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Blog do Desemprego Zero

Archive for julho, 2009

The Joy of Sach

Postado em 17 dEurope/London julho dEurope/London 2009

By PAUL KRUGMAN

The American economy remains in dire straits, with one worker in six unemployed or underemployed. Yet Goldman Sachs just reported record quarterly profits – and it’s preparing to hand out huge bonuses, comparable to what it was paying before the crisis. What does this contrast tell us?

First, it tells us that Goldman is very good at what it does. Unfortunately, what it does is bad for America.

Second, it shows that Wall Street’s bad habits – above all, the system of compensation that helped cause the financial crisis – have not gone away.

Third, it shows that by rescuing the financial system without reforming it, Washington has done nothing to protect us from a new crisis, and, in fact, has made another crisis more likely.

Let’s start by talking about how Goldman makes money.

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No alvo, finalmente

Postado em 17 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Leandro Fortes

Fonte: Carta Capital

Ao tomar conhecimento, na segunda-feira 6, da denúncia do Ministério Público Federal contra o banqueiro Daniel Valente Dantas e mais 14 pessoas, Protógenes Queiroz comemorou o fim de um longo, interminável, ano. Em 8 de julho de 2008, após quatro anos de investigação, o delegado deflagrou a Operação Satiagraha. Prendeu, então, além de Dantas, dono do Grupo Opportunity, o especulador Naji Nahas e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta. Mas, para o delegado da Polícia Federal, foi como abrir as portas de um inferno particular. Um mês depois, estava afastado da investigação. A partir de então, teve a casa invadida por colegas da PF, computadores e documentos pessoais apreendidos, foi processado, sofreu sindicância interna e, finalmente, foi afastado das funções de delegado, em abril de 2009, acusado de atividade político-partidária.

Em meio a tudo isso, perdeu vantagens salariais, sofreu ameaças de morte e foi obrigado a submeter um dos filhos, de apenas 8 anos de idade, a tratamento psicológico. O garoto estava presente, em novembro do ano passado, quando agentes da PF entraram na casa de Protógenes Queiroz, com um mandado judicial, atrás de provas que o ligassem a vazamentos de informação durante a Satiagraha. Desde então, o menino passou a ter pesadelos, insônia, pavor de ficar sozinho e problemas de aprendizado. Enquanto isso, Daniel Dantas flanava em liberdade graças a dois habeas corpus concedidos, em menos de 48 horas, pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes.

Para piorar a situação, o nome “Satiagraha” passou a ser uma expressão maldita dentro da Polícia Federal comandada pelo diretor-geral Luiz Fernando Corrêa. O inquérito, assumido pelo delegado Ricardo Saadi, depois do afastamento de Queiroz, caminhou lentamente e sem novidades. Deixou de levar em conta uma série de informações, por exemplo, sobre as movimentações fraudulentas de Dantas em torno da unificação das telefônicas Brasil Telecom e Telemar/Oi – a chamada “BrOi”. Também ignorou a participação do ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh, do PT, no esquema de tráfico de influência do dono do Opportunity dentro do Palácio do Planalto. Leia o resto do artigo »

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Quem é a Norma que ia travar a investigação sobre Dantas? O que faz a CVM?

Postado em 17 dEurope/London julho dEurope/London 2009

O Conversa Afiada recebeu o seguiunte e-mail de amigo navegante:

Na matéria do Estadão de hoje (página A9, “Operação Satiagraha – Novo inquérito mira investidor em fundos – de acordo com relatório da PF, Opportunity Fund possibilitava lavagem de recursos a cotistas brasileiros”), a coisa mais importante está no fim, para variar.

O Estadão trata de conversas e e-mails entre Daniel Dantas e o operador Roberto Amaral, denunciado com Dantas pelo Ministério Público.

Quem é a tal Norma que deveria – segundo instrução de Dantas a Amaral – “criar algum entrave no protocolo do pedido e o que faria ser negado”?

Sugiro olhar a composição da CVM na época. Estava lá a Norma Parente, irmã do Pedro Parente e ex-advogada do Opportunity. Diretora da CVM em um mesmo colegiado que contava com a presidência de Luis Leonardo Cantidiano, outro ex-advogado de Dantas.

Ou será que o Roberto Amaral e o Dantas falavam da Norma Bengel?

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Juros, miséria e democracia

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Alcino Ferreira Camara Neto e Matias Vernengo

Acreditamos que a crise financeira, lastimavelmente, não servirá para que reavaliemos as políticas dos últimos 6 anos. A notícia de que, em função da queda da receita tributária, pretende-se cortar gastos e reduzir a política de contratação e recuperação salarial que vinha sendo anunciada reforça a tese de que não teremos uma transformação de política na direção e na magnitude que se necessita. Entre o medo de arriscar do governo e a invulnerável fortaleza das elites rentistas acasteladas no Comitê de Política Monetária (Copom), restam poucas esperanças.

É provável, portanto, que a opressão da conta de juro grande sobre a favela se mantenha, e que nosso déficit democrático continue favorecendo os privilegiados que votam no Copom, em lugar dos pobres coitados que o fazem em seus respectivos distritos eleitorais! Leia o artigo…

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Ainda sobre o pré-sal

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Ainda há certa confusão sobre o papel da nova estatal, que será criada para administrar o pré-sal. Algumas pessoas acham que ela substituirá a Petrobras, que já tem experiência, tecnologia e porte para a exploração. Na verdade, são funções totalmente opostas.

Há duas atribuições distintas, para a exploração do pré-sal. Uma, é a exploração em si, os trabalhos de prospecção e desenvolvimento dos poços descobertos. Aí, é atribuição das empresas petrolíferas, Petrobras e empresas privadas nacionais e estrangeiras. O segundo, é a gestão dos contratos de concessão e dos recursos auferidos com a exploração. A Petrobras jamais poderia absorver essa função pelo fato de ser parte interessada na exploração e de seu capital ser misto – com a maior parte em poder do mercado. Não haveria lógica em uma empresa cumprindo o papel de regulador. Leia o resto do artigo »

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Estratégia e inovação numa hora dessas?

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Adriano Proença

Fonte: Valor Econômico (15/07/2009).

Rupturas no padrão de concorrência impõem reconsiderações sobre estratégias até  então bem-sucedidas

Em meio à turbulência financeira global em curso, o arco-reflexo empresarial é acertar o caixa, reduzir o endividamento e poupar-se de investimentos arriscados. Apostas para o futuro se apresentam muito perigosas; como avaliar esforços de mudança de estratégia e de promoção da inovação quando não se sabe nem mesmo que mercados e que concorrentes estarão lá no futuro?

Estamos, de fato, de forma radical, sob o império da incerteza. A crise financeira global se desdobra de maneiras variadas e imprevisíveis pela chamada economia real, afetando de diferentes formas setores e empresas. As reações em curso incluem não só os grandiosos movimentos de governos nacionais, mas também a própria revisão das ideias, convenções e instituições que regiam a ordenação da economia global. Tais perspectivas de mudança vêm a se compor com outros processos complexos e de andamento imprevisível, tais como o desenvolvimento dos esforços de prevenção do aquecimento global, os grandes avanços em ciência e tecnologia em diversas áreas, e a dinâmica de inserção da China e das empresas chinesas no tecido produtivo global. Leia o resto do artigo »

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El patrimonio de los Kirchner creció un 158 % en solamente un año

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2009

El patrimonio de la presidenta Cristina Fernández y su esposo Néstor Kirchner creció un 158 por ciento entre 2007 y 2008. Es decir pasó de 17,8 millones a 46 millones de pesos, según la declaración jurada de bienes de la jefa de Estado.

Los Kirchner habían declarado un patrimonio neto de $ 6.851.810 a su llegada al Gobierno en 2003, por lo que sus bienes se acrecentaron desde entonces en un 572 por ciento.

El aumento patrimonial registrado entre 2007 y 2008, afirmó Cristina, se basa en la venta de 16 inmuebles en la provincia de Santa Cruz por 14,5 millones de pesos, la casi triplicación de sus depósitos bancarios y la creación de nuevas empresas como Hotesur SA y Co Ma SA.

A través de estas dos firmas, la pareja expandió sus negocios hoteleros. La empresa Hotesur SA adquirió el año pasado el hotel Alto Calafate, el segundo más grande de esa ciudad. También se destaca la operación con terrenos fiscales en El Calafate que el ex presidente compró en 2006 por $ 132.079 y los vendió en enero de 2008 por $ 6.300.000, negocio con el que ganó $ 6.167.921. Esas tierras fiscales las compró durante la gestión del ex intendente Néstor Méndez y hoy son lentamente investigadas en otra causa.

Fonte: Clarín

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Giovanni Arrighi

Postado em 15 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Do ponto de vista teórico, Giovanni Arrighi foi um “heterodoxo”, que soube retomar com criatividade a tradição da grande teoria social dos séculos XIX e XX, de Marx, Weber, Schumpeter e Braudel, para estudar as “ondas longas” econômicas e políticas do capitalismo. Sua ousadia intelectual merece reconhecimento e homenagem em um tempo de mesquinharias e de grande pobreza de idéias.

Por José Luís Fiori

Fonte: Carta Maior

Morreu nos Estados Unidos, dia 19 de junho de 2009, na cidade de Baltimore, o economista italiano Giovanni Arrighi, que foi professor na Universidade Johns Hopkins nos últimos anos de sua vida. Arrighi nasceu em Milão, em 1937, estudou na Universidade de Bocconi, e na década de 1960 participou da geração de cientistas sociais europeus e norteamericanos que trabalharam na África e se dedicaram ao estudo do desenvolvimento econômico nos países da periferia capitalista. De volta à Itália, na década dos 70, e depois nos Estados Unidos, a partir dos anos 80, Giovanni Arrighi dedicou quase três décadas de sua vida intelectual ao estudo da “crise da hegemonia norteamericana” dos anos 70, e das transformações econômicas e políticas mundiais das décadas seguintes, que passaram pela expansão vertiginosa da China e de grande parte da Ásia, e chegaram até a crise financeira de 2008.

Pouco a pouco, Arrighi mudou sua preocupação teórica do tema do crescimento econômico dos países periféricos e atrasados, para o estudo mais amplo do desenvolvimento histórico do capitalismo e do “sistema mundial moderno”, que se formou, se expandiu e se consolidou a partir da Europa, desde o século XVI. Marx teve uma presença decisiva na formação do pensamento de Giovanni Arrighi, mas sua extensa investigação sobre os ciclos e as crises econômicas e políticas da história capitalista partiu de outro lado, de três teses “heterodoxas” do historiador francês Fernand Braudel. Segundo Braudel, o capitalismo não é igual à economia de mercado, pelo contrário, é o “anti-mercado”, e o segredo de seu crescimento contínuo são os “lucros extraordinários” dos “grandes predadores” que não se comportam como o empresário típico ideal da teoria econômica convencional. Em segundo lugar, para Braudel, a força originária do capitalismo não veio da extração da mais valia dos trabalhadores, mas sim da associação entre os “príncipes” e os “banqueiros” europeus, que se consolida muito antes do século XVI. E, finalmente, sempre segundo Braudel, todos os grandes ciclos de expansão do capitalismo chegam a uma fase “outonal”, onde as finanças substituem a atividade produtiva, na liderança da produção da riqueza. Leia o resto do artigo »

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