamentos que precisa porque os bancos reconhecem bons negócios e empresas com capacidade de pagamento de dívidas. Portanto, o argumento da falta de recursos da Petrobrás não é verdadeiro.

Uma produção alta demais do pré-sal aumenta o risco de ser predatória e a “batata quente nas nossas mãos”, que é ter dólar hoje em caixa. Se o trouxermos, assim que gerado, para dentro do país, passaremos a sofrer da “doença holandesa”. Se comprarmos títulos do Tesouro americano, receberemos um dos papéis menos rentáveis do mundo. O petróleo no subsolo rende muito mais que estes papéis.

Lamentamos que os países desenvolvidos sejam tão dependentes do petróleo e não o possuam. Em 1979, quando ocorreu o 2º choque, 85% do petróleo que consumíamos no Brasil era importado, causando sérios problemas de balanço de pagamentos. Para resolver a situação, confiamos na Petrobrás, que respondeu positivamente nossa confiança. Chegamos a ouvir da senhora Margareth Thatcher que os países endividados deviam trocar débitos por recursos naturais. Hoje, poderíamos querer tecnologia por petróleo.

Lamentamos que as petroleiras estrangeiras estejam sem reservas que permitam auferir lucros, mas o povo brasileiro merece a recompensa que o pré-sal dará. Por outro lado, por que estas empresas devem entrar no pré-sal, se não o descobriram e não têm o conhecimento tecnológico necessário?

Nacionalismo: se não fosse bom, os EUA não o teriam adotado, desde a sua formação, para conquistarem sua grandiosidade. Eles sempre atuaram com posições nacionalistas, basta ler Alexander Hamilton, em Relatório sobre as Manufaturas de 1791. Hoje, quando todos países desenvolvidos despejam dinheiro em bancos e empresas quebradas, e em toda a parte, cuida-se de proteger empregos, capitais domésticos e rendas nacionais, nos recriminarem por querermos ser nacionalistas, é coisa de mágicos da comunicação querendo levar nosso pré-sal.



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