Postado em 28 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Roberto Pereira d’ Araujo
Afinal, o preço de um serviço é uma medida que significa alguma coisa ou não? Quando se examinam preços dos mercados de energia elétrica de outros países, o que chama a atenção é a fantástica diversidade de valores. Por exemplo, o que faria a Dinamarca ter uma tarifa residencial três vezes maior do que a média dos Estados Unidos 1? Um problema cambial? Mas, é justificável o triplo? E entre estados americanos, com a mesma moeda, o que explicaria 1 kWh em New York ou em Connecticut custar o triplo do kWh de Idaho ou de West Virginia? Será que as empresas desses dois estados baratos estariam tendo fortes prejuízos?
Em primeiro lugar, essa desigualdade coloca em dúvida a velha crença de que eletricidade é uma “commodity” como qualquer outra. Afinal, não são pequenas diferenças percentuais. Em segundo, outros fatores podem influenciar a heterogeneidade. Apenas para citar alguns, a tarifa pode ser afetada pela incidência de impostos, por uma política de subsídio cruzado, pelo custo de capital ou mesmo por uma política inibidora de consumo. Entretanto, dada essas diferenças, é bastante improvável que não haja uma razão estrutural. Assim, dois aspectos merecem destaque: A matriz energética daquele mercado e a política de remuneração dos investimentos adotada. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Paulo Metri – conselheiro da Federação Brasileira de Associações de Engenheiros
De vez em quando, consulto Madame Natasha, porque gosto do ambiente místico e é instigante vê-la tentar cruzar a barreira do intransponível. É como se eu comprasse um bilhete de loteria e ficasse esperando ganhar o grande prêmio.
Pois bem, meu dia chegou. Na última sessão, olhando sua bola de cristal, ela começou a dizer: “Vejo um auditório com tudo branco, desde o chão, tablado, cadeiras, mesa principal, luminárias, até as roupas de todos os presentes. O auditório está cheio e na mesa principal, de frente para a platéia, estão quatro senhores. Porém, o auditório está em um local aberto, sem paredes, no meio de um grande céu azul”.
A partir deste ponto, ela passou a repetir a conversa deles. Apresento a seguir minhas anotações sobre esta conversa, citando os personagens que foi possível identificar, pelos seus nomes próprios, graças ao tratamento usado entre eles. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Vejam!
Do amigo leitor Stanley Burburinho:
Até novela da Globo entrou na campanha de lesa-pátria demo-tucana, capitaneada por José Serra, para entregar o pré-sal aos estrangeiros.
A novela defende que a Petrobras abandone prospecção e exploração de Petróleo, com o argumento canhesto que os investimentos para perfurar poços, dariam para construir escolas, poços de saúde, pontes, etc.
Será que a Globo crê que seus telespectadores são tão idiotizados assim?
Ora, o petróleo é riqueza, é com o dinheiro da riqueza do Petróleo, que são de trilhões, que o Brasil terá muito mais dinheiro para construir escolas, hospitais, moradia, transporte públicos, pagar bem servidores públicos como policiais, professores, médicos, enfermeiros, servidores militares.
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