Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
O Viomundo observa:
Agaciel Maia era diretor do Senado desde 1995, certo? E agora acabam de descobrir 468 atos secretos iguais àqueles que quase custaram a cabeça do Sarney. Essa nova “safra” cobre os anos 1995-2000.
Perguntinha que qualquer estagiário de Jornalismo deveria fazer — não subestimando os estagiários: Ué, mas só descobriram o caos no Senado agora? Não tinha caos no Senado na época do ACM? Levaram 14 anos para descobrir o caos no Senado? Ou será que alguem iscou a mídia nesse assunto, conduziu-a pelas narinas como parte da campanha eleitoral de um dos candidatos a presidente? Como diz um amigo meu, levaram mais de uma década para descobrir que o Sarney é o Sarney. E ainda não descobriram que ACM foi ACM.
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Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Falta compromisso com metas maiores e com redução doméstica, diz negociador brasileiro. Leia mais…
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Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Em visita ao Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCT), nesta quarta-feira (12/8), o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da C&T, Ronaldo Mota, alertou que as empresas que não têm condições de inovar não sobreviverão. Leia mais…
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Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Em linguagem envolvente, cheia de metáforas e fabulazinhas, mas apenas em aparência acessível aos não iniciados, o laureado Paul Krugman repassa as últimas décadas da história capitalista em busca de culpados para a crise de hoje e para as anteriores. Sedução literária à parte, a história de Krugman contém lapsos formidáveis. O “lapso” maior é que Krugman dispensa em sua história certos personagens da economia política internacional, a questão do poder e da hegemonia, o caráter hierárquico do sistema monetário mundial. O artigo é de Leda Paulani, publicado no n° 4 do Jornal de Resenhas. Leia mais…
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Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Por Thomaz Wood Jr.
Fonte: Carta Capital
(…) “a racionalidade não vai nos salvar” (…)
Ele foi uma das muitas encarnações exemplares do homem corporativo. Robert S. McNamara nasceu em 9 de junho de 1916, em São Francisco, na Califórnia. Seu pai descendia de irlandeses que imigraram para os Estados Unidos no final do século XIX, fugindo da fome. McNamara destacou-se nos estudos e obteve seu MBA em Harvard, em 1939. Trabalhou um ano como auditor da Price Waterhouse (hoje, PricewaterhouseCoopers – PwC) e retornou a Harvard, como professor assistente. Na renomada instituição, desde sempre uma fábrica de gurus de gestão, McNamara ganhou fama pelo uso da estatística e de ferramentas analíticas. No início de 1943, entrou para as Forças Armadas, aplicando suas habilidades à análise da eficácia e da eficiência dos bombardeios norte-americanos na Ásia. Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
From The Economist print edition, Aug 13th 2009
The dragon in the backyard
Latin America is tilting towards China, Iran and the global “south”-and away from the United States
IF ALL goes to plan, by 2012 the first shipments of copper from Toromocho, a mine in the Peruvian Andes, will be sent by train and truck to a new $70m wharf in the port of Callao. From there, they will be shipped across the Pacific to China. The mine is being developed at a cost of $2.2 billion by Chinalco, a Chinese metals giant. Both it and the wharf will be the most visible symbols of the burgeoning trade and investment that are fast turning China into a leading economic partner for Peru and many other Latin American countries. Leia o resto do artigo »
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